ADunicamp, STU e DCE realizam ato em defesa da universidade pública, da ciência, da educação e da democracia

Mobilização reuniu docentes, estudantes e servidores técnico-administrativos da Unicamp e reforçou a importância de levar a defesa dessas pautas também para as urnas nas eleições de outubro

Docentes, estudantes e servidores técnico-administrativos da Unicamp participaram, nesta quarta-feira, dia 23 de setembro, do Ato em Defesa da Universidade, da Ciência e da Democracia, realizado em Barão Geraldo. Organizada pela ADunicamp, pelo STUe pelo DCE, a manifestação levou às ruas a defesa da universidade pública, da educação, da ciência, da pesquisa e das instituições democráticas.

Com faixas, cartazes e palavras de ordem, a comunidade universitária chamou a atenção da sociedade para a importância de preservar conquistas fundamentais para o desenvolvimento do país e para a garantia de direitos. Mensagens como “Universidade pública é patrimônio da sociedade”, “Ciência e pesquisa são fundamentais para o desenvolvimento do Brasil” e “Educação pública é direito. Defendê-la é essencial!” reforçaram que a defesa da universidade, da ciência, da pesquisa e da educação pública não diz respeito apenas à comunidade acadêmica, mas a toda a sociedade brasileira.

Das ruas às urnas
Realizado em meio ao período eleitoral, o ato também buscou chamar a atenção para a responsabilidade de cada eleitor e eleitora nas eleições de 2026. Se a universidade pública, a ciência, a educação e a democracia são essenciais para o presente e para o futuro do país, a defesa desses valores também precisa orientar as escolhas feitas nas urnas.

A mensagem levada às ruas foi clara: é preciso votar em quem tenha compromisso efetivo com a universidade pública, com o financiamento e a valorização da ciência e da pesquisa, com a educação pública e com a democracia. Uma das principais faixas da manifestação sintetizou esse chamado: “Vote em defesa da universidade pública, da ciência, da educação e da democracia!”.

Em um momento em que o país define seus representantes para os próximos anos, é fundamental observar quais projetos políticos efetivamente defendem esses princípios. Quem não defende a universidade pública, quem despreza a ciência, quem ataca a educação e quem ameaça a democracia não merece o voto da sociedade.

Mais do que uma escolha individual, o voto tem consequências coletivas. São os representantes eleitos que participarão das decisões sobre orçamento, financiamento da pesquisa, políticas educacionais, serviços públicos, direitos sociais e sobre os rumos das instituições democráticas brasileiras.

Por isso, a mobilização realizada em Campinas não termina com o encerramento do ato. A defesa da universidade pública, da ciência, da educação e da democracia continua nas ruas, nos espaços de trabalho e estudo, no diálogo com familiares e amigos e, sobretudo, nas urnas.

Em tempos de eleições, defender essas conquistas significa também escolher representantes comprometidos com elas.

Universidade pública é patrimônio da sociedade.
Ciência e pesquisa são fundamentais para o desenvolvimento do Brasil.
Educação pública é direito. Democracia é inegociável.
No dia 4 de outubro, vote em quem defende a universidade pública, a ciência, a educação e a democracia.

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