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ADunicamp TEATRO "EM CASA" (16/10) | PAULO FREIRE, ANDARILHO DA UTOPIA

Na semana em que se comemora o DIA DO(A) PROFESSOR(A) – 15 de outubro -,  a ADunicamp irá celebrar a data de diversas maneiras e uma delas é a de realizar a sessão ADunicamp TEATRO “EM CASA”. Desta vez, o espetáculo escolhido é: PAULO FREIRE, ANDARILHO DA UTOPIA. Sucesso de público, a peça esteve no palco da ADunicamp em 2019. Agora, ela volta a ser exibida pela entidade, porém de modo virtual.
Para ter acesso ao link e assistir ao espetáculo, os(as) docentes interessados(as) deverão encaminhar um e-mail para: imprensa@adunicamp.org.br com o nome completo e indicar para qual e-mail o ingresso deverá ser enviado. Vale lembrar que o número de acesso é limitado à 300 pessoas e as reservas serão feitas por ordem de chegada dos e-mails. Mais informações: (19) 3521 2479. Aproveitem esta oportunidade!!!
Sinopse – “Paulo Freire, Andarilho da Utopia”
O andarilho é um sujeito em movimento. A Utopia é um movimento da alma. É um impulso de buscar, sabendo que existe sempre algo mais a ser descoberto. Descobrir, para Paulo, é exatamente isso: tirar a coberta, se surpreender com a beleza, a estranheza e o mistério das coisas. “Paulo Freire, o andarilho da Utopia” aparece em nosso espetáculo como um menino, um astronauta, um professor, um brasileiro com sonhos e esperança. É no interior de Pernambuco, à sombra de uma mangueira, que nossa história começa. Um menino com um graveto na mão inicia o seu processo de leitura do mundo. É submetido à fome, tal qual grande parte da população brasileira. Na infância e juventude, outra fome lhe ocupa o tempo: as palavras. E ele as devora como se fossem pedaços de comida. Foi essa a sua busca até a eternidade: as palavras. Através delas, e com elas, percorre territórios, tecendo uma pedagogia emancipadora e revoluciona a educação mundial — movido pelo desejo de liberdade de si e dos outros, de consciência política, de justiça e de superação dos obstáculos. Nosso Andarilho, independente da sua vontade, é afastado da Terra, enviado ao espaço, e amanhece na lua. Um lugar escondido do mundo e dos outros, onde se pode OBSERVAR, VER, ENTENDER e APRENDER. Distante do Brasil, reafirma seu amor por sua terra, pela sua gente. Com a toada do verso nordestino e a dialética da cultura popular, convidamos você pra viajar e voltar de novo a ser menino. É assim que reinventamos Paulo Freire em todos nós. Uma história que não tem fim, e por que será?
Ficha técnica:
Dramaturgia: Junio Santos
Ator: Richard Riguetti
Encenação: Luiz Antônio Rocha
Cenário e Figurino: Eduardo Albini
Direção de Movimento: Michel Robin
Preparação de ator: Beth Zalcman
Preparadora corporal: Aline Bernardi
Direção de movimento: Michel Rubin
Projeto de Luz: Ricardo Lira Jr.
Assessoria pedagógica: Josy Dantas
Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)
Assistente de direção: Marcia Rosa
Preparadora vocal: Jane Celeste
Letras de músicas: Ray Lima e Junio Santos
Realização: Grupo Off-Sina e Espaço Cênico Produções Artísticas
Serviço
Peça: Paulo Freire, Andarilho da Utopia
Data: 16/10
Horário: das 20 às 23 horas
Via plataforma Zoom
Informações: (19) 3521 2479




Teatro Bilíngue (27/09) | Die Deutschspieler apresenta a peça Diebe | Ladrões

Peça teatral bilíngue, duração de 2h (incl. intervalo)
Recomendação: 16 anos | Aberto ao público geral
Não é necessário saber alemão para acompanhar a peça!
A PEÇA
Diebe | Ladrões se passa às margens de uma cidade, onde, como numa constelação, se vão desenhando as relações deste grupo de pessoas, ao menos à primeira vista, comuns, à medida que, errantes, tentam descobrir seu lugar naquele mundo, bem como sustentar a imagem do que pensam que deveria ser esse lugar uns para os outros. “Erros” do passado, relacionamentos complicados, carreiras estagnadas, sonhos esquecidos, e todas essas coisas que nos fazem humanos – estamos constantemente esperando a vida acontecer, sem perceber que ela está debaixo do nosso nariz, em cada pessoa que cruza o nosso caminho.
O GRUPO
Die Deutschspieler é um grupo de teatro formado em meados de 2015 no Centro de Ensino de Línguas (CEL | Unicamp) por iniciativa de alunos e professores, com o intuito de se aprofundar no estudo da língua alemã por meio da arte.
O nome do grupo remete aos múltiplos significados do verbo spielen: jogar, brincar, tocar, atuar… Die Deutschspieler são aqueles que brincam com o alemão, que vestem a língua estrangeira como outra personalidade, que atuam como personagens.
O grupo se propõe a encenar peças de autores de língua alemã. Nosso diferencial são encenações bilíngues que se dirigem ao público geral interessado, independente de terem ou não conhecimentos de alemão. Diebe | Ladrões é nosso quinto trabalho.
Coordenação
Norma Wucherpfennig (Centro de Ensino de Línguas, Unicamp)
Wanderley Martins (Instituto de Artes, Unicamp)




Teatro na ADunicamp | Paulo Freire, o andarilho da utopia (22/7)

“Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, ofendendo a vida, destruindo sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.”

Este foi um dos últimos escritos do mestre Paulo Freire antes de falecer em 02 de maio de 1997. Assustadoramente atual. Em tempos em que a educação pública corre o risco de ser drasticamente reduzida, lutar pela dignidade humana é fundamental. Isso é Paulo Freire mais vivo do que nunca! “Paulo Freire, o andarilho da utopia” é um monólogo teatral inspirado na trajetória e na obra do patrono da Educação Brasileira, que marca os 40 anos de atividade artística do ator e palhaço Richard Riguetti.
Foi a partir do legado que Paulo Freire deixou na mente e corações dos brasileiros, que Richard Riguetti (ator), Luiz Antônio Rocha (encenação) e Junio Santos (dramaturgia) decidiram levar a emocionante e inspiradora vida do educador para os palcos no espetáculo “Paulo Freire, o andarilho da utopia” – e lá também reproduzem a icônica entrevista de 97. Após passagens pelo Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro, o espetáculo, que já foi assistido por quase 5 mil pessoas, derrama no palco a trajetória e os causos de um dos mais notáveis pensadores da história da educação mundial. A peça propõe uma reflexão, mostrando a sociedade e o planeta em constante mudança através da ótica Freiriana, misturando elementos das linguagens do teatro, do palhaço e do teatro de rua.
A encenação de Luiz Antônio Rocha (‘Frida Kahlo, a Deusa Tehuana’; ‘Brimas’ e ‘Zilda Arns, a dona dos lírios’) propõe uma estrutura narrativa que leva a um lugar de ideias e reflexão. Ele explica: “O brasileiro gosta de histórias. Gosta de pessoas que inventam, que abrem caminho, que enfrentam desafios, que são corajosas. O brasileiro está imerso em crenças fortes, em uma diversidade e cultura preciosas. Nossa brasilidade carrega paixão e acolhe arte antes mesmo de saber que é arte. Assim trazemos a presença iluminada de Paulo Freire através de uma dramaturgia que abarca formas brincantes como o circo e o teatro de rua. Essa brincadeira que propomos rompe barreiras de tempo e lugar. Nos leva à lua, um lugar de exílio e reflexão. Traz o encanto das palavras encharcadas de significados tão amorosas de Paulo Freire e de suas ideias. São ideias mais que nunca atuais, vivas e necessárias diante da realidade que neste momento nos envolve” destaca o diretor.
SERVIÇO: 
Dramaturgia – Junio Santos / Ator – Richard Riguetti / Encenação – Luiz Antônio Rocha
Facebook: paulofreireoandarilhodautopia
DATA: 22 de julho de 2019
HORÁRIO: 19 horas
LOCAL: Auditório da Adunicamp
Entrada franca, reservas pelo e-mail imprensa@adunicamp.org.br
Capacidade: 130 lugares
Recomendado para maiores de 12 anos




Teatro na ADu | Theatergruppe “Die Deutschspieler” apresenta: Die Befristeten / Os que têm a hora marcada

Theatergruppe “Die Deutschspieler
präsentiert | apresenta
Die Befristeten | Os que têm a hora marcada
von | de
Elias Canetti
Zweisprachiges Stück | Peça bilíngue
Estreia: 15/12 às 19h no Auditório da ADunicamp
+ infos: https://www.facebook.com/events/369826873466905
Sinopse da Peça:
Imagine um mundo em que todos sabem a hora de sua morte: o Augenblick. Um mundo em que as pessoas têm seu prazo de vida inscrito em seus nomes: Dez, Vinte e Oito, Cinquenta, Oitenta e Oito…
Na peça “Die Befristeten | Os que têm a hora marcada”, Elias Canetti retrata uma sociedade na qual cada pessoa nasce com seu capital de vida determinado. A incerteza sobre a morte foi abolida, as pessoas planejam suas vidas de acordo com o tempo que lhes é arbitrariamente concedido. O único mistério é a idade real das pessoas – segredo que cada um carrega numa cápsula no próprio peito.
Na sociedade utópica de Canetti todos parecem satisfeitos. Não existe mais medo da morte – mas o que significa a vida, então? Como se dão as relações sociais e afetivas? Como as pessoas vivem com a arbitrariedade de seus nomes, como lidam com a liberdade ou com os limites que ele lhes proporciona? E o que acontece quando alguém coloca todo o sistema em questão?
Ficou curioso/a? Escute aqui nossa entrevista: http://www.rtv.unicamp.br/?audio_listing=die-deutschspieler-os-que-tem-hora-marcada

O grupo:
“Die Deutschspieler” é um grupo de teatro formado em meados de 2015 por iniciativa de alunos da Unicamp, com o intuito de se aprofundar no estudo da língua alemã por meio da arte. Atualmente, é composto por alunos e docentes de diferentes unidades da Unicamp, além de alguns membros externos.
O nome do grupo remete aos múltiplos significados do verbo spielen: jogar, brincar, tocar, atuar… “Die Deutschspieler” são aqueles que brincam com o alemão, que vestem a língua estrangeira como outra personalidade, que atuam como personagens, vestindo a linguagem teatral, são aqueles que jogam em cena, que tocam, que cantam – explorando o grande universo das línguas e das linguagens com a curiosidade de quem quer aprender e compreender.
O grupo se propõe a encenar peças de autores de língua alemã. Nosso diferencial são encenações bilíngues que se dirigem ao público geral interessado, independente de terem ou não conhecimentos de alemão.
“Die Befristeten | Os que têm a hora marcada” é o nosso quarto trabalho.
Elenco:
Aldair Miranda
Carolina Lueders
Daniel Danzi
Eleonore Zulnara Freire Setz
Elisa Mara do Nascimento
Elisabete Pascholati
Emerson Andrade
Fernanda Zucchi Pombalino
Fernando Ribeiro
Gabriela Rabeschini
Júlia Ciasca
Laís Rosa
Saulo Quintana Gomes
Yeda Endrigo
Coordenação:
Norma Wucherpfennig
Wanderley Martins