O PROAM – Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental, em conjunto com entidades parceiras, realiza no próximo dia 5 de agosto, às 19h, no Auditório Franco Montoro da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), o ato de lançamento da Carta Paulista pela Reconstrução da Governança Ambiental.
A Carta é resultado de um amplo processo de reflexão que reuniu pesquisadores(as), especialistas, juristas, gestores públicos e representantes da sociedade civil em torno da necessidade de reconstruir e fortalecer a governança ambiental no Estado de São Paulo. O documento apresenta uma plataforma de convergência voltada ao fortalecimento das instituições ambientais, da gestão ecossistêmica e de um modelo de desenvolvimento compatível com os limites ecológicos e os direitos das atuais e futuras gerações.
Entre os princípios defendidos pela Carta estão o fortalecimento da ciência, da prevenção, da participação social, da transparência e do interesse público como fundamentos das políticas ambientais. O lançamento reunirá especialistas, organizações ambientalistas, movimentos sociais, pesquisadores(as) e representantes do poder público para marcar o início de uma agenda permanente voltada à reconstrução da governança ambiental paulista.
A ADunicamp está entre as entidades signatárias da Carta Paulista pela Reconstrução da Governança Ambiental, reafirmando seu compromisso com a defesa da universidade pública, da ciência e da preservação ambiental.
As questões ambientais constituem uma das duas pautas prioritárias da atual gestão da ADunicamp. A entidade também integra o Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (COMDEMA) de Campinas, onde ocupa uma cadeira representando a sociedade civil e participa ativamente da construção de políticas públicas voltadas à proteção do meio ambiente.
Esse compromisso também se expressa no apoio da ADunicamp à mobilização em defesa da Fazenda Remonta-Coudelaria, área de grande relevância ambiental localizada entre Campinas e Valinhos. A entidade é uma das apoiadoras do movimento contrário ao leilão da área, defendendo sua preservação como patrimônio ambiental, científico e social para as presentes e futuras gerações.









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