Você tem ideia de quanto deixou de receber desde maio de 2015?
Você sabe com quanto já “contribuiu” compulsoriamente no último triênio para manter o modelo de financiamento que o governo Alckmin impõe às universidades estaduais paulistas?
Estudo do Fórum das Seis traduz em números a política do governador – com a leniência dos reitores – de sequestrar os nossos salários para bancar o crescimento e a expansão das nossas universidades sem alterar o percentual de repasse da quota-parte do estado, sem o aporte de recursos perenes para as contratações necessárias, para a permanência estudantil, para a infraestrutura e o custeio adequados. Confira os números nas páginas 3 a 6

Alckmin envia à Alesp projeto para renegociar a dívida com a União, mas a conta vai para o funcionalismo
No dia 5/10/2017, o governador Geraldo Alckmin enviou à Assembleia Legislativa o Projeto de Lei (PL) 920/2017, uma verdadeira bomba sobre o funcionalismo e os serviços públicos paulistas.
O PL formaliza a renegociação da dívida de São Paulo com a União, ampliando o prazo de pagamento. Em contrapartida, o estado se compromete a cumprir as exigências do governo federal: congelamento de salários e de evolução funcional, suspensão de pagamento de quinquênios e sexta-parte, entre outros. Além de todo esse estrago, o PL ainda abre espaço para o aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14%. Trata-se da aplicação, nos estados, do PLP 257, que se transformou na Lei Complementar federal 156/2016. Como foi apresentado em regime de urgência, o PL 920/2017 pode ser aprovado a toque de caixa, sem nenhum debate com a sociedade.
Mobilização, já!
Centrais sindicais e entidades do funcionalismo público e da iniciativa privada propõem a realização de duas importantes atividades: um dia de paralisações e atos públicos em 27/10, em todo o estado de São Paulo; e um dia nacional de mobilizações em 10/11. É hora de reação! Leia mais na página 12

De onde vem a crise
De financiamento das universidades estaduais paulistas
Págs. 7 a 9

Novo capítulo da expansão sem recursos
Pág. 10

Aprovação das cotas reforça a luta por permanência estudantil
Págs. 11 e 12

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