Arquivo Pessoal

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“Tem razão quem se revolta”

O professor de ética e filosofia política do Departamento de Filosofia da USP (Universidade de São Paulo), Renato Janine Ribeiro (foto), criticou – em artigo publicado na Folha de São Paulo e em diversos blogs políticos – o simplismo da agenda de quem protestou no dia 15 de março, como se a eliminação do PT pudesse libertar o Brasil da corrupção.

 

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avenida-paulistaMovimento mostra “indignação seletiva” contra corrupção

A “indignação contra a corrupção” que se viu nas manifestações de rua do dia 15 de março foi seletiva e “é triste ver jovens com indignação seletiva”. Além disso, com suas diferentes manifestações – algumas delas de características claramente fascistas e golpistas –, o movimento mostra que “não tem proposta para a sociedade e não tem modelo para a governança”.

Estas são algumas das conclusões apresentadas no texto “O fim apoteótico da aristocracia joanina”, no qual o jornalista e documentarista Ion de Andrade, professor do Departamento de Comunicação Social da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), analisa as características e prováveis consequências dos últimos protestos de rua no país.

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Ricardo Antunes (4)“Tudo que é sólido parece estar se derretendo”, avalia o professor Ricando Antunes (IFCH)

Ainda no calor dos acontecimentos, em 16 de março, apenas um dia após as manifestações do dia 15, o professor de Sociologia do IFCH (Instituto de Filosofia e Ciências Humanas) da Unicamp, Ricardo Antunes (foto), discutiu o significado político e os possíveis desdobramentos dos protestos em uma longa entrevista – de quase 20 minutos – que concedeu ao jornalista Helton Grimaldi, da Rádio CBN de Campinas.

Na avaliação do professor Antunes, embora as manifestações do dia 15 tenham alguns laços com os protestos de rua que se alastraram por todo o Brasil em junho de 2013, algumas de suas principais características são bastante diferentes.

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DSC02904As manifestações de rua e a arrogância da mídia

Em setembro de 2013, o professor Hélio Lemos Sôlha (foto), do Departamento de Multimeios do Instituto de Artes da Unicamp, apresentou no I Colóquio Internacional Arrogância uma longa reflexão sobre o papel dos meios de comunicação nas manifestações de rua iniciadas em junho daquele ano.
Recentemente, após as manifestações de 15 de março, o texto de Sôlha voltou a ser discutido, comentado e ganhou destaque em sites e redes sociais. O ponto de partida da reflexão é, nas palavras dele, “o comportamento arrogante da media contemporânea, em suas diversas manifestações”.

O texto de Sôlha adquire importância para compreender também as manifestações de 15 de março diante do papel assumido pela mídia agora, assim como ocorreu em 2013. “Qual a origem de tamanho poder, o que sustenta a arrogância que legitima a media a pautar toda uma sociedade? A resposta certamente não é simples e a origem desta legitimidade é múltipla e complexa. Mas é preciso que entendamos a natureza social dos empreendimentos mediáticos, cuja realidade está sempre nublada pelo foco analítico nos seus conteúdos (…).É necessária, portanto, uma mudança no olhar sobre a media se quisermos compreender a sua forma de atuação na sociedade e o significado dessas ações”, arguimenta Sôlha.

O I Colóquio Internacional Arrogância foi promovido pela Université de Bordeaux/Grupo Cosmopolita/CNRS e ocorreu na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e, logo depois, o texto apresentado por Sôlha foi publicado no site Observatório de Imprensa.

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