1

A Unicamp, o título e o coronel

Por Alvaro Penteado Crósta*

Pelos Estatutos da Unicamp, poderão receber o título de Doutor Honoris Causa quem tenha contribuído de maneira notável para o progresso das ciências, letras ou das artes; aqueles que tenham beneficiado a humanidade de forma excepcional, ou, ainda, tenham prestado relevantes serviços à Universidade. Em nenhuma dessas situações poderia estar Jarbas Passarinho.

Hoje reconhecida como um dos pilares da ciência e do pensamento crítico brasileiros, a Unicamp já nasceu, em 1966, sob o peso repressivo da ditadura militar vigente no país de 1964 a 1985. A então recém-criada universidade pública paulista, assim como muitas outras instituições acadêmicas, não passaria incólume pelo período de exceção que dominou o Brasil por mais de duas décadas. Ao contrário, vários membros da sua comunidade – docentes, estudantes e funcionários – sofreram discriminação, perseguição e/ou foram presos e torturados pela ditadura militar. 

Ainda que seu organograma oficial não contivesse uma das famigeradas “assessorias de segurança e informações”, como ocorreu em diversas outras universidades públicas brasileiras, os olhos e braços da ditadura militar não deixavam de se fazer presentes no cotidiano do campus universitário. Assim, a noção de que a Unicamp representou um oásis para muitos dos perseguidos pela ditadura, bastante difundida, é equivocada sob as perspectivas factual e histórica. 

A fomentar essa ideia errônea está a famosa frase atribuída a Zeferino Vaz, o fundador da Unicamp e seu reitor entre 1966 e 1978, em resposta a um militar encarregado de prender pessoas ligadas à Unicamp: “Dos meus comunistas cuido eu”. Tal frase não encontra respaldo nos fatos ocorridos, dentro e fora da universidade, envolvendo membros de sua comunidade.

Em setembro de 2013 instalou-se, sob a égide da Coordenadoria Geral da Universidade, a Comissão da Verdade e da Memória “Octavio Ianni”. A CVM foi criada com as seguintes premissas:

· A necessidade de investigar atos de arbitrariedade cometidos durante a ditadura militar contra membros de sua comunidade.

· A relevância da busca da verdade histórica em relação aos fatos ocorridos no seio da Universidade.

· O efeito pedagógico do levantamento de situações vividas por docentes, alunos e funcionários durante o governo de exceção.

· A responsabilidade da Universidade, como espaço democrático e plural, em contribuir para o esclarecimento o desses acontecimentos e para torná-los de amplo conhecimento.

A CVM da Unicamp fez um rigoroso e extenso trabalho, resgatando historicamente diversos casos de membros da comunidade vitimados pela ditadura militar. Esse trabalho foi registrado no seu Relatório Final, disponível em: https://www.comissaoverdade.gr.unicamp.br/pdf/RELATORIO_CVM_FINAL_web.pdf

Também está registrado, de forma emblemática, na placa colocada em 18/03/2016 ao lado do painel da Praça das Bandeiras, no campus principal da Unicamp, localizado no distrito de Barão Geraldo, em Campinas. Esse painel exibe a imagem de seu fundador, Professor Zeferino Vaz, e o trecho do ato de fundação da Universidade, assinado pelo então ditador, marechal Castelo Branco. 

Síntese e símbolo dos trabalhos da CVM da Unicamp, a placa esclarece que o marechal, mencionado no painel como ‘Senhor Presidente da República’, exerceu de fato esse cargo, porém com mandato decretado pela ditadura militar. Os seus dizeres expressam, ainda, “a necessária função de repudiar qualquer homenagem prestada a quem apoiou tais crimes.” 

Descerramento da placa em homenagem aos membros da comunidade da Unicamp perseguidos pela ditadura militar (18/03/2016) Foto: Antoninho Perri (Unicamp)

Em 1973, o Conselho Diretor da Unicamp (que ainda não tinha um Conselho Universitário à época), por proposta do reitor Zeferino Vaz, aprovou a concessão do título de Doutor Honoris Causa ao então ministro da Educação, o coronel reformado Jarbas Passarinho. Trata-se da mais alta honraria que a universidade pode conceder a uma pessoa que não pertença ao seu quadro acadêmico.

Pelos Estatutos da Unicamp, em seu artigo 158, poderão receber o título de Doutor Honoris Causa aqueles que atendam a uma destas situações: quem tenha contribuído de maneira notável para o progresso das ciências, letras ou das artes; aqueles que tenham beneficiado a humanidade de forma excepcional, ou, ainda, tenham prestado relevantes serviços à Universidade. 

Em nenhuma dessas situações poderia estar Jarbas Passarinho, que, nesse período, serviu como ministro de dois generais ditadores, tendo sido um dos signatários de um dos mais violentos e sanguinários instrumentos de exceção da ditadura, o Ato Institucional No5. 

O coronel –  como Passarinho gostava de ser chamado – foi responsável pela aposentadoria compulsória de docentes e pesquisadores, muitos dos quais viram-se forçados a deixar o país. Além disso, foi também responsável pela perseguição política a quem se opusesse à ditadura, recorrendo às “assessorias de segurança” e uma rede de espias e delatores dentro das universidades públicas.

A história registra que, no momento da assinatura do referido ato, em 13 de dezembro de 1968, o coronel Passarinho, então ministro da Agricultura, fez a seguinte manifestação ao ditador general Costa e Silva: “Sei que a Vossa Excelência repugna, como a mim e a todos os membros desse Conselho, enveredar pelo caminho da ditadura pura e simples, mas me parece que claramente é esta que está diante de nós. […] Às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência”

Em seus 96 anos de vida, o coronel jamais manifestou qualquer arrependimento quanto ao papel que desempenhou na ditadura militar e ao prejuízo que causou a membros da comunidade acadêmica brasileira e às próprias universidades públicas. Ao contrário, sempre tentou justificar os seus atos arbitrários. 

É, portanto, fato inquestionável que a decisão de conceder o título tomada em 1973 foi um equívoco, cometido graças ao omnipresente ambiente de temor e aos atos de arbítrio de todos os tipos impostos pelo terrorismo de Estado no qual Passarinho teve participação ativa, inclusive como um dos ideólogos do regime. 

Ademais, é evidente que se faz necessário e improtelável corrigir tal equívoco. Essa atitude já foi tomada pela UFRJ quando, em 20/04 deste ano, o seu Conselho Universitário revogou título similar, também concedido ao coronel em 1973.

No contexto do reconhecimento público da verdade dos fatos que cercam essa concessão que o Conselho Universitário da Unicamp, em 05/08/2014, apreciou uma proposta de revogação do referido título.

Como se tratava de votação qualificada, seriam necessários 2/3 do total de membros do Conselho para revogar a decisão de 1973, o que equivalia, à época, a 50 votos. Infelizmente, houve um voto a menos do que o necessário para atingir o mínimo necessário para a revogação, o que resultou na manutenção do título. Houve 10 votos contrários e 10 abstenções, ou seja, 20 conselheiros decidiram, direta ou indiretamente, pela manutenção do título.

A jovem democracia brasileira passou a sofrer, desde 2016, sucessivos golpes, que a levaram à calamitosa e vergonhosa situação em que se encontra hoje. Os fatos que vêm ocorrendo em nosso país, assim como a criminosa ação do atual governo federal durante a pandemia da Covid-19, só vêm reforçar a imperiosa necessidade de que a Unicamp, por meio do seu Conselho Universitário e com apoio das Congregações dos seus Institutos e Faculdades e da comunidade acadêmica, aja com a altivez e a coragem cabíveis no momento, acatando a petição organizada pela Associação dos Docentes, pelo Sindicato dos Trabalhadores, pelo Diretório Central dos Estudantes e pela Associação dos Pós-Graduandos da Unicamp.

E que essa nódoa, que marca negativamente a altiva imagem da Unicamp, seja removida em definitivo!

Em meu discurso, proferido no ato de descerramento da placa em homenagem às pessoas perseguidas pela ditadura militar**, afirmei que se tratava de um ato de ensino ‘da verdadeira história’, em contraposição à história narrada à época da ditadura militar. O discurso prosseguia dizendo que “Aquele ato ocorria num momento em que nuvens bastante sombrias estão pairando novamente sobre o nosso país, com ameaças concretas e reais ao estado democrático de direito. Este momento é de extrema preocupação porque vemos grupos, levantando bandeiras a favor da intolerância racial, política, de gênero, da intolerância de classe e de orientação sexual. E também pregando a volta do regime de exceção”. 

Mal sabia o quão proféticas se tornariam aquelas palavras …

**Nota: O relatório da Comissão da Verdade e Memória “Octávio Ianni” menciona os seguintes membros da comunidade acadêmica da Unicamp que foram perseguidos pela ditadura militar: Ademir Gebara, Alberto Pelegrini Filho, Alberto Zeitune (in memoriam), Alcides Mamizuka, Álvaro Caropreso, Anamaria Testa Tambellini, Antônio Sérgio da Silva Arouca (in memoriam), Cristina Possas, Edson Corrêa da Silva, Eduardo Maia Freese de Carvalho, Eleonora Machado Freire (in memoriam), Elisabeth Moreira dos Santos, Francisco Eduardo Campos, Francisco Viacava, Gustavo Zimmermann, Hélio Rodrigues, João Aidar Filho, Joaquim Alberto Cardoso de Melo (in memoriam), José Augusto Cabral de Barros, José Eduardo Passos Jorge, José Rubens de Alcântara Bonfim, José Welmovick, Lais Tolentino, Luiz Antonio Vasconcelos, Luiz Carlos Toledo, Marilia Bernardes Marques, Osvaldo de Oliveira, Raimundo Araujo dos Santos (in memoriam), Rodolpho Caniato, Rosali Ziller de Araújo, Rubens Murillo Marques e Simão Lukowiecki (in memoriam).

*Alvaro Penteado Crósta é professor do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas.

Publicado primeiro em 07/06/2021 em https://www.brasil247.com/blog/a-unicamp-o-titulo-e-o-coronel




Zeferino Vaz

Por CAIO NAVARRO DE TOLEDO*

Um Reitor de direita por todos louvado.

“É um monstro. Ou melhor, é um autêntico comunista.” (Zeferino Vaz).

Zeferino Vaz tem uma forte presença na história da educação do estado de São Paulo, particularmente em suas instituições do ensino superior. Diretor da Faculdade de Medicina Veterinária da USP (1936-1947), criador e diretor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (1951-1964) e fundador e Reitor da Universidade Estadual de Campinas (1966-1978). Durante 27 anos, Zeferino Vaz teve atuação importante no Conselho Universitário da USP (1937-1964) e, por duas vezes, candidatou-se à Reitoria dessa Universidade. Presidente do Conselho Estadual de Educação (1963), foi, durante a ditadura militar – por 17 meses –, Reitor-interventor da Universidade Nacional de Brasília (UnB), 1964-1965.

Como prova do reconhecimento dessa intensa presença em instituições de nível superior e estreita ligação com as elites políticas do estado de São Paulo, a ele foram prestadas diversas homenagens públicas: Cidadão Honorário da cidade de Campinas; ruas em sete cidades do estado de São Paulo e uma rodovia, próxima à Unicamp, levam seu nome. Em 1981, o então governador-biônico de São Paulo, Paulo Maluf, batizou de “Zeferino Vaz” a Cidade Universitária da Universidade Estadual de Campinas.

Por sua vez, dirigentes da Unicamp também homenagearam o ex-Reitor ao designar com seu nome um prêmio concedido anualmente aos docentes que se destacam por sua produção acadêmica; um auditório no Instituto de Economia igualmente evoca a figura maior da Universidade. No plano nacional, foi criado o “Grande Prêmio Capes de Tese Zeferino Vaz”.

Este elevado reconhecimento público não deixa de estar sintonizado com a opinião que dele tem parcela significativa docentes da Unicamp, pois ainda prevalece na Unicamp a imagem do notável “criador” a quem toda a comunidade universitária deve admirar e adotar um reverencial respeito. Segundo esta avaliação, a Unicamp, sem a atuação de Zeferino Vaz, não teria atingido o prestigio e o reconhecimento que, hoje, alcançou nos meios acadêmicos do país e do continente.

Como dirigente acadêmico sans peur et sans reproche, Vaz é exaltado como um firme escudeiro da Unicamp durante a ditadura militar. Sob esta perspectiva, é afirmado que teria sido ele uma honrosa exceção nos tempos em que a maioria dos reitores brasileiros aceitou, passivamente, os arbítrios perpetrados contra suas comunidades acadêmicas.  Neste sentido, vários docentes (inclusive de convicções de esquerda)entendem, que toda a comunidade acadêmica, ontem e hoje, não pode senão prestar permanente e renovada gratidão a Zeferino Vaz.

Longe de desconhecer os inegáveis méritos do construtor de importantes instituições universitárias do estado de São Paulo, afirmamos que uma justa avaliação da trajetória acadêmica de Zeferino Vaz não pode prescindir de uma análise de suas posturas políticas e convicções ideológicas. A meu ver, os posicionamentos políticos e ideológicos, longe de serem marginais ou irrelevantes, são elementos cruciais para entender a ascensão e projeção de Vaz no cenário educacional brasileiro.

As afinidades políticas e ideológicas

Um livro sobre as relações entre a USP e a Fundação Rockfeller examinou os compromissos políticos e ideológicos de Zeferino Vaz. Por meio desta obra, ficamos sabendo que – juntamente com Ernesto de Souza Campos – Vaz teve um papel central no aprofundamento das relações entre a USP e a fundação estadunidense. Nas palavras da autora, Ramos e Vaz, no Brasil, foram as “principais figuras difusoras do modelo modernizante de ciência – elitista e conservador – formulado pela filantropia norte-americana”.

Mostra a autora, por exemplo, que as vultosas contribuições financeiras e ajuda técnico-científica dessa Fundação (nas décadas de 1950 e 1960) permitiram a criação e consolidação da Faculdade de Medicina de Medicina de Ribeirão Preto da USP.O bem sucedido projeto educacional e científico da FMRP-USP – modelar nos anos 1960 no quadro das escolas de medicina no Brasil – foi decisivo para projetar o nome de Zeferino Vaz no estado de São Paulo e em todo o país.

A preferência da Fundação Rockfeller por estes dois dirigentes acadêmicos não teria sido gratuita, mas consciente e deliberada; plenamente afinados com a concepção de produção científica propugnada por essa entidade estadunidense e com os valores e ideais dominantes na sociedade norte-americana (a defesa da livre-empresa e do “mundo livre”, o anticomunismo, o pragmatismo etc.), durante a guerra fria, ambos tinham concepções ideológicas conservadoras e vínculos políticos de direita.

Em 1945, Zeferino Vaz chegou à Direção da Faculdade de Veterinária da USP pelas mãos do interventor do estado de São Paulo, Fernando Costa; posteriormente, como membro do Partido Social Progressista, fundado e sob o estrito controle de seu correligionário e amigo, Adhemar de Barros, Vaz seria nomeado em 1963 à chefia da Secretaria da Saúde do governo do estado de São Paulo e, no final desse ano, à Presidência do Conselho Estadual de Educação. Ainda, sob o patrocínio político do golpista em 1964, Vaz – que havia combatido a criação de uma Faculdade de Medicina em Campinas – seria indicado, em setembro de 1965, Presidente da “Comissão Organizadora da Universidade de Campinas”.

Aprovado o Relatório da Comissão, em 19/12/1966, o Conselho Estadual de Educação (CEE) criaria a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Em 21/12/1966, por ato do governador Laudo Natel – que sucedera a Adhemar de Barros, cassado por “corrupção” –, Vaz seria designado Reitor pro-tempore da Unicamp; posteriormente, foi confirmado no cargo por mais duas vezes, embora a legislação que criou a Universidade vedasse a recondução. O apoio que recebia dos militares e políticos do estado de São Paulo convenceram os governadores biônicos de São Paulo (Laudo Natel e Abreu Sodré) a fazer vistas grossas à flagrante irregularidade legal. Por 12 anos, Zeferino Vaz foi Reitor pro-tempore da Unicamp.

A intimidade que mantinha com os governantes do dia recebeu uma aguda observação de Marcelo Damy, renomado físico brasileiro que teve presença importante na criação do Instituto de Física da Unicamp: “Um reitor tem que conversar com as autoridades estaduais e federais para receber verbas. Mas ele não precisaria ser janguista no governo Jango nem janista no governo Jânio nem levar o presidente Castelo Branco para o lançamento da pedra fundamental da Unicamp”.

Sem examinar aqui as relações pessoais e ideológicas existentes entre Vaz e políticos dos anos 1940 e 1950 – tarefa que eventuais pesquisadores e biógrafos poderão esclarecer –, é possível mencionar alguns fatos e episódios relevantes, ocorridos em décadas seguintes, que revelam os compromissos políticos e ideológicos de Vaz.

É o próprio dirigente universitário que nos informa a respeito de seus posicionamentos políticos e relações militares na conjuntura de 1964. Dias após o golpe, o dirigente universitário manifestou sua imensa alegria a um proeminente executivo da Fundação Rockfeller, Robert Watson, pelo fato de o Brasil estar vivendo “dias maravilhosos que culminaram com a abertura cirúrgica do infecto abcesso comunista que minava o nosso país por ação direta do Jango Goulart e da camarilha comunista que o rodeava”.

Em um trecho da carta, expressou a histeria anticomunista do período da guerra fria ao se referir a um ex-colega da FMRP-USP Medicina: “É um monstro. Ou melhor, é um autêntico comunista.”

Embora tenha magnificado a atuação golpista de seu líder político, Adhemar de Barros, Vaz acertou ao afirmar que seria um “erro grosseiro” pensar que o movimento de 31 de março de 1964 tinha apenas um caráter militar. Uma prova da participação civil estaria na intensa ação conspiratória dele e de outros colegas da FMRP-USP contra a “subversão janguista”.

Acreditando na ingenuidade do estimado amigo norte-americano, fantasiou: caso o golpe de Goulart triunfasse, a “canalha comunista” o condenaria, juntamente com os demais “democratas”, al paredón… Em uma entrevista a pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV), esclareceu como se deu a sua “atuação revolucionária”: “Então, eu me engajei na Revolução, me engajei mesmo e me articulei com o então Tenente-Coronel Restel (…) que era o articulador aqui e preparei (na condição de Secretário da Saúde de Adhemar de Barros, CNT) 250 peruas de transporte e depósito de gasolina (…)”.

Posicionamentos na conjuntura do golpe

Como presidente do CEE, denunciou a “infiltração marxista” nas faculdades do estado de São Paulo. Em janeiro de 1964, O matutino O Estado de S. Paulo informava que Zeferino Vaz “chamou a atenção do governador para o fato de que, no programa dos exames vestibulares da Faculdade (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara, CNT), haja indicação apenas de autores marxistas como fontes de referência aos pontos de História do Brasil. Esses autores são Caio Prado Júnior e Celso Furtado”. (A notícia também acrescentava que, meses antes, o governador Adhemar de Barros havia vetado a contratação de Caio Prado Jr. para ministrar a disciplina “História das Doutrinas Econômicas e Políticas” na Faculdade do interior paulista.)

Em uma “memória” sobre suas atividades anticomunistas, dirigida a setores militares, Vaz se vangloriou pelo fato de ter pedido ao governador Adhemar de Barros que demitisse o prof. Paulo Guimarães Fonseca, diretor da Faculdade de Araraquara, pois estaria ele comunizando seus estudantes. Ainda como presidente do CEE, Vaz foi responsável pela demissão do prof. Fausto Castilho por divergir das concepções políticas e ideológicas desse docente da FFCL de Araraquara.

Igualmente, na condição de Presidente do CEE, Vaz indeferiu a contratação de Bernardo Boris Vargaftig, em junho de 1964, para a função de professor do Departamento de Farmacologia da então Universidade de Campinas. O motivo do veto do CEE – justificado, falaciosamente, como sendo de “interesse da administração estadual” – teve uma dimensão claramente ideológica posto que, nos anos 1960, Vargaftig, na condição de estudante da FMUSP, tinha militado ativamente em um partido de orientação trotskista.

Foram o “curriculum revolucionário” e o prestígio alcançado como fundador e Diretor da FMRP- USP que credenciaram Vaz a ser convidado pelos golpistas de 1964 para o cargo de interventor da UnB. Relatos diversos dão conta de que, em sua curta passagem (abril de 1964 a agosto de 1965), evitou os reclamos da ultra-direita (civil e militar) que exigia que mais cabeças rolassem na UnB. Durante sua breve gestão, deu declarações contraditórias à imprensa; ora reconhecia a excelência da experiência educacional e científica da UnB – que desejaria aprofundar –, ora desqualificava os docentes de ciências humanas pela “medíocre” formação acadêmica ou por serem meros “agitadores políticos”.

Embora possa contar a seu favor o fato de a UnB, durante sua gestão, não ter sido invadida por forças militares, Vaz foi responsável, nos primeiros dias de sua interventoria, pela cassação de 13 docentes e vários funcionários; em julho de 1965, pressionado por setores da direita, revogou o contrato de um professor de filosofia, Ernani Fiori, e expulsou vários estudantes, acusados de “agitadores profissionais”.

Em defesa da ditadura militar

De forma abreviada, outros episódios podem ser lembrados a fim de comprovar a plena identificação de Zeferino Vaz com o regime militar. Alguns destes fatos estão relatados em O Mandarim (livro-reportagem de Eustáquio Gomes).

a) AI 5: em vários depoimentos elogiou a decretação do ato institucional mais repressivo do período militar; referindo-se à “subversão” do movimento estudantil, Vaz entendia que o AI 5 e a “legislação subsequente” interromperiam “o processo de afirmação de líderes subversivos”. Como se sabe, o Decreto-Lei 477 – que punia estudantes – integra a “legislação subsequente” ao AI 5;

b) Elogio do Golpe. Em entidades militares e civis, fazia palestras homenageando a “Revolução de 31 de março de 1964” e deplorava as vítimas da “Intentona Comunista” de 1935;

c) Desqualificação dos críticos à ditadura. Em conferência na Escola Superior de Guerra, fez duras críticas a D. Helder Câmara, o “bispo vermelho”, que, no exterior, “denegria a nação brasileira”. Igualmente, condenou asperamente os estudantes da UnB que, em 1977, entregaram a Rosalyn Carter (casada com Jimmy Carter) um documento que denunciava a prática da tortura no Brasil. Para Vaz, o gesto dos estudantes seria de “traição ao ideal da pátria”;

d) Apoio à Arena: na campanha eleitoral de 1974, na condição de Reitor da Unicamp, apoiou abertamente os candidatos da Aliança Renovadora Nacional, o partido político que dava inteiro apoio à ditadura militar;

e) Honraria a um ideólogo do regime militar. A outorga, em 1973, do Prêmio de Doutor Honoris Causa ao coronel Jarbas Passarinho – que mérito algum detinha para receber a honraria –, não deixou de simbolizar o apoio irrestrito que o Reitor dava ao governo dos militares. Na sessão, realizada fora do campus (e praticamente secreta) do Conselho Diretor da Unicamp, docentes de posições democráticas permaneceram em silêncio, tal foi o constrangimento existente na reunião. Zeferino Vaz, a rigor, impôs à Universidade a homenagem a um fiel servidor da ditadura militar, signatário do AI 5 que aposentou pesquisadores e docentes, prendeu estudantes e sindicalistas

Uma observação aqui se impõe. Tendo em vista que “revolucionários de primeira hora” (intelectuais, políticos, literatos, clérigos, jornalistas etc.) – após denúncias sobre a política de terror da ditadura militar (mortes, desparecimentos e torturas) – retiraram seu apoio ao regime discricionário, caberá aos biógrafos de Zeferino Vaz nos esclarecer se, em algum momento de sua vida, o fundador de escolas procedeu de forma semelhante a Teotônio Vilela, Severo Gomes, Alceu Amoroso Lima e outros. Acadêmico bem informado, teria o fundador da Unicamp – em nome dos valores democráticos, do livre debate cultural e do pensamento crítico – se afastado da ditadura militar?

Afinal, com qual setor da direita brasileira Zeferino Vaz estava mais afinado? Desconhecendo ter feito ele uma pública autocrítica de seu passado golpista, não seríamos levados a concluir que a “direita esclarecida”, com a qual o fundador da Unicamp estaria comprometido, nunca abriu mão do combate frontal ao pensamento de esquerda, em particular ao fantasma do comunismo? Aceitando o que dele dizem seus admiradores – um dirigente que cultivava a isenção política e ideológica –, estaríamos, pois, diante de um combativo anticomunista fora da universidade, mas que, ao adentrar seus campi, ensarilhava as armas e rendia-se aos valores da tolerância e pluralismo teórico-ideológico?

Devemos concluir que, durante sua gestão na Unicamp, Zeferino Vaz protegia sua comunidade não obstante fechasse os olhos aos arbítrios perpetrados, fora do campus, pelo regime que irrestritamente apoiava?

Um tenaz escudeiro da Unicamp? O reitor de direita que protegia a esquerda?

Tal como a crônica jornalística propaga sobre duas destacadas lideranças de direita no Brasil – Roberto Marinho (O Globo) e Júlio de Mesquita Filho (O Estadão) –, é também um lugar comum na Unicamp a afirmação de que o Reitor Zeferino Vaz “cuidava bem de seus comunistas”; ou seja, não permitia que estudantes e docentes de esquerda fossem atingidos pela repressão da ditadura militar.

Conta-se que durante uma visita de Eric Hobsbawm à Universidade, o Reitor virou-se para o historiador marxista e pilheriou: “Está vendo aqueles rapazes ali? São todos comunistas, mas vou dizer uma coisa a você: sabem trabalhar”. Em outros momentos, advertia que os docentes de esquerda estavam alertados de que não deviam utilizar as atividades acadêmicas para fazer proselitismo político e ideológico. Em 1978, logo após seu afastamento da Unicamp, numa entrevista esclareceu: “não admito que nenhum professor utilize a sua cátedra para pregar ideologia extremista, porque isto é covardia”.

Vários depoimentos relatam a contratação pela Unicamp, em plena ditadura militar, de docentes brasileiros e da América Latina de orientação de esquerda. É também sempre lembrado o caso de cinco estudantes expulsos do Instituto Tecnológico da Aeronáutica(ITA) – punidos pelo Decreto-Lei 477 – que foram acolhidos de “braços abertos” pelo Instituto de Física da Universidade.

Outro episódio bastante difundido foi o da visita feita pelo Reitor, em 1968, a estudantes da Unicamp presos após o malogrado XXX Congresso da UNE, em Ibiúna, São Paulo; na ocasião, como o próprio Vaz fez questão de alardear, levou ele “cigarros e chocolate” aos detidos. No depoimento de Ripper Filho à Comissão da Verdade e Memória “Octavio Ianni” da Unicamp foi afirmado que o Reitor impediu que SNI efetivasse a prisão, dentro do campus, de um docente do Instituto de Biologia; igualmente, Vaz teria providenciado um advogado militar para fazer a defesa do professor acusado de subversão.

Em 1975, igualmente, atendendo aos apelos de setores da comunidade acadêmica, visitou um jovem professor de história do IFCH que sofria brutais torturas no DOI-Codi; com esta visita foi quebrado o regime de incomunicabilidade imposto, até então, ao prof. Ademir Gebara. É forçoso, pois, reconhecer que nenhum Reitor brasileiro, em plena ditadura militar, teve iniciativas semelhantes às de Zeferino Vaz.

Desses fatos podemos então concluir que o fundador da Unicamp teria sido um firme escudeiro de sua comunidade, defendendo-a intransigentemente das ameaças e arbítrios dos governos militares? Sua “figura contraditória” – como é um truísmo afirmar das “personalidades complexas” – consistiria então no fato de que as convicções de direita em nada comprometeram a sua atuação enquanto Reitor da Unicamp?

A fim de responder, de forma consistente, as questões acima, alguns episódios devem ser examinados.

a) Pelo fato de ter relações com a Aliança Libertadora Nacional (ALN), embora não estivesse envolvido diretamente com a luta armada, o aluno da Unicamp Alcides Mamizuka, em 1969, foi preso e enquadrado na Lei de Segurança Nacional. Como relata O Mandarim, o estudante – que sofreu brutais torturas – não recebeu da Reitoria da Unicamp nenhuma visita de “conforto moral” nem ganhou “cigarros ou chocolates”. Anos depois, já em liberdade, o estudante pretendeu reingressar no curso de Instituto de Tecnologia de Alimentos. O Reitor, no entanto, não apenas recusou conceder uma audiência ao aluno como indeferiu seu recurso, obrigando-o a prestar um novo vestibular. Por sua vez, Luiz Antônio Vasconcelos (Vasco), estudante do Instituto de Economia – acusado também de integrar a ALN –, foi igualmente detido em 1971. Desta feita, os apelos da comunidade acadêmica não sensibilizaram o Reitor a fim de interceder pelo estudante junto aos seus algozes. Segundo O Mandarim, durante os 47 dias em que Vasco esteve detido no DOI-Codi e Dops “Zeferino não moveu um dedo”;

b) Buscando apurar as responsabilidades de um trote estudantil nas ruas do centro de Campinas – em 1970, que teria desagradado setores tradicionais da família campineira –, Vaz impôs a abertura de uma sindicância e exigiu que o Conselho Diretor punisse os eventuais culpados. A rigor, os estudantes não tinham protagonizado cenas de violênciafísica, apenas “atentados aos bons costumes”.Diante da impossibilidade de os responsáveis serem identificados, o Reitor –amparado no Decreto-Lei 477 – suspendeu por seis meses quatro lideranças estudantis da Unicamp.

c) Em depoimento à Comissão da Verdade da Unicamp, o ex-estudante Ronaldo (Batata) Simões relatou que no segundo semestre de 1975, quatro alunos (2 representantes dos estudantes no Conselho Diretor e 2 suplentes) foram intimados a comparecer ao Comando do Exército de Campinas a fim de prestar esclarecimentos sobre “agitações políticas” no campus e fora dele. Além das ameaças sofridas, foram também pressionados a participar de uma recepção ao então candidato à presidência da República, Ernesto Geisel, programada para a sede da prefeitura da cidade. No entanto, nenhum deles compareceu, pois, um plebiscito, convocado pelos estudantes, rejeitou maciçamente a exigência dos militares. Neste episódio, a Reitoria não tomou nenhuma iniciativa para proteger os estudantes da arbitrária coação que sofreram do comando do Exército. Ficou evidente que os militares exigiram e o Reitor consentiu;

d) Um qualificado dirigente da Unicamp igualmente foi intimado a comparecer, com a anuência da Reitoria, a uma dependência do Exército de Campinas. Por ter aprovado a contratação de Nelson Rodrigues dos Santos (Nelsão), médico vinculado ao PCB e renovado o contrato de Sérgio Arouca, o Diretor da FCM, José Aristodemo Pinotti viveu uma situação constrangedora; por mais de 24 horas permaneceu isolado numa sala do Batalhão de Infantaria Blindada de Campinas aguardando ser ouvido pelo comandante. De forma insolente, o oficial – que o intimou a depor – acabou não recebendo o Diretor da FCM; após a longa e inútil espera, um ajudante de ordens foi o portador de uma advertência ao prof. Pinotti: que ele desistisse de contratar o “médico comunista”. Reconheça-se que o Reitor não demitiu os docentes de esquerda, mas, igualmente, não hipotecou nenhuma solidariedade ao Diretor da FCM pela prisão temporária e agressão moral sofrida;

e) O “expurgo na Medicina Preventiva” da FCM.
Este episódio consistiu na destruição de uma promissora experiência científica e de elevado alcance social que, nos anos 1970, se desenvolvia na Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.

Um grupo de 18 profissionais ligados à área da saúde pública (estudantes residentes, técnicos e médicos) se articulou em torno da liderança de Antônio Sérgio Arouca. Diversas atividades eram realizadas pelo grupo: seminários e grupos de estudos em torno de autores da filosofia e sociologia crítica (Marx, Althusser, Foucault, Gramsci, Florestan Fernandes e outros); debatia-se a estrutura de poder da universidade (as “comissões paritárias”); realizavam atendimento ambulatorial no bairro Jardim das Oliveiras, periferia de Campinas, e na cidade de Paulínia (além das consultas médicas, promoviam-se conversas com os moradores sobre as condições de vida e a situação de saúde que viviam).

Em seu depoimento à Comissão da Verdade da Unicamp, Anamaria Testa Tambellini relatou que, a partir de 1973, a Direção da FCM – questionando a perspectiva teórica marxista e o engajamento social do grupo – passou a tomar medidas coercitivas contra o coletivo do Departamento de Medicina Preventiva e Social (proibição de reuniões dos docentes com alunos e de encontros com pacientes e suspensão da docência). No ano de 1975, segundo a ex-participante do DMPS, todos os membros – alguns deles vinculados ao Partido Comunista Brasileiro (PCB) – passam a sofrer perseguições políticas dentro da Unicamp. Ameaças de não-renovação dos contratos na FCM obrigaram os docentes e pesquisadores do grupo a buscar vínculos profissionais em outras instituições de ensino e pesquisa do país. A rigor, não houve registro oficial de demissões feitas pela Direção da FCM; no entanto, autênticas “cassações brancas” passaram a ocorrer.

Os casos de Sérgio Arouca e Anamaria Tambellini são elucidativos. Embora tivessem entregado, nos prazos estabelecidos, suas teses de doutoramento à Direção da FCM, os dois foram informados que apenas teriam as datas de defesa definidas após demonstrarem que teriam ter vínculos profissionais com novas instituições. Considerada “subversiva” pelos setores conservadores da FCM e guardada a sete chaves na mesa do Reitor, a tese de doutorado de Arouca apenas pôde ser defendida quando ele provou ter sido contratado pela Fiocruz, RJ.

Na versão de Tambellini, Vaz respaldou inteiramente as pressões da Direção da FCM. Em trecho do Relatório da Comissão da Verdade da Unicamp foi afirmado: “Ele (Reitor da Unicamp, CNT) sofria pressão por parte do governo militar e também de parceiros institucionais e financeiros, como a Fundação Rockefeller, que tinha grande influência dentro da Faculdade de Ciências Médicas e da Unicamp”. Nesse momento, prestigiosos pesquisadores na área da medicina preventiva de São Paulo fizeram tentativas, junto a Zeferino Vaz, no sentido de convencê-lo a apoiar os pesquisadores liderados por Arouca; em defesa deles, mostravam o caráter pioneiro e a qualidade de suas pesquisas além da relevância do trabalho social que realizavam fora da Unicamp. Foram tentativas em vão, pois, segundo o depoimento de Tambellini, Zeferino Vaz, invariavelmente, dizia a seus interlocutores: “com esse grupo eu não negocio”.

Interpretando o significado do “expurgo na Medicina Preventiva”, conclui a atual pesquisadora da Fiocruz: “Foi a destruição de uma possibilidade muito rica de trabalho científico e de pensamento sobre serviço de saúde moldada em elementos muito avançados, e que até hoje no SUS não existe”.

Considerações finais

I – Há um amplo consenso sobre o papel desempenhado por Zeferino Vaz na construção da Unicamp. Docentes de diferentes concepções teóricas e ideológicas (entre estas, conservadores, liberais e progressistas) reconhecem que foi ele, na história do ensino superior brasileiro, o dirigente que mais contribuiu para a criação de instituições universitárias de caráter público em todo o país.

Em relação ao seu estilo de administração – altamente centralizador e, frequentemente, autoritário –, setores conservadores não lhe fazem nenhuma objeção. Apoiam-no irrestritamente. Por sua vez, liberais e progressistas – que assumem no plano do discurso a democracia como um valor insubstituível – fazem reparos às convicções conservadoras e atos arbitrários de Vaz, um autêntico Napoleãozinho. No entanto, deve ser também sublinhado que tais questionamentos chegam a ser praticamente relevados quando, na avaliação da trajetória acadêmico-política, são privilegiados os resultados da “grande obra construída”.

Ao se admitir que práticas democráticas nem sempre são eficazes e “realistas”, estes setores liberais e progressistas não estariam endossando o pressuposto de que um estilo autoritário de atuação pode ser razoável, aceitável e legítimo? Neste sentido, ao fim e ao cabo, liberais e progressistas não acabam assumindo a tese de que – em determinadas conjunturas políticas – deve-se resignar diante de direções autoritárias que têm caráter inovador e contribuem para o desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da cultura?

Embora tenham visões ideologicamente diferenciadas, conservadores, liberais e progressistas da Unicamp parecem coincidir com uma avaliação complacente da trajetória do acadêmico Zeferino Vaz, na medida em que este teria construído uma notável usina de ciência e tecnologia em pleno canavial na periferia da cidade de Campinas, mas, como dirigente universitário, nunca cultivou e praticou, de forma consequente, valores democráticos.

II – É também consensual a compreensão de que, diferentemente do que ocorreu em outras universidades (entre elas, USP, UnB, UFRJ e PUC-SP), a Unicamp, durante a ditadura militar, teria sido – em matéria de violência institucional – bastante privilegiada: tropas não a invadiram; docentes não foram cassados pelo AI 5; estudantes e funcionários não foram detidos no campus.

Criada em 1966, impõe-se, porém, reconhecer que a Unicamp não teve, até́ o final dos anos 1970, movimentos de docentes, de estudantes e de funcionários bem organizados e ativamente mobilizados contra a ditadura militar. Havia resistência democrática, mas inexistiam significativos confrontos e duros embates organizados pelas entidades do campus, tal como ocorriam em outras universidades públicas no pós-1964.

Imaginemos, por exemplo, a presença de uma moradia estudantil no campus da Unicamp; a hipótese não é descabida, pois, nos anos 1960, existia na USP um Conjunto Residencial (Crusp) que abrigava algumas centenas de estudantes. Nos primeiros anos da ditadura, o Crusp se constituiu em um ativo espaço de resistência democrática: ações políticas contra o regime, debates e grupos de estudos de orientação socialista eram ali organizados. Não sem razão o Crusp – uma espécie de “território livre” – era visto pelos órgãos de informação e segurança como um “foco de subversão e baderna”. Como se sabe, logo após a decretação do AI 5, o campus da USP foi invadido pela PM paulista e forças militares; numa autêntica “operação de guerra”, centenas de estudantes foram presos e o Crusp acabou sendo fechado por tempo indeterminado.

Caso a Unicamp, durante a ditadura militar, tivesse uma moradia estudantil com uma dinâmica política semelhante à do Crusp – i. é, um “foco de agitação e subversão” –, seria ela preservada posto que a autoridade maior do campus zelaria pela defesa da comunidade acadêmica? O Reitor da Unicamp teria condições de negociar com as forças de segurança e garantir a autonomia universitária?

É inegável que, durante os governos militares, a Unicamp não foi cenário de sistemáticos atos de arbítrio e violência. Como explicar isto: pelo fato de a Universidade ter à sua frente um destemido escudeiro? Ou a preservação da integridade da comunidade acadêmica deveria ser explicada, fundamentalmente, pela razão de inexistirem nítidas situações de confrontos políticos entre setores democráticos da universidade e os governos militares?

A este respeito, o “expurgo na Medicina Preventiva” deve ser aqui novamente invocado. Em 1975, por ocasião da “Operação Jacarta”– quando foi desencadeada em todo o país uma ampla “caça aos comunistas” –, Zeferino Vaz não conseguiu nenhuma negociação com seus amigos militares. Dezenove profissionais da saúde – que integravam um inovador grupo de pesquisadores – sofreram autênticas “cassações brancas”; alguns membros desse coletivo da FCM-Unicamp eram acusados de pertencerem aos quadros do PCB e, mais grave ainda, de desenvolverem uma prática médica que ia ao povo e dialogava com ele.

Pressionado igualmente por setores internos da Universidade e entidades de fomento estrangeiras, o Reitor aceitou as exigências dos militares e teve responsabilidade direta na exclusão de pesquisadores e docentes da FCM. Registre-se que este fato foi – e continua sendo – praticamente ignorado pelo conjunto da comunidade acadêmica.(Um dos méritos da Comissão da Verdade da Unicamp foi – como revela seu Relatório Final – tornar público este grave episódio ocorrido na Unicamp nos anos 1970.)

Razão parece ter Anamaria Tambellini, pesquisadora, que, em 1975, foi vítima de uma “cassação branca” na Unicamp, quando observou: “Ele (Reitor da Unicamp, CNT) deixava todo mundo andar com livro do Marx, podia discutir, mas não podia praticar e nem fazer política”.

III – Como foi anteriormente esclarecido, a motivação central deste texto é a de sugerir a pertinência intelectual de serem produzidos trabalhos sobre a trajetória acadêmico-política de Zeferino Vaz. Certamente, serão eles importantes para o conhecimento da história intelectual brasileira, particularmente para as pesquisas sobre a questão das instituições de ensino superior do estado de São Paulo. Por outro lado, acreditamos que estudos sobre a trajetória de Zeferino Vaz poderiam contribuir para o conhecimento da atuação de acadêmicos e intelectuais de convicções de direita em tempos de democracia e ditadura.

Basicamente, as questões acima alinhavadas são sugestões para a elaboração de pesquisas que contribuam para superar as formulações impressionistas e pouco analíticas sobre a obra e a figura de Zeferino Vaz. Sem desconhecer as qualidades do sagaz e determinado “semeador de instituições”, estou convencido de que a maioria dos testemunhos e depoimentos existentes sobre Vaz é carente de distanciamento crítico.

Neste sentido, os episódios e fatos acima mencionados – que impõem pesquisas criteriosas e aprofundadas – devem ser vistos como vias de pesquisas para a problematização das formulações acríticas existentes sobre o fundador da Universidade Estadual de Campinas. Afinal, na atividade acadêmica, o pensamento crítico – que rejeita a hagiografia e a iconoclastia infundada – deve ser exercido plenamente, particularmente no enfrentamento de “verdades” consolidadas pelo senso comum.

Concluamos.

Duas avaliações em franca contradição sobre a obra e trajetória de Zeferino Vaz talvez ilustrem as dificuldades e os desafios que se colocam ao pesquisador.

Orientado pelos trabalhos da Comissão Nacional da Verdade, o Relatório da Comissão Anísio Teixeira da Verdade e Memória da UnB – levando em conta o papel destrutivo que o Reitor-interventor desempenhou nessa universidade – fez uma Recomendação pública questionando um o Grande Prêmio Capes de Teses Zeferino Vaz. Para a comunidade acadêmica da UnB, hoje, o ex-Reitor-interventor é uma persona non grata.

No entanto, em contraposição a esse juízo crítico, a quase totalidade da comunidade acadêmica da Unicamp – reconhecendo os méritos do grande empreendedor –, diverge de tal reconhecimento ao aceitar de bom grado que sua Cidade Universitária leve o nome de seu grande criador.

Sine ira et studio deveria ser, pois, a diretriz e a orientação intelectuais do pesquisador que se debruçar sobre a trajetória político-ideológica e a obra educacional de Zeferino Vaz.

*Caio Navarro de Toledo é professor aposentado da Unicamp. Ex-membro da Comissão da Verdade e Memória Octavio Ianni da Unicamp (2014-2015).

Publicado primeiro em 25/02/2021 em https://aterraeredonda.com.br/zeferino-vaz/




Revogação da concessão do título de doutor Honoris causa à Jarbas Gonçalves Passarinho – UFRJ


Please wait while flipbook is loading. For more related info, FAQs and issues please refer to DearFlip WordPress Flipbook Plugin Help documentation.





Nota de Carlos Vogt


Please wait while flipbook is loading. For more related info, FAQs and issues please refer to DearFlip WordPress Flipbook Plugin Help documentation.





Nota de José Tadeu Jorge


Please wait while flipbook is loading. For more related info, FAQs and issues please refer to DearFlip WordPress Flipbook Plugin Help documentation.





Unicamp pela democracia: pedido de revogação do título Doutor Honoris causa concedido ao coronel Jarbas Passarinho

Por memória, verdade e justiça, os abaixo-assinados se manifestam para que o Conselho Universitário da Unicamp (Consu) revogue o título de Doutor Honoris Causa de Jarbas Gonçalves Passarinho, concedido pelo Conselho Diretor — órgão que precede a criação do Consu — em 30 de novembro de 1973, sob a inteira vigência e ameaças do Ato Institucional Nº 5.

Nossas convicções democráticas nos levam a apoiar a iniciativa de docentes, servidores técnico-administrativos e estudantes que, por meio de suas entidades representativas (ADunicamp, APG, DCE e STU), mobilizam-se para fazer cumprir uma das Recomendações da Comissão Nacional da Verdade: que sejam revogadas todas as homenagens prestadas por órgãos públicos a servidores da ditadura militar brasileira.

A este respeito, está comprovado que Jarbas Passarinho, além de ter sido um conspirador em 1964 e um ideólogo do regime discricionário, foi um ativo cúmplice das graves violações dos direitos humanos e da sistemática repressão às liberdades civis e políticas.

Signatário do AI-5 — quando mandou “às favas todos os escrúpulos de consciência” — teve, na condição de ministro do Trabalho e da Educação, responsabilidade direta pela prisão e destituição de sindicalistas, expulsão de estudantes e aposentadoria compulsória de renomados docentes e pesquisadores.

Foi, pois, com espírito de defesa da democracia e do estado de direito, que o Conselho Universitário da UFRJ, em reunião de 20 de abril de 2021, revogou o título Doutor Honoris Causa, concedido por essa Universidade em 1973, ao coronel Jarbas Passarinho.

Da mesma forma, entendemos que a história da Unicamp, de conceder honrarias a pessoas que contribuíram para o progresso das ciências, das letras e das artes, não pode ser maculada por homenagens a apoiadores do regime ditatorial. Portanto, à luz do Regimento Interno da universidade e com base nas justas e oportunas recomendações da Comissão Nacional da Verdade e da Comissão da Verdade e Memória “Octávio Ianni” da Unicamp, consideramos que Jarbas Passarinho não tem nenhuma qualificação acadêmica, científica, política e moral para figurar entre os Doutores Honoris Causa da Unicamp.

A nosso ver, o Conselho Universitário terá, ao pautar essa questão, a oportunidade de preservar seu papel de defesa das práticas democráticas, repudiando qualquer ato de violação aos direitos humanos que constranja o desenvolvimento da pesquisa e a liberdade de expressão no meio acadêmico.

O gesto simbólico de revogar esta honraria significará também assumir, claramente perante a sociedade, o repúdio a todos os discursos e iniciativas que defendem o negacionismo, o obscurantismo, a censura ideológica e a regressão política do país a um regime autoritário no qual se pratica a tortura e os assassinatos políticos.

GT pela revogação do título Doutor Honoris Causa do Cel. Jarbas Passarinho

ADunicamp | APG Unicamp | DCE Unicamp | STU

*****

Abaixo-assinados

  1. ABNER PELUTTI FRANCISCO
  2. ACSON GUSMÃO FRANCA 
  3. ADAILTON ANTÔNIO GALIZA NUNES 
  4. ADALBERTO BONO MAURIZIO SACCHI BASSI
  5. ADALCIRA SANTOS BEZERRA 
  6. ADAN PHELIPE CUNHA
  7. ADAOR MARCOS DE OLIVEIRA
  8. ADEJARDO FRANCISCO DA SILVA FILHO
  9. ADEMILSON P. CASTELO
  10. ADILSON DOS SANTOS RIBEIRO JUNIOR
  11. ADINA SOARES RODRIGUES
  12. ADRIANA FILGUEIRA LEITE 
  13. ADRIANA KATIA CORRÊA
  14. ADRIANA LOPES RODRIGUES 
  15. ADRIANO CECATTO
  16. ADRIANO LOYOLA
  17. ADUNESP – ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES DA UNESP 
  18. AGATHA DIAS GOMES DE QUEIROZ
  19. AGLAYS RODARTE DOS REIS
  20. AGUINALDO TADEU PANSA 
  21. ALADIM PINEL
  22. ALAIDE PELLEGRINI MAMMANA
  23. ALAIR RIBEIRO SILVA
  24. ALAN OSMO
  25. ALBERES SOUSA FERREIRA DA 
  26. ALBERTO SOUZA
  27. ALDO JOSIAS DOS SANTOS
  28. ALEJANDRA ROJAS
  29. ALESSANDRA CANIVEZI
  30. ALESSANDRA PEDROZO  DA CRUZ 
  31. ALEX DA SILVA PEREIRA 
  32. ALEXANDRE GALVÃO CARVALHO 
  33. ALEXANDRE MARINHO PIMENTA
  34. ALEXANDRE PESSOA
  35. ALEXSANDRO OLIVEIRA
  36. ALFONSO SCHRANK
  37. ALFREDO BORGES DE CAMPOS
  38. ALIANE GONÇALVES DE AGUIAR SILVA
  39. ALICIA BEATRIZ DORADO DE LISONDO
  40. ALINE BARBOZA RODRIGUES 
  41. ALINE CRAVEIRO CARDOSO
  42. ALINE FERNANDES
  43. ALINE GUIMARÃES PERES
  44. ALINE LADISLAU LIMA 
  45. ALLAN KENJI SEKI
  46. ALUISIO ALMEIDA SCHUMACHER 
  47. ÁLVARO PACHECO DURAN
  48. ALVARO PENTEADO CROSTA
  49. ÁLVARO PEREIRA DO NASCIMENTO
  50. ALYSSON BRENNER NOGUEIRA PEREIRA
  51. AMANDA FERNANDA BODO
  52. AMANDA MÜLLER GUADIZ
  53. AMAURI POLLACHI
  54. ANA AMELIA DA SILVA
  55. ANA ANGELICA LEAL BARBOSA 
  56. ANA BEATRIZ FELIPE
  57. ANA BEATRIZ MARTINS TARDELI
  58. ANA BEATRIZ VASCONCELLOS FREITAS 
  59. ANA CAROLINA DOS SANTOS PEREIRA
  60. ANA CAROLINA SANTOS DA SILVA
  61. ANA CLARA DE AZEVEDO LIBMAN
  62. ANA CLARA VILHARQUIDE FIRMINO
  63. ANA CLÁUDIA FERNANDES FERREIRA
  64. ANA CRISTINA DE MEDEIROS SGUIZZARDI DO CARMO
  65. ANA LIVIA FORMIGONI JULIANI
  66. ANA LUÍSA MIYASHIRO FLOSI
  67. ANA LUÍSA SILVESTRINI NASCIUTTI
  68. ANA LUIZA ARAÚJO MARTINS
  69. ANA MARIA BAIMA CARTAXO
  70. ANA MARIA FALCÃO DE ARAGÃO
  71. ANA MARIA FONSECA DE ALMEIDA
  72. ANA MARIA MARCONDES 
  73. ANA MARIA MATOS DE SÁ
  74. ANA MARIA MOTTA RIBEIRO
  75. ANA PATO
  76. ANA PAULA DO NASCIMENTO VELÁSQUEZ
  77. ANDERSON CORDEIRO SABINO
  78. ANDERSON DEO
  79. ANDRÉ ALBINO DE ALMEIDA
  80. ANDRÉ CESTARI TRAD 
  81. ANDRÉ DA ROCHA SANTOS 
  82. ANDRÉ D’ALBERTAS CECCHINI 
  83. ANDRÉ DE SOUZA SANTOS 
  84. ANDRÉ FLORES PENHA VALLE 
  85. ANDRÉ GUIMARÃES AUGUSTO
  86. ANDRÉ MATEUS PUPIN
  87. ANDRÉ PAULO DA SILVA GABRIEL
  88. ANDRÉ ROSA
  89. ANDRÉ SINGER
  90. ANDRÉ XAVIER
  91. ANDRÉA CRISTINA PINTO DE TOLEDO
  92. ANDREA DESIDERIO DA SILVA
  93. ANDRÉA SLEMIAN
  94. ANDREA TRUS
  95. ANDRÉIA GALVÃO
  96. ANDREIA LIMA SANCHES
  97. ANDRESSA MARQUES
  98. ANGEL H. CORBERA MORI
  99. ÂNGELA CRISTINA DE OLIVEIRA 
  100. ANGELA DE ANDRADE PEQUENO
  101. ANGELA LAZAGNA
  102. ÂNGELA MASSUMI KATUTA
  103. ANGELICA LOVATTO
  104. ANÍBAL VALENÇA
  105. ANITA LEOCADIA PRESTES
  106. ANNA ABREU
  107. ANNA AUGUSTA SAMPAIO DE OLIVEIRA
  108. ANNA MARIA VASCONCELLOS MEIRELLES 
  109. ANPG
  110. ANTONIO CARLOS ARTIOL
  111. ANTONIO CARLOS DIAS JUNIOR 
  112. ANTONIO CARLOS MAZZEO
  113. ANTONIO CARLOS MORETTI GUEDES
  114. ANTÔNIO CARLOS ROCHA
  115. ANTONIO CARLOS SFORZA 
  116. ANTÔNIO DE PÁDUA MARTINS
  117. ANTONIO DIAS DE NOVAED
  118. ANTONIO EDUARDO SANTOS
  119. ANTONIO GOMES TRIGUEIROS
  120. ANTÔNIO JOSÉ RIBEIRO
  121. ANTONIO JOSÉ VALE DA COSTA
  122. ANTÔNIO LUÍS DE ANDRADE  
  123. ANTÔNIO MÁRCIO BUAINAIN 
  124. ANTÔNIO MARCOS PEREIRA DE MOURA
  125. ANTONIO MARRANO
  126. ANTONIO OZAÍ DA SILVA
  127. ANTONIO RAGO
  128. ANTONIO RAGO FILHO
  129. ANTÔNIO SÉRGIO CUNHA FREIRE
  130. ANTONIO TADEU MENESES
  131. APARECIDA NERI DE SOUZA
  132. APARECIDA SOUZA 
  133. ARCHIMEDES PEREZ FILHO
  134. ARDEMIRIO DE BARROS SILVA
  135. ARGUS ROMERO ABREU DE MORAIS
  136. ARI VICENTE FERNANDES
  137. ARIANE BUENO PAULUCI 
  138. ARLETE M COELHO CASTELO
  139. ARLETE MOYSÉS RODRIGUES 
  140. ARMANDO ALVES DE OLIVEIRA
  141. ARMANDO MANCIO DE CAMARGO
  142. ARNOLDO DE HOYOS
  143. AROLDO BATISTA NOGUEIRA 
  144. AROLDO CAVALCANTI DE LIMA
  145. ARTHUR CONTI TOFFANETTO
  146. ARTHUR DA SILVA ROSOLEN
  147. ARTHUR DIAS DE OLIVEIRA
  148. ARTUR STRAUCH PINTO DANTAS CUNHA
  149. ARY CELSO FRANCE
  150. ARY NOGUEIRA FILHO
  151. ASCISIO DOS REIS PEREIRA 
  152. ASRIEL DAVID’S SANTANA ALVES
  153. ASSOCIAÇÃO DAS AMIGAS E AMIGOS DA RÁDIO NOROESTE
  154. ASSOCIAÇÃO DE EDUCADORES E EDUCADORAS SOCIAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO (AEESSP)
  155. AUGUSTO ROBERTO NOGUEIRA
  156. ÁUREA MARIA GUIMARÃES 
  157. AURELIO MARTUSCELLI NETO
  158. AURORA MILIONI GARCIA
  159. BÁRBARA CEOTTO SOUZA
  160. BÁRBARA CONSALES
  161. BARBARA LOU DA COSTA VELOSO DIAS
  162. BEATRIZ CARVALHO PANEPUCCI
  163. BEATRIZ CINTRA LABAKI
  164. BEATRIZ DE PAULA PELEGRINA
  165. BEATRIZ FRANCO DE OLIVEIRA SERRA
  166. BEATRIZ GARCIA FARIA
  167. BEATRIZ RAPOSO DE MEDEIROS
  168. BERNARDINO RIBEIRO DE FIGUEIREDO 
  169. BETHÂNIA NEGREIROS BARROSO 
  170. BIANCA DOS SANTOS COUTINHO
  171. BIBIANA DE OLIVEIRA MUSCALU
  172. BORIS VARGAFTIG 
  173. BRENDA ALVES RIBEIRO 
  174. BRUNA CAROLINA GARCIA
  175. BRUNA CAROLINI BIASI
  176. BRUNA CAVATI ROSSI
  177. BRUNA ELISA FRAZATTO
  178. BRUNA GABRIELA MECHI SILVA 
  179. BRUNELA SUCCI
  180. BRUNO CESAR CASSANI MEDEIROS
  181. BRUNO CEZAR MARTINS SANT ANNA
  182. BRUNO LIBÂNIO
  183. BRUNO OLIVEIRA CARDOSO 
  184. CACAU (CENTRO ACADÊMICO DE ARQUITETURA )
  185. CAFEA – CENTRO ACADÊMICO DA FACULDADE DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS 
  186. CAIO COBUCCI LEITE
  187. CAIO EDUARDO TEIXEIRA VASCONCELLOS 
  188. CAIO LIMA TORRAQUE COSTA
  189. CAIO NAVARRO DE TOLEDO
  190. CAÍQUE APARECIDO BRITE
  191. CAMILA BAPTISTA 
  192. CAMILA BATISTA CAETANO 
  193. CAMILA NOGUEIRA
  194. CAMILA REBUSTINI
  195. CARILO MARZARI MACHADO
  196. CARLA MARIA DA SILVA DIAZ
  197. CARLOS ALBERTO DE CASTRO JUNIOR
  198. CARLOS ALBERTO LOBÃO CUNHA 
  199. CARLOS ALBERTO VOGT
  200. CARLOS ALEXANDRE ZUCCHI PEREIRA 
  201. CARLOS AMADEU LEITE DE OLIVEIRA
  202. CARLOS EDUARDO ALBUQUERQUE MIRANDA
  203. CARLOS EDUARDO HIRTH PIMENTEL
  204. CARLOS EDUARDO MARTINS
  205. CARLOS EDUARDO PESTANA MAGALHÃES (GATO)
  206. CARLOS EDUARDO PINHO DANIEL RANDO
  207. CARLOS EMILIO FARACO
  208. CARLOS EUGENIO GUIMARÃES MARER
  209. CARLOS FERNANDES
  210. CARLOS MIGUEL TOBAR TOLEDO 
  211. CARMEM L F BALBINO
  212. CARMEN DE CASTRO CHAVES
  213. CARMEN LUCIA SOARES
  214. CARMEN SYLVIA VIDIGAL MORAES 
  215. CARMEN VERÍSSIMA FERREIRA HALDER
  216. CAROLINA CATINI
  217. CAROLINA HIROMI SUGI MOGAMI
  218. CAROLINA MARIA POZZI DE CASTRO
  219. CAROLINA MARQUES 
  220. CAROLINA PENTEADO NATIVIDADE MORETO 
  221. CAROLINA RODRÍGUEZ 
  222. CAROLINE APARECIDA FAZIO
  223. CAROLINE BELCHIOR DA SILVA
  224. CAROLINE BRANDÃO ALEXANDRE
  225. CAROLINE VASCONCELOS RIBEIRO 
  226. CÁSSIA HACK
  227. CÁSSIA MAGALHÃES BARREIRA FUSETO
  228. CATHERINE PROST 
  229. CECILIA BENASSI 
  230. CECÍLIA PEREIRA CIOCHETTI
  231. CECÍLIA TOLEDO 
  232. CELIA MARIA SIVALLI CAMPOS
  233. CELIA TOMOE KOROSUE
  234. CELINA DE JESUS RODRIGUEZ PARRA 
  235. CELSO COSTA LOPES
  236. CÉSAR ADRIANO DO AMARAL SAMPAIO 
  237. CÉSAR AUGUSTO MINTO
  238. CÉSAR AUGUSTO PARO
  239. CHRISTIAN RICARDO PEREIRA
  240. CHRISTINA IUPPEN 
  241. CIBELE MARIA GARCIA DE AGUIAR PEREIRA 
  242. CIBELE RIBEIRO DA SILVA 
  243. CICERA MARIA DA SILVA
  244. CÍCERO DA SILVA
  245. CICLAMIO LEITE BARRETO
  246. CID BARBOSA LIMA JUNIOR 
  247. CID OTTONI BYLAARDT
  248. CINTIA FIRMINO FARREIRA
  249. CLARINDA RODRIGUES LUCAS 
  250. CLARISSA LIN YASUDA
  251. CLAUDEMIR SEVERIANO DE VASCONCELOSS
  252. CLÁUDIA ADRIANA SOUZA SANTOS
  253. CLÁUDIA ALESSANDRA TESSARI 
  254. CLAUDIA MAGALHÃES GIL 
  255. CLÁUDIA MARIA DE SIQUEIRA PENNA QUINTAES
  256. CLAUDIA MARIA SOARES SCANDAROLLI
  257. CLAUDIA MOMO
  258. CLAUDIA REGINA CASTELLANOS PFEIFFER
  259. CLAUDIA REGINA CAVAGLIERI
  260. CLAUDIA WOLFF SWATOWISKI 
  261. CLÁUDIO CHRYSÓSTOMO WERNECK
  262. CLAUDIO DE MOURA
  263. CLAUIA ENGLER CURY
  264. CLAUS MAGNO GERMER 
  265. CLÉO TOLEDO 
  266. CLOTILDE PIERINI MAFRA DIOGO 
  267. CORINTA MARIA GRISOLIA GERALDI 
  268. CRISTIANA SIMÃO SEIXAS
  269. CRISTIANE MACHADO
  270. CRISTIANE MARIA CORNELIA GOTTSCHALK
  271. CRISTIANE MARIA MEGID
  272. CRISTIANI MARTINS SOUZA DA SILVA 
  273. CRISTIANO NICOLINI
  274. CRISTIANO ROQUE ANTUNES BARREIRA
  275. CRISTINA DE CAMPOS
  276. CRISTINA MAIONCHI LEITE
  277. CRISTINA MARIA BEZERRA DE OLIVEIRA
  278. CRISTINA PEREIRA DE OLIVEIRA 
  279. DAISY SILVA DE LARA
  280. DALTRO AUGUSTO CAMPANHER DE SOUZA
  281. DANIEL BAHIENSE
  282. DANIEL GOMES FADEL
  283. DANIEL GUZZO MORATTI
  284. DANIEL SILVA VIOLIN
  285. DANIEL SIQUEIRA LOPES
  286. DANIEL SOUZA LUZ
  287. DANIEL YURI AKIYAMA
  288. DANIELA AUGUSTA SILVA CASON 
  289. DANIELA BENTO SOARES
  290. DANIELA FERREIRA ARAUJO SILVA
  291. DANIELA GOBBO DONADON
  292. DANIELLE TEGA
  293. DANILO ENRICO MARTUSCELLI 
  294. DARCY COSTA 
  295. DARIANE CARLESSO
  296. DAVI ANTONINO GUIMARÃES
  297. DAVID MACIEL
  298. DAVIDSON CANGUSSU 
  299. DAVINA MARQUES 
  300. DAYSE IARA DOS SANTOS
  301. DCE UNICAMP
  302. DÉBORA CRISTINA GOULART 
  303. DÉBORA DA SILVA DIAS
  304. DÉBORA MAZZA
  305. DÉBORA RODRIGUES SAKIHARA SILVA 
  306. DELZIO L.MACHADO JR
  307. DÉMERSON DIAS
  308. DENER GABRIEL FERRARI
  309. DENIS GOMES FILHO
  310. DIANA GLEISSE MOREIRA GOES
  311. DIDIER DEMOLIN
  312. DIEGO BATISTA LEAL
  313. DINO VICENTE DE LUCCA JUNIOR
  314. DIOGO JOAQUIM DOS SANTOS
  315. DIOGO VALENÇA DE AZEVEDO COSTA
  316. DIORGE ALCENO KONRAD
  317. DIRCE DJANIRA PACHECO E ZAN
  318. DIVA SOARES SANTANA
  319. DORIS ACCIOLY E SILVA
  320. DORIVALDO SALLES DE OLIVEIRA 
  321. DOUGLAS GALANTE
  322. DOUGLAS VINÍCIUS SOUZA SILVA
  323. DULCE FERNANDES BARATA
  324. DULCE ROCHA
  325. DYLAN ROCHA SILVA 
  326. É URGENTE!! 
  327. EDEN FERREIRA DE MEDEIROS
  328. EDER PEREIRA LOPES
  329. EDILSON JOSÉ GRACIOLLI
  330. EDINEIDE ARAÚJO 
  331. EDIVAN DE AZEVEDO SILVA DA COSTA
  332. EDMILSON APARECIDO DA SILVA
  333. EDSON BOMFIM DOS SANTOS
  334. EDSON DA SILVA NASCIMENTO
  335. EDSON DE SOUZA ALMEIDA 
  336. EDSON EDUARDO DE SENA LOPES
  337. EDSON JOAQUIM DOS SANTOS 
  338. EDSON TELES
  339. EDUARDO CHAPADEIRO
  340. EDUARDO FERREIRA SALES 
  341. EDUARDO MEI
  342. EDUARDO MOREIRA DE SOUZA
  343. EDUARDO SANTOS PEREIRA
  344. EDUARDO SILVEIRA BERNARDES
  345. EDVALDO MOREIRA
  346. EDVANIA GOMES DA SILVA
  347. ELAINE CRISTINA MINTO
  348. ELAINE DE ALMEIDA BORTONE
  349. ELAINE LOBEIRO MACHADO GRECCO 
  350. ELCIO DA RIVA MOURA
  351. ELCIO THENORIO
  352. ELENA BRUGIONI
  353. ELENARA RIBEIRO DA SILVA
  354. ELENICE VALENTIM CARMONA
  355. ELEONORA CAVALCANTE ALBANO
  356. ELEONORE ZULNARA FREIRE SETZ
  357. ELIANA AYOUB 
  358. ELIANA HEISER DE FREITAS MARQUES
  359. ELIANA MARQUES
  360. ELIANA MATTOS
  361. ELIANA RIBEIRO DA SILVA
  362. ELIANA SUMI
  363. ELIANE DO ROCIO VIEIRA 
  364. ELIANE VERAS SOARES
  365. ELIENARA FAGUNDES FERREIRA
  366. ELIETE MARIA SILVA
  367. ELINEIDE RODRIGUES DE LUNA
  368. ELISA BORRI VIDAL
  369. ELISA FERNANDES BRASIL
  370. ELISABETH BAROLLI
  371. ELOY MILLER SAPIA
  372. ELSON PAIVA DE OLIVEIRA
  373. ELTON ALVES DE OLIVEIRA
  374. ELZA MARGARIDA DE MENDONÇA PEIXOTO
  375. ELZA MARIA DA SILVA
  376. EMÍLIA WANDA RUTKOWSKI
  377. ENID YATSUDA FREDERICO
  378. ENZO LUÍS NICO JR
  379. ENZO LUZ DA SILVA 
  380. ENZO RANIERI DE OLIVEIRA MORAES
  381. EOLO MARQUES PAGNANO
  382. ERICA SANTANA SANTOS 
  383. ERICK FISHUK
  384. ERNESTO ETULAIN
  385. ERNESTO JOHANNES
  386. ESTÉFANI ALEXANDRINA VENÂNCIO DE MORAIS
  387. EURELINO COELHO
  388. EURICO DE ARRUDA NETO
  389. EVANDRO LEITE RAPOSO
  390. EVELINE RIBEIRO DA SILVA
  391. EZEQUIEL SANTOS MONTEIRO
  392. FABIANO NICO DOS SANTOS
  393. FÁBIO ANSELMO RIBEIRO
  394. FABIO AUGUSTO
  395. FABIO BITTENCOURT MEIRA
  396. FABIO KAZUO OCADA
  397. FÁBIO MARABESI
  398. FÁBIO PASCHOALIN QUEIROZ
  399. FABÍOLA FERNANDES BACCARIN MARQUESINI 
  400. FABÍOLA PEREIRA LEMOS CANO DE HARO
  401. FABRICIO GALLO
  402. FATIMA CABRAL
  403. FÁTIMA VALERIA FARIAS FERREIRA
  404. FAUZE ACHCAR CHELALA
  405. FELIPE EDUARDO FERREIRA MARTA
  406. FELIPE GOULART CUNHA 
  407. FELIPE PINTO DE SOUZA SAWAIA
  408. FERDINAND MARTINS DA SILVA 
  409. FERNANDA ALVES GONÇALVES
  410. FERNANDA ANTONIA CARVALHO SILVA 
  411. FERNANDA BACCARIN DISSORDI 
  412. FERNANDA CARDOSO FONSECA
  413. FERNANDA DE MARTINI ZAMUNER 
  414. FERNANDA DIAS SILVA
  415. FERNANDA MALAFATTI
  416. FERNANDA PEREIRA PASCOTTE
  417. FERNANDA QUAGLIO DE ANDRADE
  418. FERNANDA ZAMUNER 
  419. FERNANDO ALVES DE CHRISTO
  420. FERNANDO ANTONIO LOURENÇO 
  421. FERNANDO CORREA PRADO
  422. FERNANDO CORREA PRADO 
  423. FERNANDO CURY DE TACCA
  424. FERNANDO HENRIQUE MACHADO
  425. FERNANDO HENRIQUE SOUSA ARAÚJO
  426. FERNANDO PACHECO YUNES
  427. FERNANDO PONTE DE SOUSA 
  428. FERNANDO ROCHA NOGUEIRA 
  429. FERNANDO ZANARDO
  430. FILIPE COSTA COELHO
  431. FLÁVIA BACCARIN DISSORDI
  432. FLAVIA BRITO GARBOGGINI
  433. FLÁVIA CARNEIRO LEÃO
  434. FLAVIA CONSONI
  435. FLÁVIA CONSONI
  436. FLÁVIA FERREIRA DA SILVA 
  437. FLÁVIA NASCIMENTO DE FREITAS
  438. FLÁVIA RECABARREN DE CASTRO
  439. FLÁVIA VIEIRA PEREIRA 
  440. FLAVIANA SERAFIM VIEIRA
  441. FLÁVIO ANTÔNIO DE CASTRO
  442. FLAVIO ANTONIO MAËS DOS SANTOS
  443. FLÁVIO RIBEIRO DE OLIVEIRA
  444. FLAVIO WOLF DE AGUIAR
  445. FLORA UNGARO
  446. FLORIVALDO MENEZES FILHO
  447. FRANCISCO AUGUSTO DE SOUZA
  448. FRANCISCO CARLOS TEIXEIRA DA SILVA
  449. FRANCISCO EDUARDO ZANARDI 
  450. FRANCISCO ERMELINDO GOMES
  451. FRANCISCO FOOT HARDMAN
  452. FRANCISCO LUIZ CAZEIRO LOPREATO 
  453. FRANCISCO SILVA
  454. FREDERICO ARAUJO
  455. FREDERICO RICARDO DE MELO BARRETO
  456. GABRIEL HUMBERTO MUÑOZ PALAFOX
  457. GABRIEL JORDAIM NIPPES
  458. GABRIEL LUCENA DE MATTOS
  459. GABRIEL LUIZ DOS SANTOS
  460. GABRIEL LUZ DE OLIVEIRA 
  461. GABRIEL NOGUEIRA MALTA
  462. GABRIEL OLIVEIRA DOS SANTOS 
  463. GABRIEL PEREIRA FEZA
  464. GABRIEL QUITÉRIO DILELLA
  465. GABRIEL TINCANI RAMOS
  466. GABRIELA BARROS GONÇALVES
  467. GABRIELA CORRÊA GIANNETTI
  468. GABRIELA FROTA REINALDO CPF 
  469. GABRIELA LIMA MARQUES
  470. GABRIELY SOTERO
  471. GAUDÊNCIO  FRIGOTTO
  472. GENTIL GONÇALES FILHO 
  473. GEORGE BERNARD SPERBER
  474. GERALDO AUGUSTO FERNANDES 
  475. GERALDO AUGUSTO PINTO
  476. GERALDO DI GIOVANNI
  477. GERIA MARIA MONTANAR FRANCO 
  478. GÉRSON WASEN FRAGA
  479. GIAN CARLO DE LIMA 
  480. GINA MONGE AGUILAR
  481. GIORGIO BASILICI
  482. GIOVANA MAIRA FASSINA
  483. GIOVANNA BETTIOL BALASSO
  484. GIOVANNA GASPARIN VIZACO
  485. GISELE TERESA REBONATO PERES
  486. GISELE VALÉRIO GRANDO
  487. GISELLE SCAVASIN
  488. GIULIA SOARES MARTINS
  489. GLAUCIA SIGNORELLI 
  490. GLAUCO BRUCE RODRIGUES
  491. GUILHERME BALIEIRO GOMES
  492. GUILHERME LEGNAIOLI VASSÃO 
  493. GUILHERME NASCIMENTO GOMES
  494. GUILHERME SILVA SANTOS
  495. GUILLERMO ALFREDO JOHNSON 
  496. GUSTAVO ALMEIDA DA SILVA
  497. GUSTAVO CAMPOS
  498. GUSTAVO CAZAROLI DE MELO 
  499. GUSTAVO HENRIQUE DOPCKE
  500. GUSTAVO HENRIQUE OLIVEIRA DA SILVA
  501. GUSTAVO JOSÉ DANIELI ZULLO
  502. GUSTAVO MACHADO TOMAZI 
  503. HARIAN PIRES BRAGA
  504. HEITOR MARCOS VALERIO 
  505. HELENA CRISTINA DE LIMA BARBOSA SAMPAIO
  506. HELENA MORAIS
  507. HELENO RODRIGUES CORRÊA FILHO
  508. HELIANA KÁTIA TAVARES CAMPOS
  509. HELIL LOURENÇO
  510. HELIO ELEDERCIO INFORSATO
  511. HELIO MOREIRA DA COSTA JUNIOR 
  512. HÉLIO PADILHA
  513. HÉLIO SHIMADA
  514. HELOÍSA A. MATOS LINS
  515. HELOISA FERNANDES
  516. HELOISA HELENA GODINHO SALGADO 
  517. HELOYSA SILVA NOGUEIRA
  518. HENRIQUE KOJI MIYAMOTO
  519. HENRIQUE SÁ EARP
  520. HENRIQUE TAHAN NOVAES
  521. HERMANO DE MEDEIROS FERREIRA TAVARES
  522. HERMILSON GARCIA DO NASCIMENTO
  523. HILDEMBERTO LOPES FALCAO FILHO
  524. HUDSON CAIKE DE ANDRADE GERMANO
  525. HUGO VICENTE CAPELATO 
  526. IAPONY RODRIGUES GALVÃO
  527. IARA BOTTAN 
  528. IDALICE RIBEIRO SILVA LIMA
  529. IGNEZ DE PINHO GUIMARÃES
  530. IGOR ZULIAN SELEBER
  531. ILMA PEDROSA
  532. INÊS FERREIRA DE SOUZA BRAGANÇA
  533. INEZ HELENA MUNIZ GARCIA
  534. IRABSON MOTA CAVALCANTE
  535. IRINEU SALLES BATARCE 
  536. ISABEL LOUREIRO
  537. ISABELA FERREIRA DE OLIVEIRA
  538. ISABELA GUARALDO DE ALMEIDA 
  539. ISABELA VIEIRA TROPIA SILVA
  540. ISABELE BAIMA FREITAS
  541. ISAC SOUTO DE OLIVEIRA 
  542. ISADORA FAÉ PACCA AMARAL
  543. ISIS RODRIGUES CARVALHO
  544. ISIS SANTOS CANIELLO
  545. ISRAEL HENRIQUE WALIGORA 
  546. ITACIR  ANTONIO  GASPARIN
  547. ITALA MARIA LOFFREDO D’OTTAVIANO
  548. ITAMAR FERREIRA
  549. ITAMAR TEODORO DE FARIA 
  550. IUMNA MARIA SIMON
  551. IVÂNIA MARQUES 
  552. IVANILSON DE MELO MENDES
  553. IVONE DARÉ RABELLO 
  554. IZILDA GOMES GARCEZ CAPOVILLA
  555. JACQUELINE PEIXOTO BARBOSA
  556. JACQUELINE RODRIGUES ANTONIO
  557. JACQUES  FUX
  558. JAIME A. FARFAN
  559. JAMES N. GREEN
  560. JANAINA ELIANE LAGINI
  561. JANAINA OLIVEIRA PAMPLONA DA COSTA 
  562. JANAINA TATIM
  563. JAQUELINE VELOSO PORTELA DE ARAÚJO
  564. JEAN DE JESUS PERES 
  565. JEAN DOUGLAS ZEFERINO RODRIGUES
  566. JEAN PIERRE DE MORAES CRÉTÉ
  567. JEAN-MARIE FARINES
  568. JEANNE MARIE GAGNEBIN DE BONS
  569. JEFERSON LUIZ CADAMURO NUNES
  570. JEFFERSON DE LIMA PICANÇO
  571. JÉSSICA ALBINO 
  572. JÉSSICA DA COSTA MINATI MORAES
  573. JÉSSICA FERREIRA RODRIGUES
  574. JESSICA SAMARA SOARES 
  575. JIMI NAOKI NAKAJIMA 
  576. JOANA APARECIDA COUTINHO
  577. JOANA CABRAL DE OLIVEIRA
  578. JOÃO ALBERTO DA COSTA PINTO
  579. JOÃO ALFREDO BRAIDA 
  580. JOÃO BATISTA PINHEIRO CAMARGO 
  581. JOÃO BOSCO ALVES DE AMORIM
  582. JOÃO CARLOS DOURADO 
  583. JOÃO CARLOS SALLES PIRES DA SILVA
  584. JOÃO DA COSTA CHAVES JR
  585. JOÃO ELOIR STRAPASSON 
  586. JOÃO ERNESTO DE CARVALHO
  587. JOÃO FÁBIO DINIZ 
  588. JOÃO FREDERICO DA COSTA AZEVEDO MEYER
  589. JOÃO GABRIEL CRUZ
  590. JOÃO JOSÉ RODRIGUES LIMA DE ALMEIDA
  591. JOÃO LUCAS GUALASSI DUARTE
  592. JOÃO PEDRO TUCCI LOPES
  593. JOÃO ZAFALÃO 
  594. JOAQUIM ADELINO AZEVEDO FILHO 
  595. JOECY INES DA SILVA FLORENCIO
  596. JOEL BRANDÃO
  597. JOHN KENNEDY FERREIRA
  598. JOICE SOARES PACKNESS BELO
  599. JORGE COSTA DO NASCIMENTO
  600. JORGE EDUARDO LEVI MATTOSO 
  601. JORGE ISAIAS LLAGOSTERA BELTRAN 
  602. JORGE LUIS DA SILVA GRESPAN 
  603. JORGE LUIZ SOUTO MAIOR
  604. JOSÉ ALCIMAR DE OLIVEIRA 
  605. JOSÉ ANTÔNIO BRUM
  606. JOSE ANTÔNIO FERREIRA DA SILVA JÚNIOR 
  607. JOSÉ ANTONIO GONÇALVES 
  608. JOSÉ BENEDITO CIPRIANO 
  609. JOSÉ CAMILO DOS SANTOS FILHO
  610. JOSÉ CARLOS DA COSTA 
  611. JOSÉ CARLOS FERREIRA DE JESUZ
  612. JOSÉ CARLOS SÍCOLI SEOANE
  613. JOSÉ CASTILHO MARQUES NETO
  614. JOSÉ DA SILVA SERÁFICO DE ASSIS CARVALHO
  615. JOSÉ EDUARDO LUIZ 
  616. JOSÉ ERIVAM DOS SANTOS 
  617. JOSÉ FRANCISCO GRAZIANO DA SIVA
  618. JOSE FRANCISCO HOFLING
  619. JOSÉ FRANCISCO RIBEIRO PIRES DE JESUS
  620. JOSÉ HORÁCIO SANTANA
  621. JOSÉ JOATAN RODRIGUES JÚNIOR
  622. JOSÉ JORGE MAGGIO
  623. JOSE LUIZ MARQUES
  624. JOSÉ LUIZ VILA REAL GONÇALVES
  625. JOSE MARIA C. FERREIRA
  626. JOSE MARIA CAMPOS DOS SANTOS
  627. JOSÉ MARIO MARCONDES PEREIRA JR
  628. JOSÉ OSNAR VASCONCELOS FILHO
  629. JOSÉ OSWALDO JUNQUEIRA MENDONÇA
  630. JOSÉ PAULO ARTÊNCIO JÚNIOR
  631. JOSÉ PLINIO DE OLIVEIRA SANTOS 
  632. JOSÉ ROBERTO CABRERA
  633. JOSÉ ROBERTO DA SILVA COSTA
  634. JOSÉ RUBENS MASCARENHAS DE ALMEIDA
  635. JOSÉ VITÓRIO ZAGO 
  636. JOSEANE DE MENEZES STERNADT
  637. JOSELMA CAVALCANTI CORDEIRO
  638. JUAN DAVID MIRANDA GONZÁLEZ
  639. JUAREZ BISPO MATEUS 
  640. JÚLIA ANDRADE DOS SANTOS
  641. JULIA BAHIA ADAMS
  642. JÚLIA DE ALMEIDA PRADO 
  643. JULIA DIEZ
  644. JULIA LEA DE TOLEDO
  645. JULIANA BARRETTO DE TOLEDO 
  646. JULIANA OLIVEIRA DE SANTANA NOVAIS
  647. JULIANA OSHIMA FRANCO
  648. JULIANE LARSEN
  649. JULIANO COSTA 
  650. JULIANO LUIS PEREIRA SANCHES
  651. JULIO CESAR PEREIRA DE CARVALHO
  652. JÚLIO DEZIRÓ DE OLIVEIRA SANTOS
  653. JULIO ROBERTO BARTOLI
  654. JULIO SMANIOTO GARCIA
  655. JURACYR FERRAZ VALENTE FILHO
  656. JUSCELINO JOSÉ DA SILVA
  657. KALINE GABRIELLE CAMPOS HONORIO DA SILVA
  658. KAREN YANAGITA LAU
  659. KARINE DOS SANTOS 
  660. KATHLEEN DEGLI EXPOSTI 
  661. KÁTIA CILENE LOBRACCI
  662. KAYQUE RIAN SOARES DA SILVA
  663. KENARIK BOUJIKIAN
  664. KEVIN KRAUS 
  665. LAÉRCIO BISETTO
  666. LAIS MYRRHA
  667. LALO WATANABE MINTO
  668. LARA BAREL
  669. LARISSA DA SILVA FONTANA
  670. LARISSA MEDEIROS 
  671. LARISSA PICINATO MAZUCHELLI
  672. LAURA MOREIRA MARCELINO VITTI
  673. LAURA PERIN LUCCA
  674. LAURA SANTINI DAMIÃO 
  675. LAURITA MARCONI SCHIAVON
  676. LAURO BORGES
  677. LAURO JOSÉ SIQUEIRA BALDINI
  678. LAVÍNIA LOPES SALOMÃO MAGIOLINO
  679. LAZARO C R JOSEPH
  680. LEANDRA DE CASSIA VALÉRIO
  681. LEANDRO DE OLIVEIRA GALASTRI
  682. LEANDRO HORIE 
  683. LEANDRO TESSLER
  684. LEDA MARIA CAIRA GITAHY
  685. LEDA MARIA PAULANI
  686. LEDA MENESCAL DE OLIVEIRA 
  687. LÉIA RODRIGUES DOMINGOS
  688. LEONARDO BARBOSA E SILVA
  689. LEONICE MATILDE RICHTER
  690. LETICIA DOS SANTOS BRITO 
  691. LETÍCIA GABRIELLA ARAÚJO ALVES PEREIRA
  692. LETÍCIA SAYURI DOMINGUES IKEHARA
  693. LIA GIRALDO DA SILVA AUGUSTO
  694. LIA ZATZ 
  695. LÍDIA LOBATO LEAL 
  696. LIDIANE AWAIHARA
  697. LIDSY CRISTINA FONSECA 
  698. LÍLIA BOMBO ALSISI
  699. LILIAN FLORENCIO DE GODOY
  700. LILIAN RICCO MEDEIROS 
  701. LINCOLN SECCO 
  702. LINDAURA DE LUCENA MACEDO 
  703. LINO CASTELLANI FILHO
  704. LIS FURLANI BLANCO 
  705. LISANNE BEATRIZ GRIGOLON
  706. LIVIA CANGIANO ANTIPON
  707. LÍVIA DE CÁSSIA GODOI MORAES
  708. LÍVIA DIANA ROCHA MAGALHAES 
  709. LÍVIA MARTINEZ
  710. LÍVIA SIMÃO
  711. LORENNA FELIX DE MIRANDA 
  712. LORENZO GUTIERREZ CASALE
  713. LORI ALTMANN
  714. LOURENÇO DANTAS JR
  715. LUAN COSTA DA COSTA 
  716. LUAN RAMOS
  717. LUANA APARECIDA DE OLIVEIRA
  718. LUANA CARLETTO DE QUEIROZ
  719. LUANA LEITE BACCI
  720. LUANA LESSA SILVA
  721. LUCAS BARRICHELLO
  722. LUCAS CANDIDO
  723. LUCAS DA SILVA ESTEVES DE SOUZA
  724. LUCAS DE CARVALHO RODRIGUES DOCA 
  725. LUCAS DE OLIVEIRA CORDEIRO
  726. LUCAS HENRIQUE GREGATE DE ARAUJO
  727. LUCAS MARÇOLA
  728. LUCAS MATHEUS DOS SANTOS NASCIMENTO
  729. LUCAS MATTARA DE CARVALHO
  730. LUCAS PINTO SEIXAS 
  731. LUCI BANKS LEITE
  732. LUCÍ HIDALGO NUNES 
  733. LUCIA HELENA REILY
  734. LUCIANA CRISTINA SALVATTI COUTINHO 
  735. LUCIANA LEVANTEZI POLO
  736. LUCIANA RODRIGUES
  737. LUCIANE MUNIZ RIBEIRO BARBOSA
  738. LUCIANO ROSSONI 
  739. LUCIENE SILVA DOS SANTOS
  740. LUCILENE SANTOS
  741. LUCIMAR SANTIAGO DE ABREU 
  742. LÚCIO FLÁVIO RODRIGUES DE ALMEIDA
  743. LÚCIO RIOGI TOKUTAKE 
  744. LUIS BAHAMONDES
  745. LUÍS EDUARDO DE OLIVEIRA MURARO 
  746. LUIS EVANDRO TAVARES
  747. LUIS FELIPE CREMONEZZI
  748. LUIS GUSTAVO 
  749. LUÍS NATAL DE MOURA 
  750. LUÍSA AKEMI UEDA
  751. LUÍSA GILI BERRA
  752. LUÍSA MAFRA JULIANO BARROS
  753. LUIZ ANTONIO BARRERA SAN MARTIN
  754. LUIZ ANTÔNIO PEREIRA DE SOUZA
  755. LUIZ BENEDICTO LACERDA ORLANDI
  756. LUIZ BERNARDO PERICÁS
  757. LUIZ CARLOS CASEIRO
  758. LUIZ MARCELO VASCONCELOS RÊGO 
  759. LUIZ MARQUES
  760. LUIZ O R C BRAGA 
  761. LUIZ PAULO LUZ BARBIERI
  762. LUIZ ROBERTO SANTOS MORAES
  763. LUIZ SGUIZZARDI DO CARMO
  764. LUIZ TOLEDO 
  765. LUIZA EMANUEL FERREIRA TREVENZOLI 
  766. LUIZA HELENA BARREIRA MACHADO
  767. LUZIA MARGARETH RAGO
  768. LUZIANO PEREIRA MENDES DE LIMA
  769. LYGIA ARCURI ELUF
  770. MAGDA SENNA VULCANO
  771. MAILSON DOMINGOS SOARES DA SILVA 
  772. MAÍRA MACHADO BICHIR
  773. MAIRA MONTEIRO FROES
  774. MANOEL ROBERTO SEABRA PEREIRA 
  775. MANSUR LUTFI
  776. MANUELA GONÇALVES ABREU SOUZA
  777. MARA ÍRIS BARRETO LIMA
  778. MARA MARLY GUIMARÃES DA SILVA LIMA
  779. MARA REGINA DO NASCIMENTO 
  780. MARA REGINA LEMES DE SORDI 
  781. MARCEL SABINO MIRANDA 
  782. MARCELO BASTOS SERÁFICO DE ASSIS CARVALHO
  783. MARCELO DURÃES JUNIOR
  784. MARCELO FERREIRA RIBEIRO
  785. MARCELO GOMES BARROCA XAVIER
  786. MARCELO GUIMARÃES S. LIMA
  787. MARCELO HENRIQUE BEZERRA RAMOS
  788. MARCELO JACQUES DE MORAES
  789. MARCELO KNOBEL
  790. MARCELO MELONI MONTEFUSCO
  791. MARCELO SILVEIRA
  792. MARCELO TABATINGA LOPES
  793. MARCELO XAVIER
  794. MÁRCIA ABREU
  795. MARCIA ALMEIDA BATISTA
  796. MARCIA CASTAGNA MOLINA
  797. MARCIA DE PAULA LEITE
  798. MÁRCIA DE PAULA LEITE 
  799. MÁRCIA PREZOTTI PALASSI
  800. MARCIA REGINA NOZAWA
  801. MARCIANO DO PRADO
  802. MARCILIO VENTURA
  803. MARCIO CATAIA
  804. MÁRCIO FERREIRA ROCHA
  805. MÁRCIO JOSÉ MENON
  806. MARCIO MASSAMITSU OTA
  807. MÁRCIO SELIGMANN-SILVA
  808. MARCOS ANTONIO COUTO DOS SANTOS 
  809. MARCOS ANTONIO DA SILVA
  810. MARCOS ANTONIO NOLLI 
  811. MARCOS ANTONIO SISCAR
  812. MARCOS BARBOSA DE OLIVEIRA 
  813. MARCOS HIDALGO NUNES 
  814. MARCOS OLIVEIRA AMORIM TOLENTINO
  815. MARCOS RIBEIRO
  816. MARCOS TADEU DEL ROIO
  817. MARCUS ALOIZIO MARTINEZ DE AGUIAR
  818. MARIA ALICE VIEIRA 
  819. MARIA ÁLVAREZ 
  820. MARIA AMÉLIA FERRACCIÚ PAGOTTO
  821. MARIA ANGELICA LEMOS
  822. MARIA ANTONIETA GOMES PENTEADO
  823. MARIA APARECIDA AFFONSO MOYSES
  824. MARIA APARECIDA GUILHERME DA ROCHA 
  825. MARIA APARECIDA MATIOLI
  826. MARIA AUXILIADORA DIAS LLINS
  827. MARIA BASSI
  828. MARIA BEATRIZ COSTA ABRAMIDES
  829. MARIA BEATRIZ MACHADO BONACELLI
  830. MARIA BEATRIZ PUGIALI LEME
  831. MARIA CECÍLIA ARANTES NOGUEIRA RAVAGNANI
  832. MARIA CECÍLIA CORDEIRO DELLATORRE
  833. MARIA CECÍLIA RAFAEL DE GÓES
  834. MARIA CLARA MARIUZZO
  835. MARIA CLARA VALENTINI
  836. MARIA CLAUDIA ALVES GUIMARÃES 
  837. MARIA CONCEIÇÃO SILVA
  838. MARIA CORINA FRAGA
  839. MARIA CRISTINA DIAS TAVARES
  840. MARIA CRISTINA RAPHAEL VIDRICH
  841. MARIA CRISTINA ROQUE ANTUNES BARREIRA
  842. MARIA CRUZ
  843. MARIA DA GRAÇA GARCIA ANDRADE
  844. MARIA DE FÁTIMA BARBOSA ABDALLA
  845. MARIA DE LOURDES SPAZZIANI 
  846. MARIA DO CARMO PINA
  847. MARIA DO CARMO SARAIVA
  848. MARIA EDUARDA SILVA ALVES
  849. MARIA FAS GRAÇAS CONDE CALDAS
  850. MARIA FAUSTA PEREIRA DE CASTRO
  851. MARIA HELENA CAPELATO 
  852. MARIA HELENA G. COSTA 
  853. MARIA HELENA K. ZANELLA
  854. MARIA HELENA LEITE HUNZIKER
  855. MARIA HELENA PIRES MARTINS
  856. MARIA HELENA ROLIM CAPELATO
  857. MARIA HELENA ROLIM CAPELATO 
  858. MARIA IZABEL DE MATTOS CORRÊA 
  859. MARIA JOSÉ BROLLO
  860. MARIA JOSÉ DE OLIVEIRA NASCIMENTO 
  861. MARIA JOSÉ DOS SANTOS 
  862. MARIA JOSÉ MALUF DE MESQUITA 
  863. MARIA JOSÉ MARINHO DO RÊGO
  864. MARIA JOSE MARTINELLI CALIXTO
  865. MARIA JOSÉ MASÉ BETTINI DOS SANTOS
  866. MARIA JOSÉ RODRIGUES FARIA CORACINI 
  867. MARIA LAURINDA RIBEIRO DE SOUSA
  868. MARIA LIGIA COELHO PRADO
  869. MARIA LUCIANA FERREIRA LEITE BACCI
  870. MARIA LUÍSA NOZAWA RIBEIRO
  871. MARIA LUISA RIBEIRO CONCEIÇÃO 
  872. MARIA LUIZA DE OLIVEIRA
  873. MARÍA LUIZA MUNIZ
  874. MARIA LYGIA QUARTIM DE MORAES
  875. MARIA ORLANDA PINASSI
  876. MARIA RITA BICALHO KEHL
  877. MARIA RITA BICALHO KEHL TB 
  878. MARIA RITA DE CASTRO LOPES
  879. MARIA RITA DONALISIO CORDEIRO
  880. MARIA RITA KEHL
  881. MARIA STELLA MARTINS BRESCIANI
  882. MARIA THEREZA MIGUEL PERES
  883. MARIA VITÓRIA PEREIRA
  884. MARIA ZULEIDE DE FREITAS 
  885. MARIALICE COELHO DOURADO
  886. MARIANA DE CASTRO LOURENÇO 
  887. MARIANA DOS SANTOS CEZAR 
  888. MARIANA OLIVEIRA ALVES
  889. MARIANA TRALDI
  890. MARIANE CRISTINA FERRAZ GOMES
  891. MARILDA QUINTINO MAGALHÃES
  892. MARILENA CHAUI
  893. MARILIA FARIA CHAVES 
  894. MARILUCE DE SOUZA MOURA
  895. MARINA FERREIRA DE SOUZA ANTUNES 
  896. MARINA FONTOLAN
  897. MARINA MARTINELLI
  898. MARINA NASCIMENTO MINARELLI
  899. MARINA PEDUZZI
  900. MARIO ANTONIO GNERI
  901. MARIO AUGUSTO ADDOR 
  902. MÁRIO JORGE DA MOTTA BASTOS
  903. MÁRIO KLETTEMBERG
  904. MARIO LOPES AMORIM
  905. MARISA BORSOI RIBEIRO
  906. MARISE OLIVEIRA FONSECA 
  907. MARISTELA OLIVEIRA FONSECA 
  908. MARISTELA TERESA CEOLIN
  909. MARIVAL BALDOINO DE SANTANA
  910. MARIZA DE ALMEIDA
  911. MARKO SYNESIO ALVES MONTEIRO
  912. MARLENE PETROS ANGELIDES 
  913. MARLON EDUARDO SANTIAGO
  914. MARLY COLOMBO
  915. MARLY DE ALMEIDA GOMES VIANNA
  916. MARTINE KUNZ
  917. MARY ANNE TORRES GARCIA
  918. MARYANA BEATRIZ VENTURA DE CARVALHO 
  919. MARYLENE MELGAÇO VALADARES 
  920. MATEUS FILIPE DE LIMA PELANDA
  921. MATHEUS ALVES ALBINO
  922. MATHEUS CARACHO NUNES
  923. MATHEUS DE JESUS LIANDRO SILVEIRA
  924. MATHEUS DEZIDÉRIO BUSCA
  925. MATHEUS GUTIERREZ DE ANDRADE
  926. MATHEUS HENRICK MONTEIRO DE SOUSA
  927. MATHEUS PACHECO PERBICHE
  928. MAURÍCIO MENDONÇA 
  929. MAURÍCIO SARDÁ DE FARIA
  930. MAURÍCIO VIEIRA MARTINS
  931. MAXWELL DE CASTRO ALMEIDA
  932. MAYA PAVAN FERNANDES MORAES
  933. MAYARA DE OLIVEIRA PERES
  934. MAYRA SILVESTRE IZAR
  935. MAYRA VIDRICH DE SOUZA
  936. MAYRIS DE PAULA SILVA
  937. MICHEL FERNANDO PENA
  938. MICHEL MICHAELOVITCH DE MAHIQUES
  939. MIGUEL LEONEL DOS SANTOS 
  940. MILENA FONSECA FONTES
  941. MILLENA DE PINHO MORAES ALVES
  942. MILLENA OLIVEIRA MACEDO
  943. MILTON PINHEIRO
  944. MIRELE CORRÊA
  945. MIRIAM DOS SANTOS QUIRINO DE CASTRO 
  946. MIRIAM GONÇALVES MIGUEL
  947. MIRIAN FERREIRA DE BRITO
  948. MIRIAN PEDROLLO SILVESTRE
  949. MOHAMED EZZ EL DIN HABIB
  950. MURILO IZIDORO SANTOS
  951. MYLENA TIEMI HIGA
  952. NÁDIA HELLMEISTER MORALI BARREIRA
  953. NATÁLIA AYO SCHMIEDECKE 
  954. NATÁLIA BELMONTE DEMÉTRIO 
  955. NATÁLIA CANGUSSÚ DUARTE 
  956. NATAN SOARES FERREIRA
  957. NAYARA LÚCIA SOARES DE OLIVEIRA 
  958. NEIVA DUTRA
  959. NELSON CARVALHO MARCELLINO
  960. NELSON DA SILVA CORDEIRO
  961. NELSON MAGALHÃES DA COSTA FILHO
  962. NELSON MAGALHÃES DA COSTA FILHO 
  963. NELSON WANDERLEY PERIOTO
  964. NERI DE BARROS ALMEIDA
  965. NESTOR  BARBOSA  DE  ANDRADE
  966. NEWTON ANTÔNIO PACIULLI BRYAN
  967. NEWTON DANGELO 
  968. NICOLE VALLADÃO SANSONI 
  969. NILSON BORLINA MAIA
  970. NIMA SPIGOLON
  971. NISE JINKINGS
  972. NORA RUT KRAWCZYK
  973. NORCI COELHO ARAUJO
  974. NORMA NACSA 
  975. NORMA SELTZER GOLDSTEIN
  976. NORMA WUCHERPFENNIG
  977. OLGA FERREIRA COELHO SANSONE
  978. OLIVIA AROUCHA 
  979. ORLANDO SAMPAIO SILVA
  980. ORLY ZUCATTO MANTOVANI DE ASSIS
  981. OTÁVIO CÂNDIDO DA SILVA JÚNIOR
  982. OTAVIO DA COSTA CARVALHO 
  983. OTÁVIO MIYASHIRO SALLES DE OLIVEIRA
  984. OTÁVIO OSAKI CRUZ
  985. PABLO RICARDO RAMOS
  986. PABLO VINÍCIUS DIAS SIQUEIRA 
  987. PAMELLA CIRILLO
  988. PATRÍCIA HELENA BRENO QUEIROZ
  989. PATRICIA KAWAGUCHI CESAR
  990. PATRICIA PALAZZO 
  991. PATRICIA PRATA
  992. PATRÍCIA ROCHA LEMOS
  993. PATRÍCIA SPOSITO MECHI
  994. PATRÍCIA VIEIRA TRÓPIA
  995. PAULA LOUREIRO
  996. PAULA PENTEADO CRÓSTA 
  997. PAULETTE CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE
  998. PAULO ALBERTO BALBINO DA COSTA
  999. PAULO ALFREDO GACHET
  1000. PAULO ANDERSON FUGULIN
  1001. PAULO CELSO COSTA GONÇALVES 
  1002. PAULO CÉSAR LENÇO 
  1003. PAULO EDUARDO CASTELLO PARUCKER
  1004. PAULO EDUARDO TEIXEIRA 
  1005. PAULO GIOVANI ANTONINO NUNES 
  1006. PAULO HENRIQUE FLORES COPLE
  1007. PAULO HENRIQUE FURTADO DE ARAUJO
  1008. PAULO HENRIQUE MARTINEZ
  1009. PAULO JOSÉ DE SOUZA JUNIOR
  1010. PAULO MARTINS 
  1011. PAULO NAKATANI
  1012. PAULO RICARDO MÜLLER
  1013. PAULO ROBERTO TIECHER DE JESUS
  1014. PAULO ROGÉRIO DA SILVA
  1015. PAULO SÉRGIO DA SILVA
  1016. PAULO SÉRGIO FRACALANZA
  1017. PAULO SÉRGIO RAIS DE FREITAS
  1018. PAULO SOLLERO
  1019. PAULO TAVARES MARIANTE
  1020. PEDRO HENRIQUE NUNES LEITE COELHO
  1021. PEDRO HENRIQUE SALLES DA NOVA BARUCH
  1022. PEDRO JENKINO DO CARMO
  1023. PEDRO JUCHEM TEIXEIRA
  1024. PEDRO MARCONDES FREITAS LEITE 
  1025. PEDRO NICOLÁS COSTA STEINDORFF
  1026. PEDRO PANNUNZIO MARQUES
  1027. PEDRO TERNES FRASSETTO
  1028. PETRILSON PINHEIRO
  1029. PLÍNIO DE ALMEIDA MACIEL JUNIOR
  1030. PLÍNIO LABRIOLA
  1031. PLÍNIO SOARES DE ARRUDA SAMPAIO JÚNIOR
  1032. PRISCILA BARBOZA RODRIGUES 
  1033. PRISCILA DE MATTOS 
  1034. PRISCILA LOPES DE GODOY
  1035. PRISCILA MARIANO GIOVANINI
  1036. PRISCILA VALERIO FREITAS
  1037. PROF. DR. LUIZ CRUZ LIMA – GEÓGRAFO
  1038. QUESLER FAGUNDES CAMARGOS
  1039. QUINTINO FERREIRA ROSA
  1040. RACHEL HOLLANDA ANDRADE
  1041. RAEL RIBEIRO DE CARVALHO
  1042. RAFAEL BARROS VIEIRA
  1043. RAFAEL CAETANO DO NASCIMENTO
  1044. RAFAEL DE BRITO DIAS
  1045. RAFAEL HENRIQUE OLIVATO
  1046. RAFAEL OLIVEIRA JORGE
  1047. RAFAEL SERAPIÃO ZECCHIN 
  1048. RAFAEL SILVA ROCHA
  1049. RAFAEL STRAFORINI
  1050. RAFAELA CORDEIRO FREIRE
  1051. RAFAELA PANZERI RODRIGUES
  1052. RAIMUNDO CÉZAR VAZ NETO 
  1053. RAQUEL DE SÁ BENINI
  1054. RAQUEL FRANZIM
  1055. RAQUEL OLIVEIRA GUALBERTO DE SOUZA
  1056. RAQUEL SALEK FIAD
  1057. RAQUEL TIBERY ESPIR
  1058. RAUL GUIDOLINI CECATO
  1059. RAUL VINHAS RIBEIRO
  1060. REGIANE BELTRAN FERNANDEZ
  1061. REGINA CELIA DE OLIVEIRA
  1062. REGINA CÉLIA DE OLIVEIRA
  1063. REGINA MARIA D’AQUINO FONSECA GADELHA
  1064. RÉGIS HENRIQUE DOS REIS SILVA
  1065. REINALDO DE SOUZA MARCHESI 
  1066. RENATA CABALEIRO FANDINO DA SILVA
  1067. RENATA CRISTINA ALVES
  1068. RENATA FONSECA WOLFF
  1069. RENATA HILEL RIBEIRO
  1070. RENATA PAPARELLI 
  1071. RENATA PEREIRA ALVES LINS
  1072. RENATO ATHIAS
  1073. RENATO ATILIO JORGE
  1074. RENATO DA SILVA FERNANDES 
  1075. RENATO PIRES DE CARVALHO VIÉGAS 
  1076. RENATO PRADO
  1077. RENÉ BRENZIKOFER
  1078. RENÊ JOSÉ TRENTIN SILVEIRA
  1079. RHAYSSA TERRA DE FARIA
  1080. RICARDO ABID CASTILLO
  1081. RICARDO ADRIANO DE ANDRADE
  1082. RICARDO AUGUSTO DE SOUZA 
  1083. RICARDO BILOTI 
  1084. RICARDO BURATINI 
  1085. RICARDO FESTI
  1086. RICARDO FIGUEIREDO DE CASTRO
  1087. RICARDO GUANABARA LEAL
  1088. RICARDO MUSSE
  1089. RITA CANDEU 
  1090. RITA DE CASSIA CAVALCANTE LIMA
  1091. RITA REDAELLI
  1092. RIVÂNIA LÚCIA MOURA DE ASSIS
  1093. ROBERTO GOMES CAMACHO 
  1094. ROBERTO GOULART MENEZES
  1095. ROBERTO PEREZ XAVIER
  1096. ROBSON BOMFIM SAMPAIO
  1097. RODOLFO FERREIRA MARITAN
  1098. RODOLFO ILARI
  1099. RODOLFO VALENTIM DA COSTA LIMA
  1100. RODRIGO ALBERTO TOLEDO
  1101. RODRIGO AUGUSTO FERREIRA 
  1102. RODRIGO CASTELO BRANCO SANTOS
  1103. RODRIGO DE PAULA ABI-RAMIA
  1104. RODRIGO DUARTE FERNANDES DOS PASSOS
  1105. RODRIGO FERNANDES MAZZINI 
  1106. RODRIGO LEAL DA SILVEIRA
  1107. RODRIGO MOLINA
  1108. RONALDO LUIZ MINCATO
  1109. RONALDO MARCOS DOS SANTOS 
  1110. RONALDO ROSAS REISÇ
  1111. RONNY DIÓGENES DE MENEZES
  1112. ROSA MARIA NERY
  1113. ROSANA GOMES ZOLET 
  1114. ROSANA M SELIGMANN SILVA
  1115. ROSANA MORAES
  1116. ROSANA N P SANTIAGO 
  1117. ROSANA NÚBIA SORBILLE
  1118. ROSÂNGELA DA SILVA PARDO
  1119. ROSANGELA MARIA GALANTE MARTINHAGO
  1120. ROSELENE SABINO 
  1121. ROSELI PACHECO SCHNETZLER 
  1122. ROSEMEIRE APARECIDA SCOPINHO
  1123. ROSENILSON DA SILVA SANTOS 
  1124. ROSILENE SYDNEY GELAPE
  1125. ROSIMAR A. GONÇALVES
  1126. ROSY PANIZ 
  1127. RUBENS ALBUQUERQUE
  1128. RUI HENRIQUE P L DE ALBUQUERQUE
  1129. RUI LUIS RODRIGUES
  1130. RUI LUIS RODRIGUES 
  1131. RUILAN DOS SANTOS
  1132. SALETE DE ALMEIDA CARA
  1133. SAMUEL HENRIQUE REZENDE BERNARDES
  1134. SANDRA DE SOUZA FERREIRA
  1135. SANDRA GONÇALVES 
  1136. SANDRA RAMOS 
  1137. SÁVIO MACHADO CAVALCANTE
  1138. SELMA FERNANDES BOIRON
  1139. SELMA VENCO
  1140. SÉRGIO ANTONIO DE ALMEIDA
  1141. SÉRGIO DA SILVA ARAUJO
  1142. SERGIO FARIA MAGALHÃES 
  1143. SÉRGIO INÁCIO NUNES 
  1144. SERGIO LUIS AGUIAR 
  1145. SÉRGIO LUIZ CARMELO BARROSO 
  1146. SÉRGIO ROBLES REIS DE QUEIROZ
  1147. SEVERINA  DO CARMO SILVA
  1148. SEVERINO SOARES AGRA FILHO
  1149. SHIRLEY SANTOS LEVANTEZE 
  1150. SIDNEY ALEX DA SILVA
  1151. SILLENI MARIA SIQUEIRA LEMES
  1152. SILVANA CRISTINA DA SILVA
  1153. SILVANA DI BLASIO
  1154. SILVANA MARIA DE MENDONÇA
  1155. SILVANA MENDES PEREIRA POUSO 
  1156. SILVANIA ALVES SANTOS
  1157. SILVANIA FERRARI
  1158. SILVIA FERNANDA DE MENDONÇA FIGUEIRÔA
  1159. SÍLVIA PINA
  1160. SÍLVIA REGINA DE TOLEDO VALENTINI
  1161. SÍLVIO DONIZETTI DE OLIVEIRA GALLO
  1162. SILVIO JOSÉ  FERNANDES
  1163. SILVIO JOSÉ MARQUES
  1164. SÍLVIO JOSÉ STESSUK
  1165. SIMONE CERQUEIRA PEREIRA CRUZ 
  1166. SIMONE DENA
  1167. SÍRIO POSSENTI
  1168. SOFIA GUEDES SCHULTE ULGUIM
  1169. SOFIA LEANDRO
  1170. SOFIA PELLISSON
  1171. SONIA MARTUSCELLI
  1172. STÉFANNO FELIPE BICUDO
  1173. STELLA HARUMI OKUMURA
  1174. SUELI MATIKO SANO
  1175. SUELI VIOLA
  1176. SUELY MENDES DE OLIVEIRA 
  1177. SUSANA CELIA LEANDRO  SCRAMIM
  1178. SUZANE TOSTA SOUZA
  1179. SUZI FRANKL SPERBER
  1180. TADEU CÂNDIDO COELHO LOIBEL
  1181. TALAMIRA TAITA RODRIGUES BRITO
  1182. TANÂNIA OLIVEIRA CHAVES
  1183. TANIA MARA MARANGONI MILLER SAPIA
  1184. TANIA MARIA ALKMIM 
  1185. TÂNIA VICHI FREIRE DE MELLO
  1186. TATIANA DE ANDRADE RODRIGUES
  1187. TATIANA TRAMONTANI RAMOS
  1188. TEMILTON PIMENTEL MATOS
  1189. TEODORO ISNARD RIBEIRO DE ALMEIDA
  1190. TEONILA FARIA ALVIM
  1191. TERCIO REDONDO
  1192. THAIS ADRIANA DO CARMO
  1193. THAIS APARECIDA DIBBERN
  1194. THAIS BATISTA SIQUEIRA
  1195. THAÏS CRISTÓFARO SILVA
  1196. THAÍS LEMI SOUZA
  1197. THAÍS OTANI CIPOLINI ZERBINATTI
  1198. THALES IWASHIMA ANDRADE
  1199. THALITA DOS SANTOS DALBELO
  1200. THALITA ZACHARIAS DE CAMPOS
  1201. THAMARA RODRIGUES DOS REIS
  1202. THAMIRIS DANIEL DOS SANTOS
  1203. THIAGO PEREIRA LIMA
  1204. THIAGO ZANDONÁ CHAVES
  1205. THOMAS DO PRADO CARDOSO
  1206. THOMAS MICHAEL LEWINSOHN
  1207. TIAGO DOS SANTOS RODRIGUES
  1208. TIAGO MOURA MARCONI
  1209. TIAGO PEREIRA SILVA
  1210. TIBÉRIO CÉSAR MAGALHÃES BARREIRA 
  1211. TOMÁS FONSECA WOLFF
  1212. TONI COTRIM
  1213. UBALDA ESTRELA DE OLIVEIRA
  1214. UILMER RODRIGUES XAVIER DA CRUZ
  1215. URBANO JOSÉ DOS SANTOS
  1216. VALDIRENE PINOTTI 
  1217. VALÉRIA CECÍLIA DORADO LISONDO
  1218. VALÉRIA MARQUES
  1219. VALÉRIA MOREIRA REZENDE 
  1220. VALÉRIA RUGGERI 
  1221. VALERIANA ARAI
  1222. VALQUÍRIA PADILHA
  1223. VALTEÍDES INÁCIO SOUSA JÚNIOR
  1224. VANEIDE OLMO CORRÊA 
  1225. VANESSA R. LEA
  1226. VANESSA REGINA SILVA
  1227. VERA ANTÔNIA DANTE 
  1228. VERA LUCIA MONTEIRO MAREGA 
  1229. VERA MARIA CHALMERS 
  1230. VERA MARIA DUCH CROSTA 
  1231. VICENTE EUDES LEMOS ALVES
  1232. VICTOR AUGUSTO
  1233. VICTOR FEITOSA MARQUES DE OLIVEIRA
  1234. VICTOR HUGO DA CUNHA OLIVEIRA
  1235. VICTOR LUAN DALMAZO
  1236. VICTÓRIA RODRIGUES DE MACEDO
  1237. VILMAR DANTAS NOBREGA
  1238. VINÍCIUS ALEXANDRE ROCHA PIASSI 
  1239. VINÍCIUS BENEDITO MARTINS
  1240. VINÍCIUS MAGALHÃES PINHEIRO
  1241. VINÍCIUS PEREIRA CHIEPPE 
  1242. VINÍCIUS VIEIRA PEREIRA
  1243. VIRGILIO EDMILSON SOLLI
  1244. VIRGÍNIA MARIA GOMES DE MATTOS FONTES
  1245. VITOR CÉSAR NISHIMOTO
  1246. VÍTOR DE SOUZA COSTA
  1247. VIVIANE DE PAULA 
  1248. VOLNEI GARRAFA
  1249. WAGNER FRANCISCO ARAUJO CINTRA
  1250. WALCIR CARDOSO
  1251. WALERIA FURTADO 
  1252. WALTER EUDES GALINDO FILHO
  1253. WENDER TÚLIO DE PAULA
  1254. WILMA ARY
  1255. WILSON AKIRA SHIMIZU
  1256. WILSON IYOMASA
  1257. WILSON SUZIGAN 
  1258. WLADIMIR LIMA 
  1259. YUNA LÉLIS BELEZA LOPES 
  1260. ZILDA BARRADAS
  1261. ZILDA MARIA RABELO
  1262. ZORAIDE BERTUSSI
  1263. ZULMIRA FERREIRA DE A JESUS CACEMIRO



Boletim Especial Adunicamp – Jarbas Passarinho


Please wait while flipbook is loading. For more related info, FAQs and issues please refer to DearFlip WordPress Flipbook Plugin Help documentation.





Nota de Renato Dagnino


Please wait while flipbook is loading. For more related info, FAQs and issues please refer to DearFlip WordPress Flipbook Plugin Help documentation.





Nota da Congregação do IEL/Unicamp – 2021


Please wait while flipbook is loading. For more related info, FAQs and issues please refer to DearFlip WordPress Flipbook Plugin Help documentation.





Nota de Paulo Sérgio Pinheiro


Please wait while flipbook is loading. For more related info, FAQs and issues please refer to DearFlip WordPress Flipbook Plugin Help documentation.