Marielle Franco, presente!


Quem matou Marielle Franco? A pergunta, multiplicada por todo o Brasil e no exterior, permanece sem resposta, cinco anos após o assassinato da vereadora do PSOL e ativista, ocorrido no Rio de Janeiro em 14 de março de 2018.

Não há dúvidas de que o assassinato, que levou ela e o seu motorista Anderson Gomes, foi premeditado e também que ela foi assassinada em decorrência da sua luta pelos direitos humanos e contra a violência policial, que atinge especialmente as populações mais pobres nas periferias cariocas.

Apenas dois dos ocupantes do carro que dispararam 14 tiros contra o carro onde estava Marielle foram identificados e presos até o momento. O terceiro permanece desconhecido, como também não se chegou até hoje ao verdadeiro ou verdadeiros mandantes do crime.

As investigações, amplamente relatadas pela impressa brasileira e mundial e pelos movimentos sociais, mostram os sucessivos desvios, bloqueios e desencontros que impediram que elas avançassem ao longo destes cinco anos.

O recém empossado ministro da Justiça Flávio Dino prometeu que as investigações avançariam a partir de agora, em sua gestão. O governo Lula também apontou a disponibilidade de acelerar as investigações e de defender as causas da vereadora assassinada, ao indicar a irmã de Marielle, Anielle Franco, para o cargo de ministra da Igualdade Racial.

Mas, até o momento, passados quase três meses da posse ainda não surgiu nenhum indício novo para a elucidação do caso.

ADUNICAMP DEFENDE UMA RESPOSTA IMEDIATA À PERGUNTA: QUEM MATOU MARIELLE?


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