ADunicamp lança documento e pede que comunidade universitária se posicione contra reeleição de Bolsonaro

image_pdfimage_print

A ADunicamp se posiciona claramente sobre o processo eleitoral em curso no Brasil, com a divulgação de carta dirigida à comunidade universitária intitulada “Compromisso com a democracia, a justiça social e a universidade pública”.

O documento lembra que a ADunicamp surgiu, há 45 anos, no momento em que se acirravam as lutas pelo fim da ditadura militar e que, desde então, tem pautado suas ações na defesa da ciência, da liberdade, da democracia e da soberania nacional. E que, portanto, não poderia deixar de se posicionar “às vésperas das eleições gerais mais importantes desde a reconquista da democracia”. E aponta que, hoje, “infelizmente, ameaças autoritárias voltam a pairar sobre o país, ameaçando, inclusive a realização e os resultados do pleito vindouro”.

LEIA A CARTA NA VERSÃO EM PDF

A Carta indica alguns princípios essenciais, “que estão intimamente interligados”, sobre os quais a comunidade acadêmica não pode transigir ao se posicionar diante do processo eleitoral em curso: defesa da democracia, da participação popular, dos direitos sociais, da universidade pública e da pesquisa científica.

“Enquanto entidade sindical, não costumamos apoiar candidaturas específicas”, afirma o documento. Mas lembra que diante da excepcionalidade das atuais eleições presidenciais, que põe em jogo “as próprias regras da vida democrática”, se não cabe apoiar uma ou outra candidatura, “cabe, sim, rejeitar categoricamente uma dentre elas”.

E aponta o governo do atual presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição, como “o principal responsável por todos os ataques contra a democracia, os direitos sociais e a universidade pública”. E finaliza: “Na hora do perigo não cabem as meias-palavras e as contemporizações: nós, da ADunicamp trabalharemos, e convidamos a toda(o)s que façam o mesmo, pela derrota do Sr. Bolsonaro e de seu movimento político”.

Confira a Carta na íntegra:

Carta à comunidade universitária

COMPROMISSO COM A DEMOCRACIA, A JUSTIÇA SOCIAL E A UNIVERSIDADE PÚBLICA

Campinas, setembro de 2022

A(o)s integrantes da comunidade universitária,

A Associação de Docentes da Unicamp (ADunicamp), que recentemente completou seus 45 anos de história, surgiu no final da ditadura militar, em um contexto marcado pela reorganização dos movimentos estudantis, sindicais e da sociedade civil brasileira, nos marcos da luta pela redemocratização do país. Assim, como não poderia deixar de ser, nos apoiamos nos valores fundacionais que marcaram aquela conjuntura: defesa da democracia e do Estado democrático de direito; da participação popular e dos direitos da(o)s trabalhadora(e)s; da universidade pública, gratuita, de qualidade e socialmente referenciada.

Atualmente, completando 200 anos da Independência do Brasil, às vésperas das eleições gerais mais importantes desde a reconquista da democracia, quando, infelizmente, ameaças autoritárias voltam a pairar sobre o país, ameaçando, inclusive a realização e os resultados do pleito vindouro, a Diretoria da ADunicamp vem a público reafirmar esse conjunto de valores constitutivos e convidar, não apenas nossos associados, mas todos os setores que compõem nossa comunidade a se engajar em sua defesa e promoção.

  1. Defesa da democracia:

A democracia, para além de um conjunto de instituições e regras, formais e informais, também se caracteriza por uma série de valores que alicerçam a vida política e o convívio em sociedade. Sua base pode ser sintetizada na aceitação do pluralismo de ideias e crenças, de um lado, e na participação política universal de outro. Assim sendo, nenhuma das múltiplas vozes e posições que dividem as sociedades modernas pode ser excluída da definição de seus destinos. Não é, portanto, que não deva haver conflito, mas justamente o contrário: o conflito é constitutivo da vida democrática, devendo se dar a partir do reconhecimento da legitimidade do outro. Daí que se costume dizer que, na democracia sempre há adversários, mas nunca inimigos. Daí também que sejam necessários um conjunto de instituições e regras que balizem a disputa legítima pela definição dos rumos da sociedade, nas quais todos os atores interessados, individuais e coletivos, devem se sentir representados.

Esse ideal, que balizou a redemocratização e o pacto constituinte de 1988 vem sendo, nos últimos anos, severamente erodido no Brasil, infelizmente por obra e graça das forças hoje à frente do governo as quais contam com forte apoio em amplas parcelas da sociedade. Os discursos de ódio, a retomada da retórica do “inimigo interno” – que legitimou tantas e tão graves violações dos Direitos Humanos-, a negação da humanidade do outro e a deslegitimação, quando não o ataque frontal, às instituições democráticas vêm ganhando terreno no país, alentados pelo discurso e a prática de algumas das mais altas autoridades da República, cujo dever precípuo seria o de defendê-las, salvaguardando as liberdades de todos os cidadãos. Em nome de um conceito unilateral e autoritário de “liberdade” se promove, justamente, uma pregação liberticida. Em nome dessa mesma concepção distorcida do que seja a liberdade é que se solapam os fundamentos mínimos da vida em sociedade, promovendo o culto à brutalidade e as soluções de força.

Essa situação a que chegamos foi, é forçoso reconhecer, fruto da cumplicidade de muitos que, tendo as condições e mesmo o dever de evitá-la, acabaram, por ação, ou conveniente omissão, contribuindo para sua promoção. Hoje, contudo, tal estado de coisas se tornou intolerável para a maioria da sociedade brasileira que, longe das facções fanatizadas que se creem majoritárias, anseia pelo restabelecimento de um mínimo de civilidade no convívio político e social, a partir do qual até as relações cotidianas, de amizade, coleguismo ou família, estioladas pelo extremismo, possam ser de alguma forma retomadas.
Nós, da Diretoria da ADunicamp, queremos nos colocar como parte da ampla aliança, política e social, que vem se formando pela reconstrução das bases da democracia brasileira. Fazê-lo não implica, evidentemente, abrir mão de posições históricas, nem o de jogar as diferenças ou divergências para debaixo do tapete. Pelo contrário, como acima exposto, parte precisamente do reconhecimento dessa diversidade de posições, interesses e opiniões, mas que elegem conviver e disputar entre si, de acordo com regras do jogo em torno das quais possam se colocar de acordo.

No atual momento, tal disposição se traduz no reconhecimento da legitimidade, transparência e inviolabilidade do processo eleitoral, bem como na exigência do respeito ao voto, pilar do exercício da soberania popular. Toda(o)s candidata(o)s que concorrem aos múltiplos cargos, em jogo no pleito de outubro, devem respeitar o resultado da livre escolha dos eleitores e, aqueles que não partam desse princípio, não apenas não são dignos de nosso voto, mas merecem nosso veemente repúdio.

  1. Participação popular e direitos sociais:

Uma decorrência da concepção, acima exposta, de democracia, é a de que todos os atores sociais devem ter o direito de se auto-organizar, de modo a, não apenas poderem defender os interesses que representam, mas influir nos rumos da sociedade como um todo. Nessa direção, nunca é demais lembrar o peso que tiveram a sociedade civil organizada, de modo geral, e o movimento sindical, em particular, na reconquista da democracia brasileira, entre o final dos anos 1970 e o início dos anos 1980. Essa participação ativa da classe trabalhadora e suas organizações se refletiu no caráter socialmente avançado da Constituição de 1988, que, além do direito de greve, garantiu uma série de direitos sociais e trabalhistas, alguns dos quais até então inéditos no país, em seu escopo e extensão. Essas conquistas, que ensejaram um conjunto de políticas públicas responsáveis pela paulatina, insuficiente, mas real redução da pobreza e da desigualdade social nas duas ou três décadas seguintes, não teriam sido possíveis sem que os movimentos sociais e sindicais, que representavam as vozes historicamente subalternas ou excluídas, não pudessem ter se feito ouvir naquele processo de renegociação de nosso pacto social, tradicionalmente definido de maneira unilateral pelas elites políticas e econômicas do país.

Contudo, nos últimos anos, como parte do processo de desmonte da Constituição cidadã de 1988, temos vivido uma série de ataques e retrocessos aos direitos sociais e trabalhistas, bem como uma forte deslegitimação da organização da(o)s trabalhadore(a)s. A PEC do “teto de gastos” (2016), as contra-reformas trabalhista (2017) e previdenciária (2019) são apenas os três episódios mais importantes desse movimento das classes dominantes e seus representantes, nos meios de comunicação e nas instituições do Estado, que tiveram como resultado um achatamento avassalador da massa salarial, das condições de vida das maiorias, a precarização das relações de trabalho e a deterioração crescente dos serviços públicos. É preciso dizer que muitos dos que agora, de modo algo tardio, se dispõem a defender a democracia contra as ameaças do arbítrio, ainda ontem aplaudiram essa demolição do arcabouço social de nossa Carta Magna. Não nos negamos a estar do lado de quem quer que seja em defesa das liberdades democráticas, mas, cabe perguntar aos novos companheiros de viagem se pode mesmo existir democracia sem participação popular e sem justiça social? Assim, enquanto entidade sindical, não podemos deixar de afirmar que não é a Constituição que deve caber no orçamento, como até a pouco era moda dizer, mas sim o orçamento que deve estar à altura da Constituição.

  1. Defesa da universidade pública:

Outra conquista importante da Constituição de 1988 foi a definição da educação, assim como a saúde, como um direito do cidadão e um dever do Estado. Desse modo, os constituintes estabeleceram a gratuidade do ensino público em todos os seus níveis, do fundamental ao superior. No caso das universidades públicas, além da gratuidade, a Constituição Federal também estabeleceu o tripé ensino/pesquisa/extensão e a autonomia didático-científica e de gestão como seus princípios. Desse modo, as Instituições de Ensino Superior (IES) públicas, deveriam ser financiadas pelo Estado para prover à sociedade ensino, produção e difusão do conhecimento, porém sem estar a serviço do governo de turno, mas sim da sociedade brasileira como um todo.

Nos decênios subsequentes, em que pese períodos de dificuldades orçamentárias decorrentes de políticas de austeridade, as universidades públicas, tanto federais como estaduais, vêm cumprindo seu papel, provendo ensino superior de qualidade e sendo responsáveis pela quase totalidade da pesquisa científica no país. Mais recentemente, tem crescido a preocupação com a inclusão social, tendo sido adotadas políticas de ações afirmativas voltadas para estudantes negra(o)s, indígenas e de baixa renda, contribuindo para a democratização do acesso ao ensino superior e o combate às desigualdades sociais.

Aqui também, o último período foi de retrocessos e ameaças da maior gravidade. Por um lado, temos assistido ao não financiamento sem precedentes, comprometendo seriamente a própria viabilidade do ensino superior e do sistema nacional de ciência e tecnologia. Por outro, temos sido confrontados com um discurso oficial paranoico, que vê na comunidade universitária uma das encarnações do “inimigo interno”, promovendo ademais uma desqualificação obscurantista da ciência em todos os âmbitos.

Uma das consequências macabras dessas duas linhas de ataque, articuladas na esfera federal, pôde ser visto durante a pandemia da Covid-19, na qual os esforços da comunidade científica brasileira para combater o vírus foram sistematicamente sabotados pelo governo federal, que promoveu o desrespeito às medidas preventivas, distribuiu medicamentos sabidamente ineficazes e adiou o quanto pôde a vacinação, resultando em centenas de milhares de mortes evitáveis. A catástrofe só não foi maior, devido a outra conquista da Constituição de 1988 que o governo, por mais que também a tenha sabotado, tampouco conseguiu destruir: o Sistema Único de Saúde (SUS), que, mesmo que cronicamente subfinanciado, salvou gratuitamente milhares de vidas.

Outra consequência, específica às universidades, foi a contração das matrículas no ensino superior brasileiro, a primeira desde o início dos anos 1990.
Aliás, o país parece ter recuado cerca de três décadas em diversos planos, como é o caso, particularmente alarmante, da insegurança alimentar de nosso povo, com os índices mais altos em 30 anos, sendo este um setor no qual o Brasil se havia destacado pelos seus êxitos no combate à fome e à desnutrição.

Nos esforços que serão necessários para a reconstrução do país as universidades públicas terão um papel-chave. Não apenas pela pesquisa em áreas como saúde pública, ou no desenvolvimento de tecnologias limpas, mas também no desenho e acompanhamento de políticas públicas inovadoras, que contribuam para a melhora das condições de vida da população. Em que pese os diferentes modelos institucionais ou de financiamento, não há país que se tenha desenvolvido sem um forte sistema universitário público e o Brasil não será exceção à regra. Defender o contrário é mera expressão de obscurantismo e/ou de interesses privatistas pouco confessáveis.

Conclusão:

Gostaríamos de concluir esta carta com um chamado à comunidade universitária em seus três setores, servidores docentes, servidores técnico-administrativos e estudantes. Em primeiro lugar, o de reafirmarmos e nos agruparmos sob os três princípios ou eixos programáticos acima definidos: defesa da democracia; defesa da participação popular e dos direitos sociais; defesa da universidade pública e da pesquisa científica. Como procuramos apresentar nos parágrafos anteriores, acreditamos que tais princípios são intimamente interligados, constituindo parte fundamental do legado das lutas democráticas, consubstanciadas na Constituição de 1988. Mais do que isso, constituem mesmo nossas condições de existência e razão de ser enquanto comunidade universitária, em geral, e, particularmente para nós da ADunicamp, como entidade sindical, representativa de um de seus setores.

Em segundo lugar, dada a proximidade das eleições, convidamos a toda(o)s integrantes da comunidade acadêmica que subscrevam esses princípios/eixos programáticos a interpelar as diferentes candidaturas, tanto ao Executivo, como ao Legislativo, seja no nível federal ou estadual, acerca de sua congruência ou concordância com eles. Enquanto entidade sindical, não costumamos apoiar candidaturas específicas, o que evidentemente não impede nossos dirigentes e associados, a título pessoal, de o fazerem. Se toda(o)s integrantes da comunidade universitária fizerem o mesmo em seu raio de ação, incluindo grupos de amigos, familiares, bairros, Igrejas etc., poderemos ser uma força relevante no sentido de promover as candidaturas que, independentemente dos partidos aos quais se filiem, se comprometam com a defesa da democracia, dos direitos sociais e da universidade públicas, até para que posam ser cobradas mais tarde, caso eleitas.

Por fim, considerando-se que esta não é uma eleição qualquer, estando em jogo as próprias regras da vida democrática, se não cabe apoiar uma ou outra candidatura, cabe, sim, rejeitar categoricamente uma dentre elas. Quem quer que tenha lido os parágrafos acima saberá facilmente identificar o principal responsável por todos os ataques contra a democracia, os direitos sociais e a universidade pública: o governo do atual Presidente da República Jair Messias Bolsonaro. Esse líder de extrema-direita nunca escondeu sua demofobia, seu obscurantismo e seu autoritarismo. Mais recentemente, temendo uma possível derrota eleitoral, o atual mandatário acrescentou à sua já longa lista de crimes, de responsabilidade e/ou comuns, o ataque sistemático à Justiça Eleitoral, ameaçando a própria realização do pleito e pondo a nu seus intentos golpistas e ditatoriais.

Na hora do perigo não cabem as meias-palavras e as contemporizações: nós, da diretoria da ADunicamp trabalharemos, e convidamos a toda(o)s que façam o mesmo, pela derrota do Sr. Bolsonaro e de seu movimento político. A rejeição do bolsonarismo nas urnas, e a ulterior responsabilização de seus hierarcas pelos seus desmandos a frente do país, é condição necessária para a difícil e urgente tarefa de reconstrução nacional que um eventual governo democrático, a ser eleito em outubro, terá pela frente. O momento é difícil, uma vez que o adversário, por sua própria natureza, não joga limpo e dentro das regras democráticas. Mas, por meio de uma ampla unidade na diversidade, em torno da defesa da democracia, e com a mais ampla mobilização, estamos confiantes na derrota do obscurantismo e na ulterior superação deste momento sombrio de nossa história.

Diretoria da ADunicamp

LEIA A CARTA NA VERSÃO EM PDF

14 comentários em “ADunicamp lança documento e pede que comunidade universitária se posicione contra reeleição de Bolsonaro”

  1. CAIO NAVARRO DE TOLEDO

    Parabenizando a Direção da ADunicamp pela oportuna “Carta à comunidade universitária”, entendo que a “derrota do obscurantismo” e a “superação deste momento sombrio de nossa história” – como deseja o documento – apenas será possível com a vitória da chapa Lula da Silva-Alckmin. Esta é a única candidatura que tem condições eleitorais de impedir o avanço da barbárie social e política representada pelo atual governo de extrema direita. Neste sentido, impõe-se que a comunidade acadêmica se oriente pelo firme posicionamento público de 52 mulheres docentes da Unicamp que, de forma consequente, afirmam que “derrotar Bolsonaro” exige, sem hesitação, apoiar a candidatura Lula. Este posicionamento pode ser conhecido aqui: https://cartacampinas.com.br/2022/09/professoras-da-unicamp-lancam-novo-video-musical-em-apoio-ao-ex-presidente-lula/
    Saudações democráticas, caio n. de toledo, professor aposentado IFCH

    1. Emilio F. Marussi

      Por ser contra a cleptocracia e a favor da democracia e do desenvolvimento voto Bolsonaro, impedindo os corruptos de voltar à cena do crime

    2. Emilio F. Marussi

      Que democracia é esta aqui? Publiquem meu voto a favor do Bolsonaro, contra a cleptocracia e o retorno dos corruptos à cena do crime!

  2. Beatriz Regina Alvares

    Concordo inteiramente com os termos do presente documento e deixo aqui registrado que sou contra a reeleição de Jair Bolsonaro.
    Beatriz Regina Alvares, professora aposentada da FCM

  3. Parabéns !!
    Concordo com o conteúdo da carta.
    As universidades públicas são funcionários para o país.

  4. Manuel Rosa Bueno

    Bolsonaro será muito util para o brasileiro. Ele vai perder a eleição e entrar para a história como o pior presidente que o Brasil já teve. Suas falas e ações servirão de baliza para comparações do que não se deve fazer. Nunca nenhum político chegará nem perto dos absurdos que ele faz hoje. O benefício será que o brasileiro vai se dar conta dos engodos em que se meteu e em como é necessário ter maior noção de política, entender um pouco mais, para não acontecer de eleger alguém que use as mesmas artimanhas de Bolsonaro novamente.

  5. Parabéns à Diretoria da Adunicamp por esta oportuna e necessária carta. Concordo plenamente com ela e espero que outras entidades, de todo o Brasil, também se manifestem em defesa da democracia e contra este governo. Vamos divulgá-la amplamente.

  6. A carta da Adunicamp intitulada COMPROMISSO COM A DEMOCRACIA, A JUSTIÇA SOCIAL E A UNIVERSIDADE PÚBLICA
    defende causas essenciais para o país. Concordo com seu conteúdo e com a proposta de promover a derrota da candidatura
    obscurantista.

  7. Antonio Trigueiros, AGTrigueiros

    É suma importância o enganjamento da comunidade universitária, em especial da UNICAMP, em prol da candidatura de Lula à presidência da república. Vamos pensar no Brasil respeitado pela comunidade internacional e com desenvolvimento científico que venha alavancar a nossa economia. Vamos as urnas em prol da vitória de Lula.
    Atenciosamente,
    Antonio Trigueiros
    Professor aposentado do IFCH- UNICAMP.

Comentários encerrados.

Rolar para cima