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Assista: Candidatos(as) ao Senado por SP participam de evento do MCTP na ADunicamp

Candidatos(as) ao Senado pelo estado de São Paulo participaram de novo evento do Ciclo de Debates ELEIÇÕES 2018, promovido pelo Movimento pela Ciência e Tecnologia Pública (MCTP), na ADunicamp. O encontro foi realizado no último dia 01 de outubro, no auditório da entidade, e contou com a presença da candidata Silvia Ferraro (PSOL) e dos candidatos Jilmar Tatto (PT), Eduardo Suplicy (PT), Daniel Cara (PSOL) e Luiz Carlos Prates (Mancha) (PSTU).
Assim como os anteriores, este debate também teve transmissão ao vivo aqui neste site, pela fanpage da ADunicamp e pelo canal do Youtube da entidade
Para assistir ao debate, basta clicar no player abaixo.

Todos os candidatos ao Senado foram convidados a participar do debate e as confirmações de participação podem ser feitas até o dia do evento.
Além dos(as) candidatos(as) ao Senado, o Ciclo de Debates ELEIÇÕES 2018 tem realizado encontros com candidatos(as) à presidência da República e ao governo do estado de São Paulo, sempre com o objetivo de tratar de temas diretamente ligados à ciência, tecnologia e ensino público.
Acesse aqui e reveja todos os debates realizados durante o Ciclo de Debate Esleições 2018
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Professora Lisete critica desigualdade social e a ausência do estado em debate realizado na ADunicamp

A desigualdade social e a ausência do estado na execução das políticas públicas de interesse social estão entre alguns dos principais problemas que devem ser enfrentados pelo próximo governo do Estado de São Paulo, na avaliação da candidata ao governo paulista Professora Lisete Arelaro (PSOL). Ela participou, nesta quinta-feira, 27, do Ciclo de Debates ELEIÇÕES 2018, promovido pelo Movimento pela Ciência e Tecnologia Pública (MCTP) e realizado no auditório da ADunicamp, uma das 14 entidades que integram o movimento.
Para Lisete, professora da faculdade Educação da USP, a omissão do governo paulista “nos últimos 24 anos” tem provocado o fechamento de centenas de salas de aula na educação básica, o desmonte do ensino e da pesquisa pública e deixado na mão da iniciativa privada ações de fiscalização e controle que deveriam ser dever do estado. “As parcerias público privadas têm sido apresentadas como a única alternativa [de gestão da máquina pública] pelo atual governo”, disse. Isso, para ela, provoca a distorção de permitir que as próprias empresas contratadas para executar uma obra pública indiquem uma outra empresa privada para avaliar os serviços da contratada.
Lisete citou como exemplo o afundamento do terreno, ocorrido há três anos, em um trecho da Linha 4 do Metrô de São Paulo. “Até hoje ninguém sabe dizer o que aconteceu. E o relatório final diz, textualmente, que foi um ‘acidente de engenharia’. Ponto. Não há responsáveis, não há responsabilidades”, afirmou. E, de acordo com ela, havia denúncias de que o material usado não era o contratado e, por isso, não suportou o peso. “Tivemos ali uma situação extravagante”, lembrou ela, ao relatar o caso de uma vítima do afundamento que só conseguiu ser salva porque ligou para familiares, de debaixo dos escombros, relatando que estava ali, soterrada.
Na área de saúde, afirmou ela, o próprio TCU (Tribunal de Contas da União) criou o termo “quarteirização” ao questionar o modelo que está em curso no estado, com a contratação das OSs (Organizações Sociais). “A saúde, com as OSs, atingiu seu máximo de esquizofrenia. Nós temos 70% do orçamento da saúde investido em OSs. O TCU coloca que a saúde atingiu a necessidade de ‘interferências imediatas’”, disse. A quarteirização apontada pelo TCU, relatou Lisete, ocorre quando uma empresa contratada pelo governo contrata uma segunda empresa que, por sua vez, contrata uma terceira que contrata uma quarta. “E assim, se vai comendo o dinheiro do estado. Pois a última da cadeia é que vai cumprir o serviço que deveria ser cumprido pela primeira”, afirmou. Este quadro, de acordo com ela, é uma das causas da crise de atendimento no sistema de saúde. “Hoje, de cada 100 solicitações de atendimento, 72 não são atendidas”, quantificou.
Professora Lisete discutiu e apresentou também números sobre o desvio dos recursos do Orçamento destinados ao ensino e a saúde.
Entre os temas discutidos no evento, Lisete destacou a necessidade de retomar o caráter público da TV Cultura que hoje, conforme ressaltou, “virou uma TV do PSDB”; ampliar, de fato, o acesso gratuito e democrático à internet, para muito além do simples uso do Whatssapp; e a proposta de implantação de rádios comunitárias em todas as escolas estaduais, como mecanismo de driblar a profunda concentração da produção de informação que há no País, nas mãos de “três ou quatro grupos familiares”.
Sobre Ciência e Tecnologia Pública, Lisete também discutiu o problema da presença e da interferência de grandes grupos econômicos dentro de universidades e de institutos de pesquisa e citou como exemplo a presença da Monsanto na Esalq (Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”). Também destacou que a crise enfrentada pelas três universidades paulistas resulta de um projeto pelo qual se pretende, entre outros, implantar a cobrança de mensalidades.
CICLO DE DEBATES
Todo(a)s os candidato(a)s à presidência, ao governo do Estado e também ao Senado, por São Paulo, foram convidado(a)s a participar do Ciclo de Debates ELEIÇÕES 2018 promovido pelo MCTP e que acontece no auditório da ADunicamp.
Os encontros com os candidatos à presidência e ao governo do estado têm sido realizados de forma individual com cada candidato(a) e ocorrem à medida que ele(a)s manifestam a disponibilidade de agenda. Já o encontro com os candidatos(as) ao Senado, ocorre em evento único, nesta segunda-feira, 1° de outubro.
O tema principal dos encontros é a posição dos candidatos sobre Ciência, Tecnologia e Educação. Além dos encontros com candidatos, o Ciclo de Debates promove encontros com especialistas de diferentes áreas para discutir as eleições em curso.
Os vídeos dos eventos já realizados podem ser vistos nos sites www.ctpublica.wordpress.com e www.adunicamp.org.br.
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Assista: Professora Lisete (PSOL) durante de encontro promovido pelo MCTP na ADunicamp


A candidata ao governo do Estado de São Paulo Professora Lisete (PSOL) participou do Ciclo de Debates ELEIÇÕES 2018, promovido pelo Movimento pela Ciência e Tecnologia Pública (MCTP) na ADunicamp.
Todos os candidato(a)s à presidência e ao governo do Estado de São Paulo foram convidado(a)s a participar do Ciclo de Debates e os encontros serão realizados de forma individual com cada candidato(a) e irão ocorrer à medida que ele(a)s manifestarem a disponibilidade de agenda. O tema dos encontros será a posição dos candidatos sobre Ciência, Tecnologia e Educação.
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Assista: Candido denuncia sucateamento das universidades e institutos de pesquisa e defende fim do ‘entreguismo’


Os últimos governos do estado de São Paulo promoveram um sucateamento intencional e progressivo das universidades públicas e dos institutos estaduais de pesquisa com o objetivo de favorecer interesses privados. A afirmação foi feita pelo candidato do PDT ao governo do estado de São Paulo, Marcelo Candido, durante o novo encontro do Ciclo de Debates ELEIÇÕES 2018, promovido pelo Movimento pela Ciência e Tecnologia Pública (MCTP), ocorrido nesta quinta-feira, 20, no auditório da ADunicamp.
Para ele, ocorreu nas duas últimas décadas um “processo agudo de sucateamento” das universidades públicas e dos institutos de pesquisa. “Assim, o estado abre mão de uma capacidade extraordinária que tem e vai atrás da iniciativa privada”, avaliou.
Na avaliação de Candido, o “estado vive uma situação de quase calamidade em setores estratégicos”, como resultado de uma política “entreguista” que visa o desmonte das instituições públicas com o objetivo de entregá-las aos interesses da iniciativa privada. “O entreguismo precisa ser freado”, defendeu.
Ainda sobre o “desmonte da máquina pública”, Candido afirmou que se trata de um processo que está rapidamente em curso em todo o país. “Vivemos o momento em que o Brasil sofre as consequências de um golpe. Muita gente ainda não reconhece que foi um golpe, mas quando percebem o desmonte que está ocorrendo em nosso país, se dão conta de maneira mais clara sobre o que vem acontecendo realmente no Brasil hoje”, afirmou.
Candido afirmou que é necessária uma ampla discussão e revisão da estrutura de organização do estado, em São Paulo. No caso específico de ciência e tecnologia, avaliou, “existe uma única secretaria focada no tema”. Para ele, é indispensável um novo planejamento de governo, capaz de integrar ciência e tecnologia com o conjunto das demais secretarias, como educação e planejamento, entre outras. O candidato defendeu investimentos públicos em ciência e tecnologia como instrumento indispensável para o desenvolvimento do país e do estado de São Paulo.
“As três universidades públicas paulistas participam muito pouco do processo de planejamento do estado, não pela falta de vontade delas, mas pela não chamada por parte do governo. Ou seja, o governo desperdiça todo o potencial que tem. Desperdiça esse potencial que poderia ser utilizado na construção de projetos para as diferentes áreas do estado de São Paulo. É impossível entender que um estado como São Paulo, com o potencial que tem na área acadêmica e de pesquisa, não o utilize inclusive para servir o próprio governo”, argumentou.
O candidato, que já foi prefeito da cidade paulista de Suzano, questionou também o “isolamento dos municípios nas decisões e no planejamento do estado”. Segundo ele, os sucessivos governos estaduais recentes “desprezam os potenciais regionais”, criando sérios problemas em diversas áreas administrativas, desde a gestão das bacias hidrográficas e a construção do Orçamento, até políticas de saneamento das cidades. As sucessivas crises hídricas que ocorreram no estado, nos últimos anos, são para Candido uma consequência direta desta falta de “planejamento macro”.
Candido discutiu também algumas das questões que, segundo ele, são as mais sensíveis para a maioria da população paulista, “conforme apontam as pesquisas de opinião”, como segurança, saúde, emprego e educação. E debateu a questão do financiamento das universidades públicas paulistas e das cotas, entre outras.
CICLO DE DEBATES
Todo(a)s os candidato(a)s à presidência, ao governo do Estado e também ao Senado, por São Paulo, foram convidado(a)s a participar do Ciclo de Debates ELEIÇÕES 2018 promovido pelo MCTP e que acontece no auditório da ADunicamp.
Os encontros com os candidatos à presidência e ao governo do estado serão realizados de forma individual com cada candidato(a) e irão ocorrer à medida que ele(a)s manifestarem a disponibilidade de agenda. Já o encontro com os candidatos ao Senado, ocorrerá em evento único, no dia 1° de outubro.
O tema dos encontros será a posição dos candidatos sobre Ciência, Tecnologia e Educação.
Além dos encontros com candidatos, o Ciclo de Debates também promove encontros com especialistas de diferentes áreas para discutir as eleições em curso. O primeiro encontro, ‘As eleições e a construção de um projeto popular de País’ ocorrido em 30 de agosto, reuniu Frei Betto, Bia Barbosa e o professor Ricardo Antunes.
Os próximos encontros já agendados com candidatos ocorrerão no dia 27, a partir das 18h, com a Professora Lisete (PSOL), candidata ao governo do estado; e no dia 1°de outubro, a partir das 11h, com candidatos ao Senado, sempre no auditório da ADunicamp.
Os próximos encontros serão divulgados no site da ADunicamp – www.adunicamp.org.br – e também na parte de eventos do Facebook – facebook/adunicamp. Fiquem ligados(as)!!
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Aguiar defende investimento em ciência e ensino público e critica modelo tucano em São Paulo


O candidato ao governo do estado de São Paulo Cláudio Aguiar (PMN) afirmou, nesta quarta-feira, 19, durante encontro promovido pelo Movimento pela Ciência e Tecnologia Pública (MCTP) que o modelo de investimento em pesquisa que vem sendo implantado hoje no Brasil “vai na contramão do resto do mundo”, ao colocar os recursos públicos a serviço de interesses de empresas e da iniciativa privada, em detrimento dos interesses coletivos do país.
Enquanto, disse ele, no resto do mundo as empresas privadas investem recursos nas universidades públicas para que sejam realizadas pesquisas em tecnologia e inovação, no Brasil o dinheiro público repassado para as instituições de pesquisa estão a serviço “dos interesses privados e não do coletivo”. Para Aguiar, essa situação vai se agravar ainda mais com a implantação, hoje em curso, do chamado Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação (Lei n° 13.243, de 11 de janeiro de 2016). Questionamentos sobre o Marco Legal estão na origem do surgimento do MCTP, que hoje reúne 14 entidades ligadas à ciência e à pesquisa.
Depois de defender novos modelos de financiamento da pesquisa para garantir a injeção pesada de recursos públicos e privados em ciência, tecnologia e inovação, Aguiar afirmou que a crise de financiamento das universidades públicas paulistas decorre do desvio de dinheiro público, fruto de corrupção, nas últimas gestões do governo do estado.
“O grau de corrupção no estado de São Paulo, o dinheiro que vai para a vala, gira em torno de 30% a 35% em diversas licitações, segundo o TCE (Tribunal de Contas do Estado)”, afirmou. Para ele, os governos tucanos não são investigados em São Paulo, porque tem uma maioria de deputados na Assembleia Legislativa “totalmente conivente e que anda junto com eles”. Aguiar afirmou que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) conseguiu barrar na Assembleia Legislativa mais de 100 pedidos de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar atos do seu governo.
NO CASSETETE
Aguiar atribuiu a crise de financiamento das universidades públicas paulistas e a crise no ensino médio público ao modelo de governo que geriu o estado nos últimos anos. “A questão é de governo, de posição de governo. Em São Paulo, o professor ainda é tratado de cassetete na mão. Se o professor, que está na ponta de lança do ensino, é tratado com cassetete, imagina a instituição de ensino em si”, avaliou.
O candidato lembrou que, nos últimos oito anos, ocorreu uma redução de quase 50% na verba destinada à ciência e tecnologia pública no estado de São Paulo. “Há oito anos, tínhamos recursos na casa de 7 bilhões de reais. Hoje, giram em torno de 4,7 bilhões”, pontuou.
Para Aguiar, não há possibilidade de realizar o desenvolvimento econômico no país sem investimentos em ensino, ciência e tecnologia.
CICLO DE DEBATES
Todo(a)s os candidato(a)s à presidência e ao governo do Estado de São Paulo foram convidado(a)s a participar do Ciclo de Debates ELEIÇÕES 2018 promovido pelo MCTP e que acontece no auditório da ADunicamp. Os encontros serão realizados de forma individual com cada candidato(a) e irão ocorrer à medida que ele(a)s manifestarem a disponibilidade de agenda. O tema dos encontros será a posição dos candidatos sobre Ciência, Tecnologia e Educação.
Além dos encontros com candidatos, o Ciclo de Debates também promove encontros com especialistas de diferentes áreas para discutir as eleições em curso. O primeiro encontro, ‘As eleições e a construção de um projeto popular de País’ ocorrido em 30 de agosto, reuniu Frei Betto, Bia Barbosa e o professor Ricardo Antunes.
Os próximos encontros com candidatos ocorrerão nesta quinta feira 20, com Marcelo Cândido (PDT), às 12 horas; e com Professora Lisete (PSOL), dia 27 às 18h.
A agenda dos próximos eventos e os vídeos dos eventos já realizados podem ser vistos nos sites www.ctpublica.wordpress.com e www.adunicamp.org.br.
Fotos: Véronique Hourcade / MCTPública
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#Eleições2018
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Assista: Boulos discute Ciência e Tecnologia em encontro promovido pelo MCTP na ADunicamp

O candidato à presidência Guilherme Boulos (PSOL) participou, no último dia 12 de setembro, do Ciclo de Debates ELEIÇÕES 2018, promovido pelo Movimento pela Ciência e Tecnologia Pública (MCTP), na ADunicamp. Para assistir ao evento, basta clicar no player abaixo.
Todos os candidato(a)s à presidência e ao governo do Estado de São Paulo foram convidado(a)s a participar do Ciclo de Debates e os encontros serão realizados de forma individual com cada candidato(a) e irão ocorrer à medida que ele(a)s manifestarem a disponibilidade de agenda. O tema dos encontros será a posição dos candidatos sobre Ciência, Tecnologia e Educação.
Os próximos encontros serão divulgados no site da ADunicamp e também nos eventos do facebook.

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“Construção de um projeto popular de País” dá início ao Ciclo de Debates ELEIÇÕES 2018

Analfabetismo político, crescimento da miséria, concentração dos meios de comunicação e precarização do trabalho foram alguns dos tópicos abordados no debate realizado na última quinta-feira, 30, no auditório da ADunicamp. Com o tema “As eleições e a construção de um projeto popular de País – reflexões sobre o processo eleitoral”, o evento foi o primeiro do Ciclo de Debates ELEIÇÕES 2018, realizado pelo Movimento pela Ciência e Tecnologia Pública (MCTP) e reuniu Frei Betto, Bia Barbosa e Ricardo Antunes. (Assista a integra do debate)
Frei Betto (assessor de movimentos sociais, escritor premiado e reconhecido mundialmente pelo seu ativismo em defesa dos direitos humanos) iniciou sua fala com um “Fora Temer”, fez uma avaliação dos 13 anos de governo do PT e defendeu a importância da mobilização e do “alfabetismo político”.
A necessidade de se discutir a democratização dos meios de comunicação no País, com a garantia das diversas etnias e grupos sociais, entre outros, estarem representados nesses meios – “não apenas como receptores, como emissores também” – foram algumas das questões levantadas por Bia Barbosa (da coordenação executiva do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, organização que trabalha pela efetivação do direito humano à comunicação no Brasil). Ela apresentou dados referentes às grades de programação dos canais de televisão aberta e ressaltou ser fundamental incluir a questão da comunicação em um debate sobre eleições e projeto popular de país, uma vez que a comunicação, além de ser um direito fundamental, é uma área estratégica.
Ricardo Antunes (professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas – IFCH/ Unicamp) destacou a importância da realização desse debate. Apresentou reflexões sobre o processo de precarização do trabalho, que faz parte de um novo ciclo de destruição e que inclui a devastação do meio ambiente e de lutas, resultando em um aumento da intolerância, xenofobia e outras violências, e falou da necessidade de articulação entre três atores, que são essenciais na construção de um projeto popular de País: partidos de esquerda, movimentos sociais e sindicatos.
CICLO DE DEBATES
O evento faz parte do Ciclo de Debates ELEIÇÕES 2018, uma iniciativa do MCTP para debater questões a partir do processo eleitoral. Duas modalidades de debate fazem parte do ciclo. Uma delas evolve o debate entre especialistas de diferentes áreas, como o que ocorreu na última quinta-feira.
A outra é específica para debater questões de Ciência e Tecnologia, com candidat@s à Presidência da República e ao governo do Estado de São Paulo. Os encontros serão realizados de forma individual com cada candidat@ e irão ocorrer à medida que @s candidat@s manifestarem a disponibilidade de agenda.
Integram o Movimento pela Ciência e Tecnologia Pública, além da ADunicamp, as seguintes entidades:  Sinpaf – Seção Sinical Campinas e Jaguariúna, APqC, Gapi/Unicamp, Netes/Unifesp, ANDES-SN, SASP, Adusp, Adunesp, Adunifesp, SOLTEC/UFRJ, STU e Sintunesp.
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As Eleições e a Construção de um Projeto Popular de País – Reflexões Sobre o Processo Eleitoral

Esta é a primeira atividade do Ciclo de Debates Eleições 2018, promovido pelo Movimento pela Ciência e Tecnologia Pública (MCTP), com a ADunicamp.
Assista no player abaixo:

Sobre o evento
O ciclo de debates ELEIÇÕES 2018, realizado pelo Movimento pela Ciência e Tecnologia Pública (MCTP), começa nesta quinta-feira, 30, com a mesa “As eleições e a construção de um projeto popular de País – reflexões sobre o processo eleitoral”. O evento será realizado no auditório da Associação de Docentes da Unicamp (ADunicamp), a partir das 17 horas, com transmissão ao vivo pela internet.
Para debater o tema foram convidados Frei Betto (assessor de movimentos sociais, escritor premiado e reconhecido mundialmente pelo seu ativismo em defesa dos direitos humanos), Bia Barbosa (da coordenação executiva do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, organização que trabalha pela efetivação do direito humano à comunicação no Brasil) e Ricardo Antunes (professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas – IFCH/ Unicamp). A mediação será feita por Wagner Romão, presidente da ADunicamp.
O ciclo de debates ELEIÇÕES 2018 tem como proposta a realização de uma série de eventos para debater questões a partir do processo eleitoral. Duas modalidades de debate fazem parte do ciclo. Uma delas é específica para debater questões de Ciência e Tecnologia, com candidat@s à Presidência da República e ao governo do Estado de São Paulo. Os encontros serão realizados de forma individual com cada candidat@ e irão ocorrer à medida que @s candidat@s manifestarem a disponibilidade de agenda.
O outro tipo de debate tem como finalidade discutir o processo eleitoral e a realidade do País, de forma mais ampla, com a participação de especialistas de diversas áreas. O debate desta quinta-feira se encaixa nesta modalidade e pode ser acompanhado pelos sites www.adunicamp.org.br e www.ctpublica.wordpress.com.
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Estudantes, professores e funcionários discutem o futuro de Unicamp, USP e Unesp

Contra o desmonte do ensino público superior e pela aprovação de emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) em prol da universidades estaduais paulistas, o Fórum das Seis, órgão que reúne docentes, estudantes e funcionários de USP, Unesp e Unicamp e da instituição Centro Paula Souza, participou de audiência pública, nessa terça-feira, 14, para pressionar os deputados da Assembleia Legislativa. Desde o primeiro semestre do ano, o movimento reivindica mais recursos para as instituições.
Ao repórter Leandro Chaves, do Seu Jornal, da TVT, o presidente da ADunicamp, Wagner Romão (IFCH) e participantes da audiência denunciaram que as verbas destinadas hoje ao ensino superior não dão conta das demandas das instituições, que vêm enfrentando dificuldades como a precarização das condições trabalhistas dos funcionários e a redução de projetos de pesquisas, prejudicando de forma geral a qualidade do ensino.
As propostas de emendas à LDO de 2019 – que deveria ter sido votada em junho pelos deputados – ainda precisam ser analisadas pela Comissão de Finanças da Assembleia.
Assista:

Fotos:
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Debate | A crise de financiamento das universidades estaduais paulistas: contexto político-econômico e impactos

Intitulada “A crise de financiamento das universidades estaduais paulistas: contexto político-econômico e impactos”, a mesa contou com a presença dos professores Márcio Pochmann (IE – Unicamp), Francisco Miraglia (IME – USP), Guilherme Mello (IE – Unicamp) e foi moderada pela professora Adriana Nunes (IE – Unicamp).
A mesa dá início a uma série de debates e eventos que serão realizados nas próximas semanas dentro da campanha “Em Defesa da Universidade Pública”, iniciada em junho pela associação de docentes.
Assista AO DEBATE no player abaixo: