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Assembleia decide adesão de professores à Greve Geral do dia 28 de abril

Os professores da Unicamp decidiram, em assembleia geral ocorrida nesta quinta-feira, 20, aderir à greve geral marcada para o próximo dia 28 e realizar atividades no campus da Universidade, em conjunto com o STU e DCE. Os professores decidiram também participar das manifestações que deverão ocorrer, ao longo do dia, na região central de Campinas e no ato em São Paulo.
A assembleia deliberou ainda por formar uma Comissão de Mobilização para auxiliar a diretoria da ADunicamp a organizar, em conjunto com o STU e o DCE, as atividades no campus, com o objetivo de esclarecer e discutir as reformas da Previdência e Trabalhista, principais alvos dos protestos da Greve Geral.
Por deliberação da assembleia, a ADunicamp  deverá disponibilizar transporte para os professores interessados em participar das manifestações em Campinas e em São Paulo.
Em Campinas, a passeata está marcada para as 16h, com concentração a partir das 11h, na região central. Em São Paulo, ocorrerão várias manifestações.
A Greve Geral do dia 28 é convocada pelas principais centrais sindicais brasileiras contra as reformas da Previdência e Trabalhista que o governo do presidente Michel Temer tenta aprovar no Congresso Nacional.
Professores interessados em transporte para participar dos atos em Campinas e São Paulo já podem se inscrever pelo e-mail:  rose@adunicamp.org.br.




26/04 – Debate com Ilan Pappé, autor do livro “A limpeza étnica da Palestina"

[box type=”info”]Divulgação realizada por solicitação do Prof. José Vitório Zago (IMECC), na condição de sindicalizado da ADunicamp. [/box]
De autoria do historiador israelense Ilan Pappé, o livro “A limpeza étnica da Palestina, acaba de ser publicado pela Editora Sundermannpela primeira vez em português. A partir da abertura de arquivos oficiais israelenses, Pappé debruçou-se em reexaminar criticamente os acontecimentos de 1948 e o sionismo enquanto projeto político. Nesta obra, alia documentos oficiais à memória palestina para demonstrar que à criação de Israel como Estado judeu a escolha de suas lideranças foi promover limpeza étnica, ou seja, expulsão deliberada dos palestinos.
O autor é um dos mais importantes entre os chamados novos historiadores israelenses. Professor da Universidade de Exeter, na Inglaterra. Filho de imigrantes judeus alemães, nasceu em Haifa em 1954, apenas seis anos após a criação do Estado de Israel – para os palestinos, a Nakba (termo árabe que significa catástrofe). Lecionou na Universidade de Haifa entre 1984 e 2007. Após a publicação de “A limpeza étnica da Palestina” e de expressar apoio ao movimento BDS (boicote, desinvestimentos e sanções) a Israel, passou a enfrentar pressão e ameaças, o que o levou a exilar-se na Inglaterra, onde vive hoje. Pappé não reviu suas conclusões, como fizeram outros “novos historiadores”. Pelo contrário, tem dedicado seu conhecimento à denúncia vigorosa da limpeza étnica do povo palestino. E vai além: afirma que sem o reconhecimento histórico do que ocorreu em 1948, não é possível haver uma solução justa, o que implica necessariamente assegurar o direito de retorno dos milhões de refugiados palestinos as suas terras – como prevê a Resolução 194 da Organização das Nações Unidas (ONU).
Dia 26 de Abril – quarta feira -, às 12horas, no Auditório da ADunicamp




26/04 – Debate com Ilan Pappé, autor do livro “A limpeza étnica da Palestina"

[box type=”info”]Divulgação realizada por solicitação do Prof. José Vitório Zago (IMECC), na condição de sindicalizado da ADunicamp. [/box]
De autoria do historiador israelense Ilan Pappé, o livro “A limpeza étnica da Palestina, acaba de ser publicado pela Editora Sundermannpela primeira vez em português. A partir da abertura de arquivos oficiais israelenses, Pappé debruçou-se em reexaminar criticamente os acontecimentos de 1948 e o sionismo enquanto projeto político. Nesta obra, alia documentos oficiais à memória palestina para demonstrar que à criação de Israel como Estado judeu a escolha de suas lideranças foi promover limpeza étnica, ou seja, expulsão deliberada dos palestinos.
O autor é um dos mais importantes entre os chamados novos historiadores israelenses. Professor da Universidade de Exeter, na Inglaterra. Filho de imigrantes judeus alemães, nasceu em Haifa em 1954, apenas seis anos após a criação do Estado de Israel – para os palestinos, a Nakba (termo árabe que significa catástrofe). Lecionou na Universidade de Haifa entre 1984 e 2007. Após a publicação de “A limpeza étnica da Palestina” e de expressar apoio ao movimento BDS (boicote, desinvestimentos e sanções) a Israel, passou a enfrentar pressão e ameaças, o que o levou a exilar-se na Inglaterra, onde vive hoje. Pappé não reviu suas conclusões, como fizeram outros “novos historiadores”. Pelo contrário, tem dedicado seu conhecimento à denúncia vigorosa da limpeza étnica do povo palestino. E vai além: afirma que sem o reconhecimento histórico do que ocorreu em 1948, não é possível haver uma solução justa, o que implica necessariamente assegurar o direito de retorno dos milhões de refugiados palestinos as suas terras – como prevê a Resolução 194 da Organização das Nações Unidas (ONU).
Dia 26 de Abril – quarta feira -, às 12horas, no Auditório da ADunicamp




40 Anos | Concertos | Rita Bastos se apresenta na ADunicamp




Cineclube Especial (19/04) | A DANÇA DA AMIZADE. HISTÓRIAS DE URUCUNGOS, PUÍTAS E QUIJENGUES (2016)

Data: 19/04 | Horário: 19h
O Documentário foi produzido pelo Prof. Gilberto Alexandre Sobrinho, filiado à ADunicamp. Após a exibição, haverá um bate-papo sobre a produção da obra, seguido de coquetel não alcoólico.
Sinopse. A trajetória artística e de resistência afro-brasileira do Grupo Urucungos, Puítas e Quijenques. Surgido em Campinas, na UNICAMP, no final dos anos 1980, por iniciativa de Raquel Trindade, o grupo mantém vivo o repertório de tradições populares nordestinas e é uma das principais vozes do samba de bumbo, vertente do samba paulista.
Ficha técnica
Documentário – A DANÇA DA AMIZADE. HISTÓRIAS DE URUCUNGOS, PUÍTAS E QUIJENGUES (2016)
Produtor e diretor – Gilberto Alexandre Sobrinho
Concepção e pesquisa – Gilberto Alexandre Sobrinho e Alessandro José de Oliveira
Direção de fotografia e câmera – Felipe Bomfim
Som direto – Victor Negri
Montagem – Marina Pires
Pós-producao – Henrique Cartaxo/DOCTELA

Biofilmografia do diretor
Gilberto Alexandre Sobrinho é brasileiro, professor universitário e cineasta. Dirigiu os documentários Diário de Exus (2014), A Dança da Amizade ( Prêmio FICC, 2016) e atualmente prepara o filme A mulher da Casa do Arco-íris (Prêmio Estímulo Secretaria do Estado da Cultura – 2017) , os filmes compõe a Trilogia Negra. Além dos filmes publicou vários livros sobre cinema e televisão.

 


 

 
SESSÃO DAS 16h
Data: 19/04
LION – UMA JORNADA PARA CASA
Título original:
 Lion
Diretor: Garth Davis
Gênero: Biografia, Drama, Aventura
EUA, Austrália, Reino Unido
Duração: 1h55
Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo (Dev Patel) se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfrentou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica. Lion é baseado na história de vida de Saroo Brierly, que escreveu sua trajetória no livro “A Long Way Home” e também assina o roteiro do filme.
[button link=”http://www.imdb.com/title/tt3741834/” icon=”play-circle-o”]Informações – IMDB[/button]
 
 




Assembleia de Docentes (20/04)

A Diretoria da ADunicamp convoca os docentes para assembleia geral, que será realizada no dia 20/04 (5ª feira), a partir das 12 horas, no auditório da entidade.
Os pontos de pauta são:

1 – Informes;
2 – Reformas da Previdência e Trabalhista;
2.1 – Discussão e deliberação sobre a adesão da ADunicamp à GREVE GERAL do 28 de abril convocada pelas Centrais Sindicais, conforme indicativo aprovado na última assembleia da ADunicamp, realizada em 04 de abril.
3 – outros.




40 Anos | Concertos | Passoca apresenta o Show "Breve História da Música Caipira"




40 Anos | Concertos | Passoca apresenta o Show "Breve História da Música Caipira"




Cineclube (12/04) | Lion – Uma Jornada Para Casa (2016)

 
Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo (Dev Patel) se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfrentou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica. Lion é baseado na história de vida de Saroo Brierly, que escreveu sua trajetória no livro “A Long Way Home” e também assina o roteiro do filme.
SESSÃO DAS 18h30
Data: 12/04
LION – UMA JORNADA PARA CASA
Título original:
 Lion
Diretor: Garth Davis
Gênero: Biografia, Drama, Aventura
EUA, Austrália, Reino Unido
Duração: 1h55
[button link=”http://www.imdb.com/title/tt3741834/” icon=”play-circle-o”]Informações – IMDB[/button]



 
SESSÃO DAS 16h
Data: 12/04
A despedida – O último verão de Brecht (2000)
Título original:
Abschied – Brechts letzter Sommer
Diretor: Jan Schütte
Gênero: Drama
ALEMANHA
Duração: 1h30
Agosto de 1956. Como de costume, Bertolt Brecht passa as férias na sua residência de verão, na idílica Buckow, perto de Berlim, em meio a mulheres que marcaram sua vida: sua esposa, a grande atriz Helene Weigel; a filha, Barbara; Elisabeth Hauptmann, sua assistente; a ex-amante Ruth Berlau; a jovem atriz Käthe Reichel, além da sensual Isot Kilian, namorada do dissidente Wolfgang Harich. Disputando pela atenção do poeta, eles passam o dia nadando no lago, comendo juntos na mesa grande da sala e se preparando para voltar a Berlim no fim do dia. A paisagem harmônica está em contraste com as brigas pessoais, nostalgias, a decepção e a doença, que não deixam espaço para assuntos sérios – a discussão das utopias políticas, a preparação da nova temporada, os poemas inacabados… Face a despedidas iminentes, as melancolias são inevitáveis.
 
 




Evento (18/04) | Ciência e Tecnologia Pública: em risco de extinção

O NETES e o Movimento pela Ciência e Tecnologia Pública realizam, no próximo dia 18, o evento Ciência e Tecnologia Pública: em risco de extinção. A importância de uma Ciência e Tecnologia Pública, seus efeitos e benefícios, tanto no que se refere a aspectos sociais como econômicos. O compartilhamento e a produção colaborativa de conhecimento são aspectos fundamentais para o desenvolvimento local e empoderamento de comunidades e da sociedade de uma forma em geral. A cultura digital é facilitadora e propulsora de práticas participativas. No entanto, ao mesmo tempo, nos defrontamos com o fortalecimento de mecanismos que visam a apropriação privada do conhecimento, como o sistema de patentes, por exemplo, e a recente aprovação do Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação que coloca, entre outros, institutos públicos de pesquisa e universidades públicas a serviço dos interesses de empresas privadas.
Convidados
Henrique Z.M. Parra – Professor do curso de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais. Atualmente se dedica a investigar as dinâmicas de produção colaborativa de conhecimentos (ciência cidadã, ciência aberta) e as novas configurações da política no contexto de crescente mediação das tecnologias digitais de comunicação. Na UNIFESP coordena o Pimentalab – Laboratório de Tecnologia, Política e Conhecimento – onde desenvolve ações de pesquisa e extensão.
Celso Alexandre S. de Alvear – Analista de Tecnologia da Informação da UFRJ, Pesquisador-Extensionista do Núcleo de Solidariedade Técnica (Soltec/UFRJ) e Coordenador de Extensão do Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social (NIDES/CT/UFRJ). Desde 2014 é professor colaborador do DEL/POLI/UFRJ, sendo responsável pela disciplina Software Livre e Metodologias Participativas e a partir de 2016 se tornou professor permanente do mestrado em Tecnologia para o Desenvolvimento Social do NIDES/CT.
Rogério Bezerra da Silva – Bacharel em Geografia pela UNICAMP (2005). Mestre e Doutor em Política Científica e Tecnológica pela UNICAMP. Suas pesquisas, desenvolvidas no âmbito do mestrado e do doutorado, junto ao GAPI (Grupo de Análise de Políticas de Inovação) do DPCT da UNICAMP, foram realizadas desde os referenciais da Análise de Políticas Públicas e dos Estudos sobre Ciência, Tecnologia e Sociedade e colocaram em perspectiva a relação ente a comunidade de pesquisa brasileira e a sociedade. Atualmente é Assessor Legislativo na Câmara Municipal de Campinas e participa do Movimento pela Ciência e Tecnologia Pública.
Luciana Ferreira da Silva – Possui Graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – UNESP. Mestrado em Política Científica e Tecnológica pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP. Doutorado em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo – USP. Membro fundador do TEIA/ USP – Laboratório de Educação e Ambiente. Docente Adjunto III (UNIFESP/SJC) no curso de Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BCT). Coordenadora do Programa de Extensão NETES (Núcleo Educacional de Tecnologia Social e Economia Solidária) no ICT-UNIFESP/SJC.
SERVIÇO
Evento
Debate – Ciência e Tecnologia Pública: em risco de extinção
Data – 18/04 (3ª feira)
Horário – 14h
Local – UNIFESP / Auditório do Instituto de Ciência e Tecnologia
Endereço: Av. Cesare Monsueto Giulio Lattes, 1211 – São José dos Campos