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NOVEMBRO

26

2009

Direito à memória e à verdade

Homenagem a Carlos Marighella terá programação especial no dia 27 de novembro na Unicamp


A ditadura militar, período sombrio da história brasileira, foi responsável por inúmeros episódios de tortura, e mesmo de assassinatos, daqueles que se opunham ao regime.
 
Figuras nacionalmente importantes foram exterminadas por suas idéias libertárias. Alguns conseguiram sair do país, mantendo-se vivos, mas não livres. Foi o caso de músicos como Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil.
 
A alguns isso não foi permitido. Presos e torturados muitos morreram nas mãos da força usurpada. É o caso do jornalista Vladimir Herzog.
 
Personagem importante da história brasileira, Carlos Marighella foi um ícone da luta armada contra a ditadura militar que se instaurou no Brasil em 1964. Foi morto em novembro de 1969 após ser pego em uma emboscada, armada pela polícia política, o DOPS.
 
Em memória aos 40 anos do assassinato de Marighella e para manter vivas as lembranças desses anos de chumbo da história brasileira, o Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Campinas (CDDH), a Pró-Reitoria de Extensão e Ação Comunitária da Unicamp (PREAC), o Sindicato de Docentes da Unicamp (Adunicamp), o Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) e o Diretório Central dos Estudantes (DCE), realizarão amanhã, dia 27 de novembro, a atividade de encerramento dos trabalhos do Projeto “Direito à Memória e à Verdade” do CDDH em 2009.

A Atividade terá início às 9 horas, com a presença do Ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República.
 
Informações:
Data: 27/11/2009
Horário: das 9 às 12 horas
Local: Centro de Convenções da Unicamp (Auditório 2)