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ADunicamp se solidariza aos docentes no protesto contra a volta às aulas presenciais

A Associação dos docentes da Unicamp (ADunicamp) se solidariza com os colegas professores e professoras das redes pública e privada de São Paulo e com suas organizações de classe em protesto contra as intransigentes determinações de retorno das atividades escolares presenciais no Estado.

Diante do trágico e amplamente noticiado aumento dos casos de Covid-19, tanto no estado de São Paulo quanto no país, e do inaceitável, deliberado e mesmo criminoso retardo no programa de imunizações, é absolutamente temerária a decisão pela retomada das rotinas escolares presenciais, ainda que mediante protocolos sanitários.

As recentes notícias de surgimento de numerosas infecções por Covid-19 em escolas de Campinas somam-se aos muitos relatos que recebemos de colegas sobre constrangimentos de mantenedores e dirigentes da educação no sentido de, escandalosamente, acobertar a gravidade da situação aos olhos da imprensa e da opinião pública.

Entendemos que as prioridades dos gestores da educação paulista devam se concentrar, sem concessões subalternas a populismos, na preservação das condições de saúde das comunidades escolares e na ampliação e agilização da vacinação.

Enfatizamos que apoiaremos todas as decisões das entidades do magistério que objetivarem defender a qualidade de saúde daqueles que efetivamente se dedicam, a despeito de todos os desmandos dos dirigentes e governos, à elevação da qualidade da educação básica.

Maria Sílvia V. Gatti, presidenta da ADunicamp, virologista, Instituto de Biologia (Unicamp)
Gustavo T. Cunha, diretor da ADunicamp, médico, Faculdade de Ciências Médicas (Unicamp)
Diama B. A. Peixoto do Vale, diretora da ADunicamp, médica, Faculdade de Ciências Médicas (Unicamp)

Diretoria da ADunicamp

 

Leia mais:
Surto de covid-19 fecha duas escolas privadas de Campinas (SP)
– Após surto de covid-19, escola particular de Campinas suspende aulas presenciais




Pelos direitos de trabalhadoras e trabalhadores, pela vida das/os profissionais da saúde e em defesa dos serviços públicos

Governo e Universidades devem agir com firmeza frente à pandemia, mantendo os orçamentos das Universidades e investindo nos hospitais universitários

Reunidas em 3/4/2020, as entidades do Fórum das Seis avaliaram a crise sanitária e social que ocorre com a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) e assim se posicionaram:

1. Manifesto em defesa da vida e dos direitos da classe trabalhadora
Em meio à maior crise sanitária e social da história recente, que expõe as consequências de uma sociedade estruturada na exploração da maioria pela minoria, é urgente reconhecer que o fortalecimento dos serviços públicos e a ampliação do atendimento universal e gratuito são medidas determinantes para enfrentar a pandemia de modo a minimizarmos as suas consequências. A política neoliberal, de diminuição do Estado e do número de servidoras/es públicos, desnuda toda a sua crueldade no momento em que mais eles são essenciais para a população.
O Fórum das Seis, consciente do seu papel em defesa não só de trabalhadoras/es e estudantes das universidades estaduais paulistas e do Centro Paula Souza, mas também da ampla população explorada do país, soma-se às representações sindicais e sociais públicas e privadas para reivindicar a adoção de medidas que realmente possam proteger a todas e todos.
Confira Manifesto ao final deste boletim.
2. Sobre os hospitais universitários e as garantias aos profissionais da saúde
O avanço da Covid-19 colocará as/os profissionais da área da saúde em risco permanente de contágio. O Fórum das Seis exorta as Universidades a garantir a saúde de toda a sua comunidade, em especial dessas/es profissionais.
O governo Doria tem a obrigação de se articular com as direções das Universidades Estaduais, de maneira a prover os hospitais universitários de recursos para a aquisição de equipamentos de proteção individual (EPIs), contratação emergencial de profissionais, substituição das/os profissionais dos grupos de risco, ampla testagem de contágio pelo coronavírus, seguro saúde para servidoras/es e seus familiares e adicional insalubridade.
Além disso, neste momento de crise, fica bastante visível a política equivocada de desmonte dos hospitais universitários em São Paulo. A pesquisa científica e sua articulação com a prática nos hospitais são fundamentais para garantir a saúde da população e para seguir formando profissionais afinados com o Sistema Único de Saúde. É imperativo que agora, e também depois de passado este momento de crise, o governo do estado de São Paulo e as Universidades retomem investimento público nos hospitais universitários e na produção estatal de EPIs, medicamentos, aparelhos e outros equipamentos necessários para a setor da saúde.
3. Sobre a continuidade do semestre por meios digitais
O Fórum das Seis já se posicionou contrário à continuidade do semestre nas condições que a pandemia e a quarentena impõem a docentes e estudantes. No momento, a prioridade deve ser a de salvar vidas e todos os esforços das Universidades e do Centro Paula Souza devem ser direcionados para este fim, seja no aprimoramento da pesquisa científica para a contenção do vírus, na produção de insumos para promover e proteger a saúde da população (álcool em gel, EPIs, máscaras, respiradores etc.), no estudo dos impactos sociais causados pela crise, na viabilização de ações de solidariedade à população mais carente nas cidades em que temos campi universitários, seja ainda produzindo e divulgando conteúdos informativos sobre os diversos aspectos da pandemia e o necessário isolamento social e espacial para o combate à disseminação do coronavírus. Estas instituições são referências do poder público por todo o estado de São Paulo e devem atuar no sentido de fortalecer o combate ao vírus.
No entanto, as reitorias têm imposto uma pretensa agenda de “salvação do semestre” a todo custo. Isso tem levado a uma situação caótica na condução das disciplinas, com uma variedade extrema tanto no que se refere às unidades de ensino (algumas seguem com o “ensino à distância” a pleno vapor, outras decidiram pela suspensão total do semestre), como quanto ao modo como docentes têm mantido as disciplinas. Some-se a isto o fato de que muitos de nossos estudantes não dispõem de condições mínimas para participar desta modalidade de ensino.
Recebemos inúmeras manifestações de colegas docentes – bem como também de estudantes – a respeito das dificuldades de manter o semestre. O Fórum das Seis mantém sua posição de luta em defesa da liberdade de cátedra, de direitos trabalhistas e da dignidade do trabalho docente.
É fundamental que as decisões tomadas no contexto desta crise se deem pelos órgãos colegiados das Universidades, sobretudo suas câmaras de graduação e de pós- -graduação e seus conselhos universitários, com plena voz à representação de docentes, funcionários técnicas/os-administrativas/os e estudantes. As reitorias não podem tomar decisões apenas com pró-reitores e sem diálogo com a comunidade universitária.
A administração superior das Universidades, sobretudo as reitorias, precisam abrir-se ao diálogo. As entidades reunidas no Fórum das Seis reforçam a solicitação de uma reunião com o Cruesp para tratar dos assuntos relacionados à pandemia, tanto no que diz respeito ao equacionamento das suas implicações para servidoras/es técnico- administrativas/os, docentes, estudantes e trabalhadoras/ es terceirizadas/os que prestam serviços em nossos campi, quanto para a preservação da produção de conhecimento e pensamento crítico neste período, além da construção de estratégias para a retomada das atividades assim que findar a necessidade de isolamento social.
4. Sobre a data-base 2020
Em reunião realizada no dia 21 de fevereiro, o Fórum das Seis deliberou por um calendário de mobilizações a respeito da campanha salarial 2020.
Frente ao avanço da pandemia, do regime de quarentena e da suspensão das atividades presenciais nas Universidades, o Fórum das Seis deliberou pela suspensão da campanha salarial até que haja condições para que as assembleias sejam retomadas. A coordenação do Fórum comunicará formalmente esta decisão ao Cruesp.


Manifesto do Fórum das Seis em defesa da vida e dos direitos da classe trabalhadora

Em meio à maior crise sanitária e social da história recente, a ampla maioria da sociedade brasileira, composta por um enorme contingente de trabalhadores informais, tende a ser a mais afetada pelo forte avanço da pandemia do novo coronavírus – que causa a Covid-19 – e, também, por seu impacto nas condições de vida e sobrevivência de grande parte da população.
Diante deste cenário, é urgente reconhecer que o fortalecimento dos serviços públicos e a ampliação do atendimento universal e gratuito para todos são medidas determinantes para passarmos pela pandemia atenuando seus efeitos. A política neoliberal, de diminuição do Estado e do número de servidores públicos, expõe toda a sua crueldade no momento em que mais eles são essenciais para a população.
É inadmissível a política adotada pelo presidente da República, de rendição exclusiva aos interesses do mercado, contrapondo as necessárias medidas de isolamento social em todas as atividades não essenciais – na forma indicada pelas autoridades de saúde e sanitárias do Brasil e do mundo. Bolsonaro expressa opiniões que ferem a pesquisa científica, confundem a população e apontam para o caos no sistema de saúde, insistindo no fim da política de isolamento social em nome de uma suposta retomada da atividade econômica.
As pretensas medidas anunciadas pelo governo para atacar os dois aspectos da crise atual – a sanitária e a econômica – estão muito longe de representar uma real preocupação com a saúde e a sobrevivência da população.
O apoio às/aos informais, com o “auxílio” de R$ 600 mensais por três meses, que seria de apenas R$ 200 se dependesse do governo, é absolutamente insuficiente (pouco mais que a metade de um salário mínimo) para uma parcela que chega a 24 milhões de trabalhadoras/ es na informalidade (resultante da reforma trabalhista de outrora), de acordo com dados do IBGE de antes do início da pandemia. Some-se a isso o criminoso atraso no pagamento do auxílio, como se a fome pudesse esperar.
A medida provisória 936/2020, que permite a redução de salários e jornadas, em negociações individuais entre patrões e empregados, à margem dos acordos coletivos com a presença dos sindicatos, contribui para aumentar a precarização das condições de vida de trabalhadoras/es. Trata-se de um ataque direto às/aos trabalhadoras/es, que poderá provocar uma redução dos salários que pode variar entre 10% e mais de 80% dos rendimentos do trabalhador, a depender do tamanho do salário inicial e do tamanho do corte da jornada/salário. Isso representará uma queda da massa salarial que pode variar entre 9% e 28%, retirando até R$ 21 bilhões por mês das mãos dos trabalhadores, com evidentes impactos sobre o consumo, conforme estudo do publicado por pesquisadores do CECON-IE/UNICAMP.
No rastro dessa política, sucedem-se no Congresso Nacional e em várias assembleias legislativas estaduais propostas de redução nos vencimentos de servidores públicos.
Os governantes não admitem investir com urgência mais recursos em saúde, nas universidades e instituições públicas de pesquisa, na contratação de mais servidoras/es públicos, no apoio à subsistência de empresas (especialmente micro, pequenas e médias, responsáveis pela maioria dos empregos no país).
A revogação da Emenda Constitucional (EC) 95/2016, que impede investimentos nas áreas sociais, é fundamental. Apenas a título de exemplo, desde a sua edição, em 2017, os gastos em saúde pública correspondiam a 15,8% da arrecadação da União; em 2019, a apenas 13,5%. Neste período, essa queda percentual significou cerca de R$ 20 bilhões a menos em investimento no setor.
O país concentra um dos maiores índices de desigualdade social do mundo, com o 1% mais rico detendo mais da metade da renda nacional. Entidades de auditores fiscais apontam que seria possível arrecadar R$ 272 bilhões apenas com a taxação de impostos sobre as fortunas dos multimilionários brasileiros.
Ao mesmo tempo, o governo federal segue comprometendo parcela expressiva do orçamento federal (em torno de 38%, de acordo com dados de 2019) com o pagamento da dívida pública majoritariamente junto aos grandes bancos.
O Brasil segue em passos lentos na implementação das medidas econômicas de enfrentamento da crise – em sua maioria equivocadas ou insuficientes – apesar de já possuir um quadro rico de todas as medidas que deveriam ser adotadas. Isso se deve, em parte, à resistência e à inépcia do governo federal, em sua incapacidade de coordenar esforços e planejar ações. Mas também se deve ao desmonte da capacidade produtiva e estatal que a economia brasileira sofreu nos últimos anos, enfraquecendo não apenas o sistema de saúde pública, mas também os reconhecidos centros de pesquisa, as universidades públicas, os mecanismos de coordenação e de planejamento econômico, como os bancos e empresas públicas. O neoliberalismo radical cobra seu preço, nesse momento que a coordenação é tão fundamental para o enfrentamento da pandemia e de seus efeitos.
O Fórum das Seis, consciente do seu papel em defesa não só de trabalhadoras/es e estudantes das universidades estaduais paulistas e do Centro Paula Souza, mas também da ampla população explorada do país, soma-se às representações sindicais e sociais públicas e privadas para reivindicar a adoção de medidas que realmente possam proteger a todas e todos, quais sejam:

  1. A manutenção das políticas de isolamento social enquanto, com base nas orientações da OMS, as autoridades de saúde assim o indicarem, com exceção dos serviços essenciais (com a garantia de equipamentos de proteção individuais e demais condições necessárias para atuarem);
  2. A manutenção dos empregos e dos salários sem cortes, nos setores públicos e privados, com a adoção de políticas de subsistência digna para toda a população;
  3. A instituição de uma renda mínima universal aos assistidos por benefícios sociais, desempregadas/os e trabalhadores informais, garantindo a elas/es poder superar a crise sem a necessidade de se exporem nas ruas em busca de renda;
  4. A revogação da EC 95/2016 e a liberação dos investimentos necessários aos serviços públicos para a superação da crise sanitária, com a devida contratação de profissionais necessárias/os;
  5. A taxação imediata das grandes fortunas, para superar a desigualdade no país;
  6. A suspensão do pagamento da dívida pública em 2020, para garantir políticas públicas de apoio à população e à atividade econômica.

A crise expõe inconteste a necessidade de MAIS ESTADO E MAIS POLÍTICAS PÚBLICAS! RESPEITO À VIDA EM PRIMEIRO LUGAR!
São Paulo, 3 de abril de 2020
Fórum das Seis Entidades
Acesse o Boletim, na íntegra, aqui.
 




ADUNICAMP VAI DEBATER POLÍTICA SALARIAL E CARREIRA NO INÍCIO DE MARÇO

O Conselho de Representantes da ADunicamp, reunido em 20 de fevereiro, decidiu intensificar o debate na categoria docente sobre política salarial e carreira. Para isso, serão convocadas reuniões nas Unidades da Unicamp – com participação dos conselheiros e da Diretoria da ADunicamp – a respeito da insatisfação dos docentes quanto aos seus níveis de remuneração e também às dificuldades de progressão na carreira.
Entende-se que, sobretudo os níveis iniciais da carreira docente – MS 3.1 e MS 3.2 – os salários estão bastante defasados, seja na comparação com as Universidades Federais, seja na comparação com algumas instituições privadas de ensino ou mesmo no mercado de trabalho fora em empresas e outras instituições. Os conselheiros discutiram a necessidade de se abrir um debate franco entre a comunidade e a reitoria a respeito deste tema.

“Além de lutarmos contra a fuga de cérebros, precisamos fazer com que novos cérebros continuem chegando à Unicamp. Cada vez mais a Universidade e o serviço público tem deixado de ser atrativo aos novos talentos, com todas as perdas que a carreira tem sofrido – como o provável fim da incorporação de gratificações e demais perdas da reforma da previdência estadual em tramitação na ALESP”, disse o professor Wagner Romão, presidente da ADunicamp.

O calendário geral das reuniões será divulgado nos próximos dias. Com o intuito de fomentar o debate, a Diretoria faz um convite aberto a todos/as docentes da UNICAMP para que escrevam artigos a respeito da política salarial e da carreira, os quais serão divulgados em todos os canais de comunicação da entidade.
ASSEMBLEIA NO DIA 11 DECIDIRÁ SOBRE PARALISAÇÃO NO DIA 18 DE MARÇO
Foi aprovado no 39o Congresso do Andes-SN – do qual a ADunicamp é seção sindical – a participação na Greve Geral da Educação, convocada para o dia 18 de março. As pautas principais das mobilizações são a luta contra a precarização do ensino e a defasagem salarial, a renovação do Fundeb e também a luta contra o contingenciamento e cortes de recursos para a ciência e tecnologia.
A ADunicamp convocará Assembleia a realizar-se no dia 11 de março, 12h, para a decisão sobre a paralisação das atividades no dia 18 e também sobre como a categoria organizará suas ações. Também será ponto de pauta, conforme deliberado pelo Andes-SN, a possibilidade da construção de uma greve nacional de docentes ainda no primeiro semestre.
INCORPORAÇÃO DE PESQUISADORES DA CARREIRA PQ À ADUNICAMP
A Diretoria da ADunicamp informou aos membros do CR todo o processo de diálogo com servidores da carreira Pq que reivindicam a possibilidade de filiar-se à nossa Associação. Esta relação vêm se estreitando desde o início do ano passado e é chegada a hora de uma decisão que envolva todos os filiados e filiadas ao sindicato.
A decisão implica em alteração do Regimento da ADunicamp. A Diretoria consultou o Andes-SN sobre o tema e foi dado sinal verde para que seja feita a alteração.
Toda alteração no Regimento deve ser feita em Assembleia Geral Extraordinária, convocada especialmente para esse fim, respeitado o quorum de 10% do total dos sindicalizados. Hoje a ADunicamp possui atualmente 2.283 filiados, de modo que serão necessários os votos de pelo menos 228 associados/as. A deliberação sobre a alteração estatutária deve ser de no mínimo 60% dos sindicalizados presentes.
A Diretoria convocará uma Assembleia para deliberação sobre a filiação dos Pqs à entidade no dia 25 de março, a partir das 9h da manhã. Haverá uma urna onde deverão ser depositados os votos dos filiados presentes. Votam apenas as pessoas já filiadas. Espera-se que o quórum mínimo seja obtido ao longo do dia 25.
Se a votação pela mudança estatutária for vitoriosa, ela deve ainda ser referendada por maioria simples, em consulta a ser realizada nos dias 12 e 13 de maio, mesma data das eleições para a nova Diretoria e Conselho de Representantes da ADunicamp (2020-22), bem como da nova Diretoria do Andes-SN (2020-22).




Moção de aplauso e solidariedade ao movimento grevista dos petroleiros

A greve dos petroleiros iniciou-se sob a justificativa da demissão em massa de funcionários da Petrobras alocados na Fafen (Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados) do Paraná e pelo descumprimento de parcelas do Acordo Coletivo firmado entre os sindicatos e a empresa. Porém, para além disso, a greve tornou-se um grito de desacordo com o que tem representado o governo Bolsonaro, em seus ataques aos sindicatos, à soberania nacional, à política de privatizações e, sobretudo, em defesa de uma Petrobras que atue em benefício da sociedade brasileira.
O Conselho de Representantes da ADunicamp, reunido em 20 de fevereiro, manifesta seu apoio ao movimento grevista e se declara à disposição para colaborar com a luta dos petroleiros!




Mais de mil servidores participam de ato contra reforma da Previdência paulista (2/12 – Alesp)

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Cerca de 1.000 servidores públicos estaduais, ligados a mais de 40 entidades representativas das diversas categorias do funcionalismo, participaram da reunião da Frente Paulista em Defesa do Serviço Público que ocorreu nesta segunda-feira, 02, no Auditório Tiradentes da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo).
O encontro é parte das mobilizações do funcionalismo público paulista contra o projeto da reforma estadual da Previdência, encaminhado, em novembro, pelo governador João Dória (PSDB) para a Alesp, com a proposta de ser votado ainda este ano. A reforma está na prevista na PEC 18 (Proposta de Emenda à Constituição) e no PLC 80 (Projeto de Lei Complementar).
O projeto tem recebido críticas pesadas das entidades representativas do funcionalismo paulista. “Ele aponta para perdas significativas de direitos e uma queda na qualidade da aposentadoria no serviço público. E foi elaborado sem a participação dos servidores”, afirma o presidente da ADunicamp, professor Wagner Romão (IFCH), que participou do ato.
Quinze deputados também participaram do encontro e se manifestaram a favor das reivindicações das entidades. De acordo com avaliação de lideranças parlamentares, 35 deputados já estariam posicionados contra a reforma. “Mas precisamos de 48 votos para derrubar o PEC 18 e o PLC 80”, apontou Romão. Por isso, as lideranças têm focado suas ações também no parlamento, com o objetivo de levar os deputados a escutar as reivindicações da categoria e votarem contra o atual projeto de Reforma.
Romão informou que muitas categorias têm feito “corpo a corpo” junto aos deputados para discutir detalhes da reforma, com destaque para policiais civis, professores da rede estadual e pessoal da saúde, além dos servidores ligados ao Judiciário. “Nós, do ensino público superior, também estamos ampliando nossa participação”, avaliou.
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Lançamento do UnicampAfro (9/10)

O UnicampAfro será lançado no dia 09/10/2019, às 14:00 horas, no auditório do GGBS – Grupo Gestor de Benefícios Sociais, localizado na Praça das Bandeiras, nº45 – Cidade Universitária Zeferino Vaz (Prédio da DGA – Diretoria-Geral de Administração).
O UnicampAfro consiste em uma programação mensal com diversas atividades acadêmicas e culturais, tendo a sua primeira ação com o Novembro Negro na Unicamp. O objetivo do UnicampAfro é abordar a temática das Africanidades Brasileiras na Unicamp, em uma perspectiva multidisciplinar, destacando a sua influência na construção da identidade brasileira, com debates sobre o racismo institucional e a construção histórica das políticas de igualdade racial no país, tendo como horizonte o tensionamento da concepção etnocêntrica universalista.
Teaser – https://vimeo.com/365131879
Comissão Organizadora: Comissão Assessora de Diversidade Étnico-Racial da Diretoria Executiva de Direitos Humanos, em parceria com diversos órgãos e coletivos da Unicamp GGBS – Grupo Gestor de Benefícios Sociais, DCULT – Diretoria de Cultura da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, ADunicamp – Associação de Docentes da Unicamp; STU – Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, Núcleo de Consciência Negra da Unicamp, Coletivo Conexão Preta Unicamp-Limeira/SP, Carolina Maria de Jesus, entre outros.
Mais informações: Prof. Dra. Debora Cristina Jeffrey
E-mail: debora.jeffrey@gmail.com




Roda de conversa | Regulamentação dos cursos lato sensu nos institutos e faculdades da Unicamp

A Associação de Docentes da Unicamp – ADunicamp, convida docentes, funcionários e alunos para participarem de uma Roda de Conversa tendo como tema a regulamentação dos cursos lato sensu nos institutos e faculdades da Unicamp, a ser realizada no dia 17 de setembro, uma terça feira, às 15 horas, na sede do sindicato.
De início, lançamos algumas questões com o objetivo de obtermos mais informações, como também de aquecer o debate, são elas:

  • quais as diferenças nas modalidades de cursos a serem oferecidos pela pós-graduação e pela extensão?
  • que distinções fazemos entrelatoe stricto sensuno que se refere aos modelos de cursos oferecidos?
  • quais as modalidades de ensino pago e ensino gratuito nos institutos e nas faculdades da Unicamp?
  • quais as implicações e consequências que as modificações em trânsito podem causar ao mestrado/doutorado acadêmico?

Esperamos vocês. VENHAM!!!

Confirmaram presença:

Profa. Cristiane Machado (Faculdade de Educação: Departamento de Políticas, Administração e Sistemas Educacionais; Vice-coordenadora do Laboratório de Gestão Educacional (LAGE); membro da Comissão Interna de Avaliação Institucional da Faculdade de Educação; membro da Comissão de Pós-Graduação)

Profa. Juliana Luporini Nascimento (Faculdade de Ciências Médicas: Departamento de Saúde Coletiva; Coordenadora do Mestrado Profissional em Saúde Coletiva, Políticas e Gestão em Saúde)

Profa. Nima Imaculada Spigolon (Faculdade de Educação: Departamento de Políticas, Administração e Sistemas Educacionais; Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação de Jovens e Adultos (GEPEJA); Coordenadora do Mestrado Profissional em Educação Escolar do Programa de Pós Graduação em Educação; Representante do Mestrado Profissional na comissão de Pós Graduação)

Patrícia Kawaguchi Cesar (Instituto de Artes: Representante discente da Pós no Consu e membro da Comissão Pró APG)

Profa. Theresa Maria de Freitas Adrião (Faculdade de Educação: Departamento de Políticas, Administração e Sistemas Educacionais; Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Política Educacional (GREPPE); Coordenadora do Grupo de Trabalho 5: Estado e Política Educacional, da ANPED; membro da Associação Nacional de Financiamento da Educação (FINEDUCA); Fundadora e Coordenadora Executiva da Rede Latino-Americana e Africana de Pesquisadores em Privatização da Educação (ReLAAPPE)

Prof. Lalo Watanabe Minto (Faculdade de Educação: Departamento de Filosofia e História da Educação, da Faculdade de Educação da Unicamp, atuando nas áreas de História da Educação e Política Educacional. Pesquisador e coordenador do Grupo de Estudos e Pesquisas Educação e Crítica Social (GEPECS).




ADunicamp reúne especialistas em debate sobre o Future-se

A ADunicamp realiza no próximo dia 19 de setembro, a partir das 19h em seu auditório, o debate “Future-se: objetivos do Governo Federal e os impactos no ensino superior brasileiro”.  O projeto Future-se, recentemente apresentado pelo governo Bolsonaro, pretende mudar estruturalmente o sistema federal de ensino superior público, e aponta para o estrangulamento financeiro dessas universidades com contingenciamento de seus orçamentos.
Participarão do debate, que será intermediado pela diretora da ADunicamp e professora do IEL/Unicamp Edwiges Morato, as professoras Margarida Salomão, da Universidade Federal de Juiz de Fora, e Maria Carlotto da Universidade Federal do ABC.
Margarida Salomão, deputada federal pelo Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais desde 2013, é também presidente da Frente Parlamentar em Defesa das Universidades. Maria Carlotto, que tem se dedicado a estudar em profundidade as implicações e riscos do Future-se, é a atual presidente da Associação dos Docentes da UFABC.
ATAQUE ÀS IFES
O Future-se, apontam especialistas, foi apresentado em julho de 2019 pelo governo Bolsonaro em meio a uma sucessão de ataques na tentativa de desmoralizar as IFES (Instituições Federais de Ensino Superior), no contexto da chamada guerra cultural-ideológica que envolve o próprio ministro da Educação, Abraham Weintraub.
Em meio a essa guerra, o governo anunciou cortes elevados e contingenciamentos dos orçamentos das IFES (em média, 30%), criando uma situação dramática para o funcionamento dessas universidades.
A importância de debatermos essa questão dentro das universidades públicas brasileiras reside, sobretudo, nos riscos do Future-se para a manutenção do ensino público de qualidade e da autonomia universitária, para a preservação dos princípios democráticos das instituições de educação e pesquisa e da própria soberania nacional”, afirma a professora Edwiges Morato.
SERVIÇO
Debate: Future-se: objetivos do Governo Federal e os impactos no ensino superior brasileiro
Data: 19/09 (quinta)
Horário: 19 horas
Local: Auditório da ADunicamp
Transmissão ao vivo: www.facebook.com/ADunicamp e www.youtube.com/ADunicamp




Direitos Previdenciários e Reforma da Previdência | FCA – Unicamp (12/06)

Na Faculdade de Ciências Aplicadas da Unicamp (FCA – Unicamp), ocorrerá debate sobre Direitos Previdenciários e Reforma da PrevidênciaCom participação do professor José Dari Krein, do Instituto de Economia da Unicamp, de Rivadávio Guassu, da LBS Advogados, e do professor Wagner Romão, presidente da ADunicamp.
 
DATA: 12/JUN/2019 (quarta-feira)
HORÁRIO: 13H30
LOCAL: ANFITEATRO UL03 / FCA – Unicamp