O (des)governo Temer e seus aliados corruptos do Congresso Nacional têm atacado os serviços públicos, a juventude, as mulheres e todo o conjunto da classe trabalhadora. Estes setores que estão  na mira de Temer não estão inertes e vêm protagonizado grandes lutas.

Precisamos retomar as ruas para derrotar os ataques que estão postos e evitar novas ofensivas, como a onda privatista em curso. Para isto torna-se necessário unificar os enfrentamentos deste segundo semestre que estão em curso e repetir a lição vitoriosa do primeiro semestre, realizando uma nova Greve Geral no Brasil que precisa ser forte o suficiente para derrotar a Reforma da Previdência (PEC 287/2016), o PLS 116/2017, revogar a Emenda Constitucional 95/16, a Lei de Terceirizações (13.429/2017) e a Reforma Trabalhista (13.467/2017).

São muitos os desafios e a resposta precisa ser dada a altura. A trajetória que nos trouxe até aqui possui fortes e importantes mobilizações, como as que realizamos nos dias 8, 15 e 31 de março, culminado na Greve Geral de 28 de abril – a maior da história recente do Brasil – e que abriu caminho para o #OcupaBrasília de 24 de maio e para nossa segunda Greve Geral do ano, em 30 de junho. Todas essas lutas foram necessárias.

Elas demonstraram a disposição da nossa classe em lutar contra a retirada de direitos históricos e fundamentais. Ainda assim elas não impediram alguns reveses. Por tudo isso é que precisamos
ser ainda mais valentes! Conclamamos que as Centrais Sindicais unifiquem as lutas e os trabalhadores neste momento. Sabemos que bancários, petroleiros, ecetistas e nós, servidores públicos federais, estamos com campanhas salariais em curso. Para acelerar nossa mobilização rumo à Greve Geral, devemos unificar as lutas que hoje fazemos de maneira segmentada.

Enfim, o FONASEFE conclama a unidade contra o governo Temer e seus projetos de privatizações e reformas. Chamamos as Centrais à tomada de frente deste movimento de unificação, mobilizações e paralisações também em defesa dos serviços públicos, contra a reforma da previdência e pela revogação da reforma trabalhista rumo a uma nova greve geral no Brasil.

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