O Fórum das Seis dá início à data-base 2026 reafirmando que quer “avançar na recomposição dos salários, defesa de direitos e de financiamento adequado para as universidades”. A mobilização começa com a realização da primeira rodada de assembleias de base, que ocorre até 17 de março, para avaliar o indicativo de Pauta Unificada de Reivindicações (leia aqui). A proposta, construída pelas entidades que representam docentes, técnico-administrativos e estudantes das universidades estaduais paulistas e do Centro Paula Souza, será posteriormente consolidada e protocolada junto ao Cruesp, com a expectativa de abertura das negociações em maio.
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Entre os principais pontos do indicativo estão a recomposição das perdas salariais acumuladas desde maio de 2012, a valorização das carreiras, a defesa da autonomia universitária e a garantia de financiamento público adequado diante das incertezas trazidas pela reforma tributária e pela futura extinção do ICMS. O cálculo apresentado pelo Fórum aponta a necessidade de reajuste de 14,16%, com base na inflação medida pelo IPCA até janeiro de 2026, índice agora adotado por ser referência nacional para a recomposição salarial. A pauta também inclui reivindicações relativas à permanência estudantil, condições de trabalho e estudo, previdência e defesa dos hospitais universitários.
LEIA O INDICATIVO DE PAUTA UNIFICADA NESTE LINK
A rodada de assembleias será decisiva para a definição da pauta final e dos rumos da campanha salarial. Na ADunicamp, a assembleia está marcada para o dia 17 de março (em breve a convocatória será enviada), integrando o calendário unificado das entidades. No dia 18, o Fórum das Seis se reunirá para avaliar o retorno das bases e definir os próximos passos da mobilização, em um cenário que exige organização e unidade para fortalecer a negociação com os reitores.
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